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sábado, 29 de janeiro de 2011

TEXTO DE APOIO.

                             IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

Neste sublime cometimento, porém, a floração infanto-juvenil – rodas do progresso do amanhã que avançam pelos pés do presente – assume a grandeza de um desafio que nos cumpre aceitar, conjugando esforços em ambos os lados da vida, para conduzir com segurança e sabedoria, evitando os lamentáveis erros transatos.
O homem será o que da sua infância se faça.
A criança incompreendida, resulta no jovem revoltado e este assume a posição de homem traumatizado, violento.
A criança desdenhada, ressurge no adolescente inseguro que modela a personalidade do adulto infeliz.
A criança é sementeira que aguarda, o jovem é campo fecundado, o adulto é seara em produção. Conforme a qualidade da semente teremos a colheita.
Excetuam-se, é claro, os casos de Espíritos recalcitrantes, em recomeços difíceis, reacionários por atavismo pretérito às luzes da educação. Mesmo em tais, os efeitos da salutar pedagogia educacional fazem-se valiosos.
A tarefa da educação, por isso mesmo, é de relevância, enquanto que a da evangelização é de urgência salvadora.
Quem instrui, oferece meios para que a mente alargue a compreensão das coisas e entenda a vida.
Quem educa, cria os valores ético-culturais para uma vivência nobre e ditosa.
Quem evangeliza, liberta para a Vida feliz.
Evangelizar é trazer Cristo de volta ao solo infantil como bênção de alta magnitude, cujo resultado ainda não se pode, realmente, aquilatar.
A criança evangelizada torna-se jovem digno, transformando-se em cidadão do amor, com expressiva bagagem de luz para toda a vida, mesmo que transitando em trevas exteriores.
A infância é o período em que melhor se aprende, enquanto na adolescência se apreende. Na idade adulta mais facilmente se compreende, evitando-se o período em que o ancião apenas repreende...
— “Deixai que venham a mim as criancinhas” — solicitou Jesus. Tomemos dessa argila plástica, ainda não comprometida pelos erros atuais e modelemos com as mãos do amor o homem integral do porvir.
Evangelização espírita é Sol nas almas, clareando o mundo inteiro sob as constelações das estrelas dos Céus, que são os Bem-aventurados do Senhor empenhados em Seu nome, pela transformação urgente da Terra, em “mundo de regeneração” e paz.
                                                                                                   Amélia Rodrigues

                    Terapêutica de Emergência. Ed. LEAL. Salvador: BA, 1983, p. 21 a 25.


                                                          A EDUCAÇÃO

É pela educação que as gerações se transformam e aperfeiçoam. Para uma sociedade nova são necessários homens novos. Por isso, a educação desde a infância é de importância capital.

Não basta providenciar a instrução da criança. Ela deve aprender a se conduzir como ser consciente e racional. Isto é tão necessário como saber ler, escrever e contar.

É entrar na vida, armado, não só para a luta material, mas, principalmente, para a luta moral.

Para despertar na criança as primeiras aspirações ao bem, para corrigir um caráter difícil, são precisos, por vezes, a perseverança, a firmeza, uma ternura de que somente o coração de um pai ou de uma mãe pode ser capaz.

Essa tarefa, no entanto, não é tão difícil quanto se pensa, pois não exige uma ciência profunda. Grandes e pequenos a podem realizar, desde que se compenetrem do alvo elevado e das conseqüências da educação.

Bonita lição foi a ocorrida em um supermercado. A jovem mãe tinha cerca de 27 anos e o menino, uns 2. Ele se mostrava birrento, teimoso e violento. Ela, forte, serena e irredutível.

O local era uma prateleira de supermercado recheada de chocolates. O menino parecia uma fera. Queria, porque queria, cinco. Ela, firme, dizia que ele poderia levar apenas um.

Foi uma aula de maternidade. O menino gritava, chorava tão forte e doído que parecia estar apanhando.

Batia os pés, rolava no chão, ameaçava derrubar a prateleira toda. Tudo inútil.

Sem usar de violência física ou erguer a voz, a mãe o obrigava a escolher. "ou leva um só ou não leva nenhum. Vai ter de escolher."

A voz não era de quem tem raiva. Era de quem guarda certeza do que está fazendo. Mais ou menos 15 espectadores observavam o acontecimento, aglomerando-se no corredor do supermercado.

Foram dez minutos dolorosos, no final dos quais o pequeno aceitou sua derrota. Os gritos e os pontapés foram diminuindo. Por fim, ele parou com a manha, aceitou a mão da mãe e saiu do supermercado com sua única barra de chocolate.

O resto ficou lá, na prateleira. Perdeu o supermercado. Venceu a mãe. Venceu a educação.

Desde que o mundo é mundo, crianças querem porque querem, certas coisas. Muitos pais cedem, ou para não enfrentar o incômodo da birra, ou porque temem os olhares de eventual desaprovação de quem os observa.

Os que não educam os seus filhos, os verão sofrer na vida, fazer sofrer a outros e perder a chance de progresso.

São fabulosos os pais que proíbem, sem raiva, e dão o necessário, sem dar demais.

A nossa sociedade tem mentalidade de supermercado. Oferece mil prateleiras com tentações e incita os imaturos a consumir mais do que precisam.

Por isso mesmo, são dignos de aplauso os casais que educam seus filhos para não consumir demais, a fazer escolhas, a crescer, a amadurecer.

***

Os espíritos que habitam os corpos dos nossos filhos vêm coabitar conosco para que os ajudemos a vencer os seus defeitos e os preparemos para os deveres da vida.

Estudemos, desde o berço, as tendências que a criança trouxe das suas existências anteriores. Apliquemo-nos a desenvolver as virtudes e aniquilar os vícios.

Que não nos detenham a fadiga, nem o excesso de trabalho.

Auxiliemos a transformação social. Transformemos a face do mundo, pelo caminho da educação.
         
Redação do Momento Espírita com base em texto de
 autoria ignorada e no cap. 54 do livro Depois da morte,
 de Léon Denis, ed. Feb.
Em 07.06.2010.

                        O AMOR E AS DIFERENTES FORMAS DE AMAR
    Amor é aquele sentimento tão sublime que fica difícil transcrever em palavras.  Mas todos já sentimos e sabemos o que é. Amar não é só achar bonito, achar legal ou só fazer bem.  É tudo isso e muito mais, porque o amor transporta as nossas definições de beleza e de simpatia.
    Existem diferentes formas que ele se manifesta: O amor de Deus, o amor universal, o amor próprio, o amor maternal, filial, fraternal o amor entre homem e mulher, o amor a uma causa ideal e o amor como força que move o universo.
    Jesus nos ensinou que o nosso primeiro dever é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Mas existe diferença entre amar ao próximo e amar a minha mãe, o meu pai ou o meu marido/esposa?

O amor é o mesmo, só que no caso do pai e da mãe o sentimento do amor é somado à gratidão, carinho e a proximidade. Do marido/esposa ou namorado esse sentimento é somado a afinidades e a disposição para construir uma vida juntos.
O amor é uma linguagem universal, por que não necessita de palavras para se manifestar.
autor desconhecido

                                                             SOBRE O CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.

É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.

Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam:

* Os leprosos,
* Os cegos,
* As crianças abandonadas,
* As mães aflitas e sofredoras.

Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?

Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

Emmanuel  psicigrafada por Chico Xavier em Julho de 1939
Revista Internacional de Espiritismo.

Por que Jesus viveu somente 33 anos?
Jesus o Sublime Peregrino.

Na obra: O Sublime Peregrino. Ramatis nos diz...

 
Não conseguimos avaliar o imenso sacrifico e abnegação despendidos por Jesus para descer ao nosso mundo.
- É bem mais fácil e cômodo despojarmo-nos dos trajes enlameados e tomarmos um banho resfrecante, do que vestirmos roupas pesadas e descermos a um fosso de lodo repulsivo e infeccionado, onde se debatem criaturas necessitadas de nosso auxílio.
Jesus embora fosse um Anjo exilado do Céu, viveu junto dos terrícolas, lutando na vida humana com as mesmas armas, sem privilégios especiais e sem recorrer a interferências extraterrenas para eximir-se das angústias e dores inerentes à sua tarefa messiânica.
O seu programa na Terra destinou-se a libertar tanto o sábio e o rico, como o iletrado e o pobre.

...O Mestre mobilizara todos os recursos possíveis para evitar sua desencarnação prematura, cujo corpo de carne se ressentia do potencial elevado das vibrações emitidas pelo seu Espírito Angélico. Vivia, em angustia e ansiedade que os terrícolas não conseguem viver em uma existência. O ritmo metabólico de sua vida espiritual ultrapassava o limite áurico de toda a humanidade terráquea, e os seus raciocínios transbordavam fora do tempo e do espaço, exaurindo-lhe o cérebro.
No seu esforço para situar-se a contento, na carne, Jesus assemelhava-se a um raio de sol tentando acomodar-se numa vasilha de barro. A sua mente vivia hipertensa, cujo impacto se descarregava sobre os plexos nervosos, oprimiam-lhe o cérebro, os nervos, o sangue e os vasos capilares resultando, então, perigosos hiatos na rede circulatória.
O turbilhão de pensamentos criador vibrava e descia da superconsciência; ele então recorria aos jejuns periódicos, a fim de o seu espírito conseguir maior liberdade nessas fases pré-agônicas.
Outras vezes, o próprio organismo mobilizava recursos biológicos de emergência e vertia suor e sangue, compensando, com essa descarga imediata de humores, a perigosa tensão “psicofísica” fruto do fabuloso potencial de energia espiritual a lhe prensar a carne frágil!

 Nota: O Evangelho de Lucas, cap. 22. V 44 refere o seguinte: “E veio-lhe um suor de sangue, como de gotas de sangue, que caía sobre a terra” Trata-se de suor sanguíneo por hemorragias das glândulas sudoríparas, que a Medicina chama de hematidrose.
Jesus de Nazaré, o Redentor da humanidade foi um homem incomum, magnífico e santificado.
                                                                                                    Ramatis

 
Ramatis fora conhecido filósofo egípcio no tempo de Jesus.


Parte do texto extraido da do prêambulo de Ramatis na obra O Sublime Peregrino( Ed. Conhecimento).

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