Páginas
- Página inicial
- Evangelizadores
- Espaço Criança
- Recadinhos aos pais
- Historinhas
- Pequeno Espírita - Você Sabia que..
- Jesus
- Biografias
- Estudo de Livros
- Indicamos os seguintes livros:
- Vídeos e Músicas
- Coletâneas de Preces
- Deus
- Evangelho no Lar
- Livros para a infância e juventude
- Parábolas de Jesus
- Projeto Anual Aulas
- Nossos Blogs
- Página inicial
imprimir
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
DEUS - Caibar Schutel
quarta-feira, 20 de maio de 2015
"Deus segundo Spinoza" ou "Deus falando com você"
" Acredito no Deus de Spinoza que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa em premiar ou castigar os homens".
Baruch Spinoza, filósofo judeu, viveu em Portugal no séc. XVII
Na Holanda, pelas suas ideias, foi banido pelos rabinos judeus.
Este texto foi chamado
"Deus segundo Spinoza" ou "Deus falando com você":
"Pára de ficar rezando e batendo no peito. O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes da tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz.
Pára de ir a estes templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. A Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nas praias. Aí é onde eu vivo e expresso o meu amor por ti.
Pára de me culpar pela tua vida miserável; eu nunca te disse que eras um pecador.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes ler-me num amanhecer, numa paisagem, no olhar dos teus amigos, nos olhos do teu filhinho... não me encontrarás em nenhum livro...
Pára de tanto ter medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem me incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso castigar-te por seres como és, se fui Eu quem te fez?
Crês que eu poderia criar um lugar onde queimar todos os meus filhos, que não se comportassem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento que em ti só geram culpa, são artimanhas para te manipular, para te controlar .
Respeita o teu próximo e não faças aos outros o que não queiras para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção à tua vida; que o teu estado de alerta seja o teu guia. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Pára de crer em mim... crer é supor, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas a tua filhinha, quando acaricias o teu cachorro, quando tomas banho de mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra acreditas que Eu seja? Tu sentes-te grato? Demonstra-o cuidando de ti, da tua saúde, das tuas relações, do mundo. Expressa a tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como um papagaio o que te ensinaram sobre mim.
Que marilhoso texto. Obrigada querida Rose Pedersoli Fuhrmann.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Estamos mergulhados num oceano de energia. Há muito mais do que enxergamos...
Você já parou para pensar que existe uma realidade muito maior do que nossos olhos conseguem enxergar? Como a própria tecnologia da ciência moderna tem revelado, o mundo invisível é maior e mais atuante do que imaginamos.
O “milagre” das ondas do rádio, da televisão e das transmissões por satélite encurtando as distâncias na comunicação nos faz imaginar quantas coisas ainda estão para serem descobertas neste maravilhoso universo em que vivemos.
Estamos mergulhados num oceano de energias regidas por leis naturais, que nos sugerem a existência de uma inteligência superior
Ela nos criou e, com sabedoria, manifesta seu propósito por meio de leis que, apesar de invisíveis, agem em prol do progresso. Está na hora de superarmos o preconceito e buscarmos entender qual oi propósito que esse ser superior – Deus, Jeová, seja qual for o nome que você lhe der – tem e para o qual estamos sendo conduzidos pela vida.
Você é única, eu também. Não existe duas pessoas iguais. Qual o objetivo dessa diversidade? Limitados em nossos cinco sentidos, como poderemos descobrir o que estamos fazendo aqui, de onde viemos e para onde vamos? Tais perguntas, que têm sido feitas desde que o homem começou a pensar, precisam ser respondidas. É chegado o momento em que a vida está revelando seus segredos. Mas, segundo dizia Jesus, só “para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.”
Desde o começo da nossa Era, os espíritos desencarnados se manifestam, interferindo na vida das pessoas. A Bíblia – o livro mais antigo e vendido do mundo – é uma coleção dessas manifestações; relata tanto as comunicações dos espíritos elevados como dos mais ignorantes.
Os espíritos superiores nos falam que fomos criados à semelhança de Deus e somos espíritos eternos. Nascemos ignorantes, mas com um potencial imenso dentro de nós, a fim de que tenhamos o mérito de conquistar a sabedoria ao desenvolver nossa consciência.
Nosso destino é, na medida que tomamos conhecimento da realidade, trabalharmos a favor da vida, contribuindo para a melhoria das pessoas e da sociedade como um todo, nos tornando úteis e nos integrando aos propósitos divinos. Dessa forma é que alcançaremos uma vida melhor e poderemos desfrutar de todo o bem que Deus nos destinou.
Portanto, está na hora de você se esforçar para sair do negativismo e da inversão dos valores em que nossa sociedade vive. Ela plantou em sua cabeça convicções que não são verdadeiras e limitam seu desempenho – afinal, é de acordo com elas que você age.
Melhore seu senso de realidade, sentindo o que vai em seu mundo interior. Ele lhe revelará sua verdadeira vocação, posicionando-a no seu verdadeiro lugar. Confie no que sente. Não confunda as emoções, que refletem as falsas crenças aprendidas, com seus verdadeiros sentimentos. Com treino e firmeza, logo saberá diferenciar uma coisa da outra.
Lembre-se de que é um espírito eterno e que dentro de você há um grande potencial (que é de sua responsabilidade desenvolver) que representa o preço para a conquista da sua paz e da sua felicidade.
Informe-se sobre as modernas descobertas da ciência, busque o autoconhecimento, trabalhe a favor da vida, aprecie a beleza em todas as suas formas. Dê a si mesma todo o bem que puder e sempre valorize o bem alheio, pois é nele que atraímos todas as coisas boas que desejamos, conquistar. Experimente e verá!
Zíbia Gasparetto
www.universonatural.wordpress.com
terça-feira, 7 de abril de 2015
Deus - aula I
Um carneirinho muito inteligente, mas indiciplinado, viu o quanto sua lã era útil, beneficiando a muita gente; e sentindo-se mais importante que os outros animais, revoltou-se contra a tosquia.
- Sou muito precioso - pensava - não vou passar frio, de tempos em tempos. Não quero mais ficar sem minha linda lã.
Assim,pensava o carneiro, esquecido das ricas rações que o alimentavam, lembrando-se apenas de examinar os prejuízos que supunha sofrer.
Muito triste, dirigiu-se ao Criador.
- Meu Pai, não estou satisfeito com a minha pelagem. A tosquia é um tormento. Modifique-me, Senhor!
O Criador, ouvindo-o perguntou-lhe:
- Que queres que eu faça?
Vaidosamente, o carneirinho lhe respondeu:
- Quero que minha lã seja de ouro.
Seu pedido foi satisfeito. O pequeno carneiro tornou-se todo de ouro.
Assim que o orgulhoso carneirinho se mostrou cheio de pêlos preciosos, várias pessoas o atacaram sem piedade. Arrancaram-lhe os pêlos de ouro, deixando-o machucado.
- Pai, os salteadores me roubaram! Mude novamente o que me cobre! Quero que minha lã seja de porcelana.
E o carneirinho teve sua lã transformada em porcelana.
Assim que apareceu na campina, uma enorme ventania quebrou-lhe os pêlos, deixando-o em chagas.
Muito aflito, foi ao Altíssimo e disse:
- Mude- me novamente. Quero que minha lã seja de mel.
A lã do carneirinho tornou-se de mel. Assim que se viu entre os companheiros, um enxame de marimbondos cobriu-o, sugando-lhe os pêlos doces de mel, e fazendo-o correr apavorado.
O pobre carneirinho voltou ao Altíssimo e falou:
- Pai, ainda desta vez não deu certo. Quero que minha lã seja como as folhas de alface!
Sendo atendido seu pedido, saiu mostando-se alegre, por ser diferente de seus companheiros. Quando passou pelos cavalos e burros, não conseguiu sorte melhor que nas vezes anterirores. Comeram-lhe as folhas e deixaram-no muito ferido.
Novamente o carneirinho foi em busca do Criador e disse-lhe, entre lágrimas:
- Pai, não suporto mais! Não quero ser superior aos meus irmãos. Quero voltar a ser o carneirinho que sempre fui!
Feliz, o carneirinho juntou-se aos seus companheiros no vale, agora satisfeito por entender que Deus é sábio naquilo que faz.
Zombavam dos bons conselhos.
O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a
Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães en-
Os alunos retiraram-se cabisbaixos.
E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se
O comboio percorreu léguas e léguas, dentro das trevas densas, quando, alta noite, ele viu, à luz do farol aceso, alguns sinais que lhe pareceram feitos pela sombra de dois braços angustiados a lhe pedirem atenção e socorro.
Emocionado, fez o trem parar, de repente, e, seguido de muitos viajantes, correu pelos trilhos de ferro, procurando verificar se estavam ameaçados de algum perigo.
Depois de alguns passos, foram surpreendidos por gigantesca inundação que, invadindo a terra com violência, destruíra a ponte que o comboio deveria atravessar.
O trem fora salvo, milagrosamente.
Tomados de infinita alegria, o maquinista e os viajores procuraram a
pessoa que lhes fornecera o aviso salvador, mas ninguém aparecia. Intrigados, continuaram na busca, quando encontraram no chão um grande morcego agonizante, O enorme voador batera as asas, à frente do farol, em forma de dois braços agitados, e caíra sob as engrenagens. O maquinista retirou-o com cuidado e carinho, mostrou-o aos passageiros assombrados e contou como orara, ardentemente, invocando a proteção de Deus, antes de partir. E, ali mesmo, ajoelhou-se, ante o morcego que acabava de morrer, exclamando em alta voz:
- Pai Nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores, não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.
Quando acabou de orar, grande quietude reinava na paisagem.
Todos os passageiros, crentes e descrentes, estavam também ajoelhados, repetindo a prece com amoroso respeito. Alguns choravam de emoção e reconhecimento, agradecendo ao Pai Celestial, que lhes salvara a vida, por intermédio de um animal que infunde tanto pavor às criaturas humanas. E até a chuva parara de cair, como se o céu silencioso estivesse
igualmente acompanhando a sublime oração.
Do livro Pai Nosso de Meimei psicografado por Francisco Cândido Xavier.
ATIVIDADE: DESENHO LIVRE.
Sendo Luizinho um menino muito arteiro, sua mãe o repreendia sempre pelas coisas erradas que fazia. Puxava o rabo do gato, brigava com a irmã, discutia com os colegas na escola, desmontava a bicicleta, quebrava o aparelho de som, entre outras coisas. Ao ser repreendido, caindo em si, Luizinho dizia:
— Desculpa, mamãe. Fiz sem pensar. Quando vi já tinha feito!
Por isso, a mãe precisava estar sempre atenta ao que Luizinho estivesse fazendo. Naquele dia, após outra arte, cansada das suas traquinagens, a mãe disse-lhe muito séria:
— Meu filho, você precisa pensar mais no que vai fazer. Você já tem oito anos e não pode agir como se tivesse três!...
Sentindo-se culpado, ele explicou:
— Eu sei, mamãe. Mas quando vi... já tinha feito!
— Pois é exatamente esse o ponto, Luizinho: você precisa pensar antes. Depois que fazemos alguma coisa, não há como voltar atrás. Por exemplo: Ontem você subiu no telhado da casa; poderia ter caído e se machucado seriamente! Outro dia, escondido, você acendeu um fósforo e colocou fogo num monte de coisas velhas que não queria mais, no seu quarto. E, se eu não visse, poderia ter queimado tudo em nossa casa! Felizmente, senti cheiro de fumaça e consegui apagar o fogo antes que causasse estragos maiores! E outro dia...
— Chega, mamãe! Sei que tem razão. Tenho agido muito mal. Prometo que não vou fazer arte de novo. Vou tentar melhorar — disse o garoto.
— Está bem, meu filho. Essa é uma decisão importante. Faça uma prece e peça ajuda a Jesus. Com certeza será atendido, desde que realmente deseje melhorar. Mas, antes de fazer qualquer coisa, pense: Eu gostaria que alguém fizesse isso comigo?
E foi o que o menino fez. À noite, antes de dormir, pediu a Jesus que o alertasse quando estivesse para fazer algo errado. Assim, quando Luizinho acordou de manhã, pensou:
— Hoje vou fazer tudo direitinho, como a mamãe ensinou. Jesus vai me ajudar!
Cheio de bons propósitos, Luizinho saiu de casa. Na rua, a caminho da escola, viu Amanda à sua frente, uma colega de quem não gostava muito. Teve o impulso de puxar-lhe os cabelos e sair correndo. Quando já estava com a mão estendida, Luizinho se lembrou do que a mãe tinha dito, e pensou: Se eu estivesse no lugar dela, gostaria que fizessem isso comigo? Não, eu não gostaria! Então, baixou o braço. A garota o viu, ele sorriu para ela e começaram a conversar, seguindo juntos até a escola. E, afinal, Amanda não era chata como ele pensava. Era até bem simpática!...
Na hora do recreio, Luizinho viu Jorge, um garoto com um sanduíche na mão, preparando-se para comê-lo. Naquele momento, teve vontade de derrubar o lanche do colega no chão, só para ver a reação dele. Mas, de repente, ele pensou melhor, e desistiu, baixando o braço. Como estivesse perto, sentou-se ao lado do menino e começaram a conversar. Assim, ele ficou sabendo que Jorge era muito pobre e que aquele sanduíche sua mãe tinha preparado para ser comido no café da manhã, mas ele preferira levá-lo para comer na escola, de modo a se sentir igual aos demais garotos. Luizinho perguntou:
— Jorge, você até que é um cara legal! Por que vive isolado dos outros colegas?
— É porque sou muito tímido. Mas eu gosto de conversar, como estamos fazendo agora!
Eles saíram dali e foram brincar no escorregador e se divertiram bastante. Logo o recreio terminou e eles voltaram para a classe, mas agora eram amigos.
Retornando para casa, Luizinho encontrou um cachorrinho de rua e teve vontade de lhe dar um pontapé. Percebendo sua intenção, o animal encolheu-se contra a parede, cheio de medo. Mas, ainda uma vez, o menino pensou no que ia fazer, e parou. Vendo o cãozinho assustado, abaixou-se e fez-lhe um carinho. O animalzinho, agora com expressão diferente, fitou-o e lambeu-lhe a mão, aconchegando-se às suas pernas. Cheio de piedade, Luizinho levou seu novo amigo para casa.
A mãe ficou surpresa ao ver o filho chegar com o cãozinho, e o menino explicou:
— Mãe, eu encontrei este cachorrinho na rua. Pelo jeito, ele não tem dono. Posso ficar com ele?
— Pode, meu filho. Mas você será o responsável por ele. Ele vai depender de você.
— Pode deixar, mãe. Vou cuidar bem dele.
Luizinho arrumou um lugar para seu novo amigo dormir, colocou uma vasilha com comida e outra com água, e depois lhe deu um bom banho. Logo, o cachorro estava com outro aspecto.
Antes de dormir, a mãe foi desejar-lhe boa noite e viu que o animalzinho estava ao lado da cama. Sorriu, perguntando:
— Qual o nome dele?
— Malhado. Mamãe, viu como ele se tornou meu amigo?
— É verdade. Sempre que fazemos o bem recebemos coisas boas de volta. E a amizade é uma delas!
Luizinho pensou um pouco, depois comentou o dia que tivera:
— Você tem razão, mãe. Hoje, acordei com o propósito de fazer tudo certo, e, ainda assim, quase pus tudo a perder. Mas, quando ia fazer alguma coisa errada, algo me alertava e eu pensava nas palavras que me disse ontem à noite, isto é, que eu me colocasse no lugar da outra pessoa. E foi o que eu fiz!...
E contou para a mãe tudo que tinha acontecido, terminando por afirmar:
— Graças a ter-me comportado bem, fiz tudo certo e ganhei três novos amigos hoje: Amanda, que não era chata como eu pensava; Jorge, que não conversava comigo porque é muito tímido, e que descobri ser bastante simpático. E, finalmente, o meu querido Malhado, que encontrou um lar. Por tudo isso, estou feliz, mamãe!... Estou em paz comigo mesmo e com os outros!... E tudo isso num único dia!...
A mãe sorriu, envolvendo o filho num grande e afetuoso abraço.
— Entendo o que está sentindo, meu filho. Essa é a paz da consciência tranquila. Então, vamos fazer uma prece e agradecer a Jesus pelo dia que você teve hoje. E que os futuros dias também sejam cheios de bênçãos.
Fonte: O Consolador
ATIVIDADE - DESENHO LIVRE.

