Os contos são capazes de responder perguntas tão instigantes que atormentam o interior das crianças e as atraem, espontaneamente, por relatarem conflitos semelhantes aos que estão presentes em seu interior. Ao demonstrarem o real de maneira indireta e simbólica, permitem a sua assimilação de forma menos traumática, auxiliando na compreensão do mundo sem comprometer o seu desenvolvimento emocional, com uma linguagem pertencente ao universo infantil.
Sendo assim, os contos favorecem a passagem do nível simbólico para o real de modo gradativo, sem transtorno ao emocional da criança, pois é internalizado por ela de forma diferente em cada faixa etária, de acordo com seu nível de conhecimento e maturação. Por esse motivo, através dos contos, é possível demonstrar com mais clareza às crianças a diferença entre o que é considerado certo e o que é considerado errado em nossa sociedade, pois apesar de alguns contos terem sido criados há séculos, eles tratam de assuntos que lidam diretamente com características e sentimentos que estão presentes no homem, como: o medo, a perda, a morte, a vida, o bem, o mal, o certo, o errado, o esperto, o tolo, o fraco, o forte, assuntos, sentimentos e características que estão e sempre estarão presentes no ser humano e, sendo assim, em todas as sociedades.
Por meio da utilização dos contos, em sala de aula, os educadores podem alcançar objetivos e obter atitudes esperadas em nível moral e ético, mesmo de crianças tão pequenas, pois eles podem ser utilizados como auxílio para resolver conflitos, que surgem na sala de aula, como a violência, a mentira, a agressividade, a indisciplina, a repulsa pelas regras, atitudes tão presentes em crianças da educação infantil que se encontram na fase egocêntrica.
Percebe-se que, por meio do contato com os contos, as crianças conseguem compreender as questões sociais relacionadas à ética e à moral, bem como assuntos complexos, que podem ser abordados pelo professor por meio dos mesmos, de maneira fácil e lúdica.
Através dos contos, a criança pequena é capaz de perceber o mal e o bem, assimilando, assim, o que é socialmente aceito e o que é socialmente desprezado, pois ela se encontra na fase de incorporação das regras sociais. Dessa forma, ao trabalhar com os contos de forma didática, o professor não apresenta apenas a literatura infantil como algo prazeroso, que de fato é, mas a apresenta como uma forma de aprendizagem, podendo levá-la até mesmo a ser utilizada como forma de ensino aprendizagem, servindo para alfabetização e para despertar, no aluno, o prazer pela leitura e escrita.
A utilização dos contos na educação infantil vem possibilitar, assim, uma educação voltada para a valorização do raciocínio, para a análise, a reflexão, o respeito às diversas interpretações e ideias, para o estímulo ao ato de ler, a exaltação aos valores morais e éticos.
Por mais que o objetivo da literatura infantil seja o de permitir o imaginário, proporcionando prazer ao leitor ou ouvinte, ela pode e deve ser utilizada pelos pais e educadores para instruir e educar, pois uma aprendizagem divertida e prazerosa obtém, sempre, mais resultados por ser significativa, principalmente, quando se refere à aprendizagem de crianças.
Destaca-se, portanto, nesse artigo, as contribuições dos contos à formação da criança, tanto ética e moral, quanto intelectual e social, por meio da valorização do universo infantil e da ludicidade, destacando ainda a sua função didática e sua abordagem psicológica. E para efetivação deste trabalho, realizou-se pesquisas bibliográficas sobre a psicologia infantil, a ética e a moral, a literatura infantil, fazendo possível a correlação desses assuntos a partir dos contos populares.
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Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/os-contos-na-formacao-etica-e-moral-de-criancas-da-educacao-infantil © Psicologado.com
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sábado, 26 de março de 2016
sábado, 2 de maio de 2015
10 coisas que não devemos dizer as crianças
Pediatra lista 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Vale a pena ler, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
(Fonte: http://www.mulher.com.br/mae/o-que-nao-se-deve-falar-para-as-criancas)
Extraido http://www.passatempoespirita.com.br/products/a10-coisas-que-n%c3%a3o-devemos-dizer-para-as-crian%c3%a7as/
domingo, 19 de janeiro de 2014
A EDUCAÇÃO ESPÍRITA DA CRIANÇA E SUA IMPORTÂNCIA
Assunto esse que já foi examinado por importantes estudiosos espíritas, encarnados e desencarnados.
Dentre os textos publicados acerca do tema, destacam-se dois:
- Um de Allan Kardec, publicado na ed. de fev de 1864 da Revista Espírita, como título "Primeiras Lições de Moral da Infância";
-Outro de Emmanuel, constante do cap. XXXV da obra que leva seu nome, psicografada em 1938 pelo médium Chico Xavier.
Parece-nos que no meio espírita ninguém tem dívidas a respeito da importância da educação infantojuvenil realizada no lar e complementada na instituição espírita. O que se rerifica, no tocante ao assunto, é uma espécie de acomodação ou indiferença que faz com que tanto no lar, quanto no Centro Espírita, a tarefa seja relega a plano secun dário ou até mesmo negligenciada.
Os pais modernos, espíritas ou não, costumam adotar um procedimento estranho e paradoxal.Levam suas crianças à natação, ao balé, ao judô, à aula de inglês, `academia de música, serviços remunerados e acima das possibilidades finaceiras de muitos pais; mas não as levam à escola de educação infantojuvenil que o Centro Espírita e as igrejas em geral oferecem gratuitamente.
Além disso, há pais espíritas que querem, mas não encontram receptividade por parte dos próprios filhos, envolvidos com outros assuntos e interesses.
Certa vez, uma senhora pediu a conhecido palestrante que convencesse suas filhas bem jovens a participar do Evangelho no Lar que ela e o marido mantinham em casa, tarefa que o casal realizava sozinho e da qual não havua meios de fazê-las participar.
O palestrante pergun tou às jovens por que elas não partic ipavam. Elas disseram que o motivo ero h horário: domingo, 9 horas da manhã, não era uma boa hora. Nesse horário elas preferiam estar no clube da cidade com suas amigas. O palestrantr sugeriu que fizessem então a reunião mais cedo: 8 horas, 7 horas, 6 horas... As jovens replicaram: Äí é muito cedo e nós ainda estamos dormindo". "Que tal então à tarde ou `noite? E elas: "Não dá, porque a gente já tem compromisso nesses horários".
Percebe-se, pelo exewmplo citado, que o que falta, em grande número de casos é boa vontade, compreensão da importância da tarefa, consciência de que na vida não podemos cuidar somente do corpo - que é perecível e transitório - ignorando as necessidades da alma - que é imortal e permanente.
No texto de Emmanuel a que nos reportamos, o benfeitor espiritual afirma: "Todas as reformas sociais, necessárias em vossos tempos de indecisão espiritual, têm de processar-se sobre a base do Evangelho. Como? - podereis objetar-nos. Pela educação, replicaremos". (Emmanel, cap XXXV - Educação Evangélica.)
Quanto ao pensamento Kardequiano, é sempre bom relembrar o que Allan Kardec esceveu a respeito do ensino trazido à Terra por Jesus
Ei-lo:
"Podem dividir- em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; e o en sino moral. As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; , a última porém, conservou-se constantemente inatacável. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É terreno onde todos os cultos podem reunir-se, estandarte sob o qual podem todos colar-se, quaisquer que sejam suas crenças, portanto jamais ele constituiu matéria das disputas religosas, que sempre e por toda a parte se originaram das questões dogmáticas. Aliás, se o discutissem, nele teriam as seitas encontrado suas própria condenação, visto que, na maioria, elas se agarram mais à parte mística do que à parte moral, que exige de cada um a reforma de si mesmo. Para os homens, em particular, constitui aquel códogp uma regra de proceder que abrange todas as circunstâncias da vida privada e da vida pública, o princípip básico de todas as relações sociais que se fundam na mais rigoras justiça. E, finalmente e acia de tudo o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura." (O Evangelho Segundo o Espiritismos, Introdução
Extraido http://www.oconsolador.com.br/ano7/346/editorial.html
Dentre os textos publicados acerca do tema, destacam-se dois:
- Um de Allan Kardec, publicado na ed. de fev de 1864 da Revista Espírita, como título "Primeiras Lições de Moral da Infância";
-Outro de Emmanuel, constante do cap. XXXV da obra que leva seu nome, psicografada em 1938 pelo médium Chico Xavier.
Parece-nos que no meio espírita ninguém tem dívidas a respeito da importância da educação infantojuvenil realizada no lar e complementada na instituição espírita. O que se rerifica, no tocante ao assunto, é uma espécie de acomodação ou indiferença que faz com que tanto no lar, quanto no Centro Espírita, a tarefa seja relega a plano secun dário ou até mesmo negligenciada.
Os pais modernos, espíritas ou não, costumam adotar um procedimento estranho e paradoxal.Levam suas crianças à natação, ao balé, ao judô, à aula de inglês, `academia de música, serviços remunerados e acima das possibilidades finaceiras de muitos pais; mas não as levam à escola de educação infantojuvenil que o Centro Espírita e as igrejas em geral oferecem gratuitamente.
Além disso, há pais espíritas que querem, mas não encontram receptividade por parte dos próprios filhos, envolvidos com outros assuntos e interesses.
Certa vez, uma senhora pediu a conhecido palestrante que convencesse suas filhas bem jovens a participar do Evangelho no Lar que ela e o marido mantinham em casa, tarefa que o casal realizava sozinho e da qual não havua meios de fazê-las participar.
O palestrante pergun tou às jovens por que elas não partic ipavam. Elas disseram que o motivo ero h horário: domingo, 9 horas da manhã, não era uma boa hora. Nesse horário elas preferiam estar no clube da cidade com suas amigas. O palestrantr sugeriu que fizessem então a reunião mais cedo: 8 horas, 7 horas, 6 horas... As jovens replicaram: Äí é muito cedo e nós ainda estamos dormindo". "Que tal então à tarde ou `noite? E elas: "Não dá, porque a gente já tem compromisso nesses horários".
Percebe-se, pelo exewmplo citado, que o que falta, em grande número de casos é boa vontade, compreensão da importância da tarefa, consciência de que na vida não podemos cuidar somente do corpo - que é perecível e transitório - ignorando as necessidades da alma - que é imortal e permanente.
No texto de Emmanuel a que nos reportamos, o benfeitor espiritual afirma: "Todas as reformas sociais, necessárias em vossos tempos de indecisão espiritual, têm de processar-se sobre a base do Evangelho. Como? - podereis objetar-nos. Pela educação, replicaremos". (Emmanel, cap XXXV - Educação Evangélica.)
Quanto ao pensamento Kardequiano, é sempre bom relembrar o que Allan Kardec esceveu a respeito do ensino trazido à Terra por Jesus
Ei-lo:
"Podem dividir- em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; e o en sino moral. As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; , a última porém, conservou-se constantemente inatacável. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É terreno onde todos os cultos podem reunir-se, estandarte sob o qual podem todos colar-se, quaisquer que sejam suas crenças, portanto jamais ele constituiu matéria das disputas religosas, que sempre e por toda a parte se originaram das questões dogmáticas. Aliás, se o discutissem, nele teriam as seitas encontrado suas própria condenação, visto que, na maioria, elas se agarram mais à parte mística do que à parte moral, que exige de cada um a reforma de si mesmo. Para os homens, em particular, constitui aquel códogp uma regra de proceder que abrange todas as circunstâncias da vida privada e da vida pública, o princípip básico de todas as relações sociais que se fundam na mais rigoras justiça. E, finalmente e acia de tudo o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura." (O Evangelho Segundo o Espiritismos, Introdução
Extraido http://www.oconsolador.com.br/ano7/346/editorial.html
terça-feira, 24 de maio de 2011
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