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sábado, 24 de agosto de 2019

Pequeno Espírita

Os animais em sua evolução serão como nós, humanos, isto é, estão evoluindo e um dia chegarão a ser humanos?

Por isso são nossos irmãozinho mais novos e merecem todo cuidado e respeito.

 Extraído http://www.oconsolador.com.br/ano13/633/cartas.html


terça-feira, 13 de agosto de 2019

Pequeno Espírita - ALLAN KARDEC

Que sempre, desde muito... muito tempo atrás algumas pessoas veem espírito?, isso não é de agora não!

Veja a historia do Espiritismo para você entender melhor.




História do Espiritismo


Por toda a história da Humanidade, sempre existiram pessoas capazes de perceber a presença dos espíritos, as suas mensagens e suas influências no mundo material. Mas as pessoas não conheciam muito sobre esse assunto e ficavam com medo de qualquer coisa relacionada a espíritos.


Se alguma criança falasse que estava vendo um espírito, por exemplo, ninguém sabia direito o que fazer. Às vezes acreditavam, mas ficavam apavorados. Levavam a criança para alguém que soubesse rezar para tentar afastar o espírito. Outras vezes, não acreditavam e brigavam com a criança dizendo para ela não inventar histórias.


Um dia, lá em Paris, na França, um professor muito inteligente e estudioso foi convidado por um amigo a frequentar reuniões nas quais havia manifestações de espíritos. Durante as reuniões, alguns objetos se mexiam e eles podiam conversar com os espíritos e fazer-lhes perguntas.



Esse professor era Allan Kardec. Ele não ficou com medo dos espíritos, pelo contrário. Ficou muito interessado e quis saber cada vez mais sobre tudo o que se passava naquelas reuniões e o que os espíritos tinham a dizer.



Allan Kardec chamou as pessoas que percebiam os espíritos de médiuns, que quer dizer intermediários. Os médiuns que viam espíritos foram chamados de videntes. Os que ouviam eram os audientes. Outros escreviam mensagens e foram chamados de médiuns de psicografia. Havia ainda os que falavam, como se fosse o espírito que estivesse falando, e foram chamados de médiuns de psicofonia. E assim por diante.


Os espíritos disseram a Allan Kardec que eles eram os homens e mulheres que viveram aqui na Terra e que, depois que seus corpos morreram, foram para o mundo espiritual.


Allan Kardec conversou com eles muitas vezes e perguntou sobre vários assuntos. Ficou sabendo que existe a reencarnação, que é a possibilidade de os espíritos nascerem de novo em outro corpo, e que Jesus foi o espírito mais evoluído que já nasceu na Terra. Ele também soube que Deus existe, é bom, justo e fez as leis morais que a gente deve seguir. Ele entendeu também que todos os espíritos são criados por Deus para evoluírem e serem felizes, e quem é mau é porque ainda não evoluiu.


Allan Kardec aprendeu muitas e muitas coisas. Era tanta coisa, que ele organizou, classificou e publicou os ensinamentos em livros. Assim surgiu a Doutrina Espírita ou Espiritismo, que é uma religião, pois nos ensina coisas boas que nos aproximam de Deus. É também uma ciência, pois estuda os fenômenos ligados aos espíritos e à mediunidade. E é ainda uma filosofia, pois trata dos mistérios da vida e da morte.


O Espiritismo não nasceu, portanto, da vontade de Kardec de fundar uma religião, mas sim da sua vontade de conhecer a verdade.


Allan Kardec não foi o inventor o Espiritismo, pois o conhecimento veio dos espíritos e não dele. Ele é chamado de codificador do Espiritismo e é muito reconhecido pelo trabalho que realizou, pois não foi nada fácil. Em verdade, ele enfrentou muitas dificuldades para realizar seu trabalho.


Primeiro, ele teve que contar com a colaboração dos médiuns e identificar quais eram os que transmitiam as mensagens dos espíritos corretamente. Alguns médiuns misturavam as ideias dos espíritos com as deles mesmos, como é comum acontecer com médiuns que ainda não têm muito treinamento.


Além disso, mesmo o médium sendo bom, ainda havia a possibilidade de a mensagem ser de um espírito enganador, que falava coisas erradas só para se divertir e atrapalhar os estudos de Kardec. Muitas vezes, esses espíritos assinavam o nome de outros espíritos que eram bons e sábios para se passarem por eles. Mas Kardec aprendeu a reconhecer os que não eram bons, pela linguagem e o jeito de falar deles.


Kardec era muito esperto. Ele fazia uma pergunta e anotava a resposta. Depois, em outro dia, fazia a mesma pergunta, só que com outras palavras. Isso para ver se o espírito dava a mesma resposta. Ele também fazia aquela mesma pergunta, de novo, para outros espíritos, por meio de outros médiuns. Então ele comparava as respostas para ver se eram parecidas e se faziam sentido com outros ensinamentos.


Aos poucos, Kardec foi conhecendo vários médiuns. Muitas pessoas se interessaram em colaborar com seus estudos. Surgiram cerca de mil grupos ou centros espíritas, espalhados em diversos países. Allan Kardec enviava suas perguntas para eles e depois comparava as respostas com as vindas de outros lugares. Só assim ele podia garantir que as respostas fossem confiáveis e os ensinamentos verdadeiros.


Tanto Allan Kardec como os médiuns, e até os espíritos que enviaram as mensagens, já haviam sido preparados no mundo espiritual para essa grande e importante missão que foi dada a eles pelo nosso querido mestre Jesus.


Graças a essa maravilhosa equipe, temos hoje a Doutrina Espírita, que nos ilumina a mente e o coração e nos ajuda a evoluir e ser cada vez mais felizes.

Por Marcela Prada


Extraído da revista O consolador 593 ano 12


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Pequenos Espíritas


Apesar das férias serem gostosas sentimos saudade da volta à aulas. Engraçado né!

Então, que bom, as aulas começaram, sabe a gente gosta de férias, mas se cansa de não fazer nada. 

Ótimo passear, jogar bola, ir ao clube, viajar para a praia ou ir para a casa da vovó. Mas o tempo passa e começamos a ter saudades dos amigos da escola, da professora a até da rotina!

Sabe por quê? É que vivemos num mundo em que ainda precisamos dos opostos para apreciar as coisas boas.
 Por exemplo:
- Precisamos da escuridão da noite, para perceber a beleza do dia.
- Da doença, para darmos valor à saúde.
- Da violência, para entendermos como é bom viver em paz.
- Do frio, para apreciarmos o calor.
- Da chuva, para valorizarmos o sol.
-Da ausência de um ente querido, para sentir saudade e apreciarmos a sua volta.
- E também das aulas, para desejar as férias.
Estas e muitas outras coisas é que fazem nossa vida se tão especial e sem monotonia.
Se a nossa existência fosse constituída só de férias seria um a verdadeira chatice! Logo estaríamos suplicando para fazer alguma coisa, cansados de não fazer nada.
Então, vamos às aulas!
Muito bom rever os velhos amigos e conhecer gente nova.
Com satisfação carregamos a mochila com material novinho em folha: cadernos, estojo, lápis, canetas, régua, tudo o que vamos precisar para aprender.
É uma vida nova que se inicia. A cabecinha descansada está pronta para estudar.
Assim, tenha cuidado com o material, que seus pais compraram com tanto esforço e carinho.
Preste bastante atenção nas aulas.
Brincar na sala atrapalha você e aos outros alunos.
Respeite a todos: professores, colegas, funcionários e as instalações da escola.
Seja disciplinado, obedecendo às ordens, não chegando tarde à escola, não brigando com ninguém.
Seja sempre simpático e bem-humorado com todos. Com você, ninguém gosta de ver cara feia e olhar atravessado.
Procure ter um comportamento bom e não terá problemas com ninguém.
Então, VIVIA AS AULAS!
Extraído do jornal O Imortal – fev. 2009

domingo, 28 de janeiro de 2018

HGIENE DA ALMA



Você sabe meu amiguinho, como se faz a higiene da alma?

Manter a higiene do corpo é muito importante para nossa saúde e para o bem-estar do organismo.
Tomar banho todos os dias, escovar os dentes, lavar as mãos depois de usar o banheiro, antes das refeições ou sempre que estivem sujas, é essencial para não sermos surpreendidos por doenças transmitidas por bactérias, vermes e outros agentes nocivos.

Todavia, a gente esquece de que a higiene da alma é tão importante quanto à higiene do corpo.
Então, como fazer a higiene da alma?

Para lavar a alma deixando-a bem limpinha, são necessários alguns cuidados. Por exemplo:
Você deve ter bons pensamentos, não guardar raiva nem rancor, não brigar com os amiguinhos, não ser agressivo com ninguém, respeitar a todos, não ser egoísta, nem orgulhoso e muito mais.

Para manter a boca limpa, não basta escovar os dentes, é preciso usar a palavra sempre para o bem, não falar mal de ninguém, não dizer palavrões, xingamentos ou mentiras.

Para que os “ouvidos da almas" sejam limpos, deve procurar sempre escutar o melhor, não conservando o “lixo” dos comentários maldosos e negativos que cheguem a seus ouvidos.

Seus olhos estarão limpos se procurar enxergar o lado bom de tudo o que ocorra a seu redor, evitando ver o lado negativo das pessoas e dos acontecimentos. Ler um livro, estudar, é muito importante para manter um ambiente saudável.

Para manter as mãos limpas, não basta à água, precisa usá-las para o bem, auxiliando os mais necessitados, como ajudar um idoso a atravessar a rua, guiar um cego, repartir tudo o que tem em excesso; plantar uma semente e cuidar para que ela se desenvolva; escrever uma carta, fazer carinho em alguém (seja gente ou animal), cuidar do cãozinho ou do gato da família, ajudar a mamãe nas tarefas caseiras. Tudo isso e muito mais você pode fazer, valorizando o dia e acrescentando felicidade em sua vida.

Você pode estar com o corpo limpo e cheiroso, e conservar a alma suja e escura, que não é do seu interesse.

Jesus, nosso Amigo maior, ensina que a verdadeira pureza é a da alma.

 Então, meu amiguinho, procure manter a limpeza d corpo e a limpeza da alma. Quando isso acontecer, todo o seu corpo será resplandecente de luz.

Especialmente agora que você já teve férias, descansou e vais voltar às aulas, faça planos para mudar seu comportamento, valorizando o propósito de realizar o melhor neste ano que apenas começa.

Jornal o Imortal fev. 2006

sábado, 2 de janeiro de 2016

OS SENTIMENTOS

Existe uma luzinha no seu peito.
Uma luz que os olhos não vêem.
Mas quando ela está acesa, a gente sente.
Pois é ela que causa os nossos sentimentos.
Quando você a acende, aparecem sentimentos bons em seu peito. Tudo fica mais bonito e gostoso. Ela faz você se sentir alegre.
Quando você a apaga, aparecem sentimento mais. Tudo fica mais feio e dolorido. Sem ela, você se sente triste.
Quando está acesa e brilhante, ela sai pela boca fazendo-nos sorrir. Ela também sai pelos olhos, fazendo-os brilhar.
Ela sai pelo peito, fazendo-nos amar, e pelos braços, fazendo-nos abraçar.
Sai também pelas mãos, fazendo-nos caprichar em tudo.
Sai, finalmente, pelo corpo inteiro, fazendo-nos dançar.
Nós só somos felizes quando ela está acesa.
Ela se acende quando você pensa positivo.
E você pensa positivo quando ela se acende.
Ela brilha quando você faz carinho nas plantas, nos animais e nas pessoas. Também quando sua mãe lhe dá um presente ou quando você come um doce gostoso.
Ela brilha mais ainda quando você dá um pedaço do seu doce para seu amigo.
Mas, muitas vezes, nós deixamos nossa luzinha se apagar.
Quando é
A se apaga, você sente medo.
O medo aparece quando você pensa que uma coisa ruim pode acontecer com você ou com alguém de quem você gosta.
Quando você tem coragem, a luzinha volta a se acender.
Coragem é o nome do sentimento que acontece quando você acredita que só coisas boas podem ocorrer com você e com os outros.
Muitas vezes, a gente não gosta de ir ao quarto sozinho, porque lá está escuro. Nós temos medo do escuro. A gente fica imaginando que tem coisas feias lá. Assim, ficamos tristes, pois apagamos nossa luzinha do peito. Mas é só imaginação.
Na nossa cabeça, podemos inventar de tudo. Se você imagina que está vendo um cachorro, você desenha o cachorro dentro da sua cabeça.
Mas o cachorro não está lá de verdade, é só imaginação. 
Medo é só imaginação.
Da próxima vez que você sentir medo, não deixe sua luzinha se apagar. Pense que no escuro tem muitas luzinhas invisíveis e alegres que estão lá para proteger você. Entre no escuro com coragem e você se sentirá feliz.
Quando você sentir medo de qualquer coisa, pense assim: " todo esse medo é só imaginação ", " eu sou corajoso ", e a sua luzinha se acenderá cheia de brilho.
Outra coisa que faz nossa luzinha se apagar, é quando ficamos frustrados.
Frustrado é o nome do jeito como você se sente quando não consegue o que quer.
As vezes, queremos coisas que não podemos ter agora, não é mesmo. Por exemplo, um brinquedo caro que a mamãe não tem dinheiro para comprar, ou quando um amiguinho não quer brincar da mesma coisa.
Aí nós ficamos com raiva. Choramos, brigamos ou falamos uma porção de coisas ruins.
Então, nós gostamos de ficar de mal.
A gente quer forçar os outros a fazer o que queremos que eles nos façam.
Preste atenção: forçar machuca a gente e os outros.
A gente fala: "ou você faz o que eu quero, ou vou ficar de mal com você". Isso quer dizer que, se a pessoa não fizer o que queremos, vamos machucá-la, fazendo-a apagar a luzinha do seu peito.
Ficar de mal é ser malvado, e isso apaga a sua luzinha também. Aí, você também sofre.
Ficamos frustrados quando a mamãe ou o papai não fazem tudo como queremos que eles façam. Queremos tudo só do nosso jeito, não? O nome disso se chama egoísmo.
O egoísmo é um sentimento que doí muito, pois a luzinha se apaga.
Generosidade é um sentimento que faz a luzinha se acender de novo. Ele acontece quando nós aceitamos que os outros também têm o direito de querer as coisas do jeito deles de vez em quando.
Ele também dá aquela sensação gostosa quando deixamos os outros brincar um pouquinho com nossas coisas.
Você, às vezes, não tem vontade de fazer certas coisas. Os outros também não.
Você, às vezes, não sabe fazer algumas coisas. Os outros também não.
Você, às vezes , está ocupado com algo e não quer largar para fazer o que os outros querem, não é? Os outros também não.
Eles também são como você.
Gente grande sente como criança.
Gente grande também tem uma luzinha no peito.
Gente grande também tem medo, fica frustrada, sente raiva , tem coragem e generosidade.
Tudo igualzinho a você.
Compaixão é o sentimento que acontece quando você tenta compreender por que as pessoas estão com raiva ou frustradas.
Para tudo tem sempre um porquê, não é?
Sentir compaixão deixa a gente feliz.
Mas, às vezes, temos preguiça de procurar o porquê e aí nós nos descontrolamos. Estando descontrolados, ficamos mais frustrados e tudo se torna muito dolorido.
Quando não queremos compreender o porquê das atitudes das pessoas, nós ficamos teimosos.
A pessoa teimosa se descontrola e faz uma porção de bobagens como chorar, fazer birra, espernear, gritar, falar palavrões e fazer um monte de cara feia. Com isso, ela apaga sua luzinha do peito e sofre muito.
Assustado é o nome do sentimento que você tem quando a mamãe se descontrola, fica com raiva e bate em você.
Ela está frustrada. Ela deixou a luzinha se apagar. Ela está sofrendo.
É a mesma coisa acontece quando o papai se descontrola. Com certeza, alguma coisa está indo mal na vida dele.
As coisas também nem sempre acontecem como eles querem.
Quando eles brigam com você, não quer dizer que não gostam de você. A verdade é que eles estão frustrados.
Então, você não precisa mais ficar assustado. Você pode compreender que eles estão assim bravos, porque não estão conseguindo o que querem na vida.
Os pais são como as crianças. Às vezes, eles são teimosos e não querem ser generosos e compreensivos. Mas eles procuram sempre fazer o que pensam que é o melhor para você ou para eles. Embora muitas vezes eles estejam errados.
Os pais também erram como você. Ninguém erra porque quer. Nós erramos, porque ainda não sabemos fazer as coisas da melhor maneira.
Os pais não sabem tudo. Eles estão aprendendo como você.
Se continuarmos a tentar sem desistir, todos nós chegaremos a aprender.
Mas cada um deverá aprender por si.
Os pais têm problemas que só eles podem resolver.
Todo mundo está tentando acertar, mas isso sempre demora um pouco.
Paciência é o nome do sentimento de quem sabe esperar.
Ela acende e faz brilhar nossa luzinha. Ela nos traz alegria.
Muitas vezes os outros têm paciência com você.
A paciência faz a gente ser carinhoso.
Quando você faz uma arte , e a mamãe é carinhosa e fala com jeito, ela está sendo paciente.
A paciência faz nascer o amor.
Todo mundo precisa de amor.
Amor é o sentimento que agente tem quando gosta muito de alguém ou de alguma coisa.
O amor nos faz sentir quentinhos por dentro. É que a nossa luzinha se acende tão forte que ficamos quentinhos.
Quando sua luzinha está acesa e a da mamãe também, vocês estão se amando.
O cachorro, quando abana o rabo, também está amando. É porque ele gosta de você. Ele vai brincar com você e ser seu amigo.
Quando o gato se esfrega em você, ele também está amando.
Os bichos também amam.
Eles também têm uma luzinha dentro deles.
Se você judiar ou assustar os animais , às luzinhas deles vão se apagar, aí eles podem morder você.
Os bichos são seus amigos quando vê-se aproxima deles com a sua luzinha acesa.
Um outro sentimento que apaga a sua luzinha e deixa você triste é a inveja.
A inveja aparece quando você pensa que deveria ter tudo igual ao que os outros têm. Algumas pessoas chamam a inveja de ciúmes.
Quando sua professora agrada um coleguinha seu e você não gosta , isso e inveja.
Quando seu amigo prefere brincar com outra pessoa e você fica chateado, frustrado, isso é inveja também.
Quando sua mãe beija seu irmão  ou irmã, ou ainda o seu pai, e você não gosta disso, então, você está com inveja. Muitas vezes, nós queremos todo amor e atenção dos outros.
Nós queremos aparecer e nos exibir. E ficamos bravos se as pessoas não ligam para nós.
A inveja dói muito. Cuidado com ela.
E você já sabe que quando dói, é porque você deixou a sua luzinha se apagar.
Para acendê-la de novo, basta você se lembrar de que muitas pessoas gostam de você e que você gosta de muitas pessoas.
Quando sua mãe agrada seu pai, isso não quer dizer que ela não gosta de você. Ela faz isso, porque a luzinha dela está acesa, e ela precisa agradar a todos.
Tenha paciência que a sua vez chegará.
A gente tem inveja do brinquedo dos outros e esquece de gostar dos brinquedos que tem.
Quando você sentir inveja , vá brincar com os seus brinquedos e goste muito deles. Assim, a sua luzinha vai acender outra vez, e você ficará alegre de novo.
Agora  quero que você conheça um sentimento que costuma apagar a luzinha de quase todo mundo: a solidão.
A solidão surge quando nos sentimos sozinhos e esquecidos por nós mesmos. Quando seus amigos não podem brincar com você e você não sabe o que fazer sozinho. Ou quando você se perde da sua mãe e não sabe o que fazer. Isso pode doer muito e apagar a sua luzinha.
Então, para se sentir bem outra vez, pense que você pode dar atenção a você mesmo, quando você quiser. Pense que você pode brincar com você mesmo é ser o seu próprio amigo.
Para começar, vá até o espelho e converse e brinque com você. Logo tudo passa, e sua luzinha se acende de novo.
Muitas vezes, nós nos sentimos muito mal quando alguém nos xinga e fala mentiras sobre nós. E isso pode doer muito. O nome desse sentimento é rejeição.
Você se sente rejeitado quando acredita e acha importante o que os outros pensam ou dizem.
Saiba que o que a pessoa está dizendo não é verdade. Ela está falando isso, porque está frustada e está sofrendo.
Então, não acredite nela.
Acredite em você.
Aí, tudo o que ela disser, não será mais importante para você.
Continue gostando dela, pois ela precisa do calor da sua luzinha para que a dela se acenda de novo.
Se ficar difícil, não escute o que ela diz. Pense que você é bom, é bonito e que você gosta de você do jeitinho que você é.
Mantenha a sua luzinha acesa que a da outra pessoa, cedo ou tarde, vai se reacender.
Pense também que a pessoa está descontrola, mas que logo, logo ela voltará ao normal.
Como você vê, manter a sua luzinha sempre acesa, depende só de você.
Então BOA SORTE!

Livro "Se liga em você -Tio Gaspa de Luiz Antonio Gasparetto"



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