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terça-feira, 23 de junho de 2015

Poesias para as Crianças

As bonecas

Tenho muitas bonecas
Que ganhei de presente
Do papai e da mamãe
Bonecas que parecem gente.

Algumas podem falar ou andar
Outras chegam a sorrir
Prefiro as bonecas de panos
Que a vovó adora costurar.

Toda menina tem uma boneca
Para com ela brincar
São as guardiães dos nossos segredos
Nelas podemos confiar.

Rosângela Trajano

http://www.rosangelatrajano.com.br/index.php/poesias-para-criancas/6-as-bonecas

sábado, 13 de junho de 2015

Fatos da Infância


Pai, o elefante era pequeno. Então, ele cresceu e saiu voaaando.
Mas filha, como elefante voa? Ele não tem asas! – indaga a lógica paterna.
Ah, pai, é só uma estória. (Ana, cinco anos)

A infância surge como um período de preparação para o modo adulto de conhecer e pensar, segundo um ideário que aspira à autonomia com significação – uma resposta natural ao apelo humano para evoluir.
Embora sejam fatos cada vez mais cotidianos, sobretudo no Ocidente, as agendas cheias de compromissos da criança das classes média e alta, a precocidade dos comportamentos sexuais, os atos de violência praticados por crianças, levando à abreviação (ou mesmo fim) da infância, é possível, felizmente, identificar a criança, o seu devir, nos dias atuais: ela se mantém viva nas meninazinhas que brincam nos balanços dos parques urbanos; está atuante sob a irritação dos bebês superprotegidos pela parafernália eletrônica; resiste alegre no usufruto de um barco construído com caixa de papelão por dois meninos em uma casa de uma cidade qualquer; na invencionice de uma estorinha contada por uma menina de tranças à professora, ambas sentadas em um vasto gramado de um jardim de infância.
Mais do que nunca, especialmente no primeiro setênio, a criança precisa ter liberdade de movimento, de brincadeiras livres, desfrutar dia a dia de um ambiente amplo e lúdico, cujas ferramentas pedagógicas estimulam a (sua) criatividade. E tudo isso como um saudável início de um processo que desempenhará um papel determinante mais à frente na prontidão para escrever e ter uma linguagem de gestos e da escrita bem fortalecida, além de um pensar vivo...
Como o início da vida humana é marcado por impulso e reflexo que se movimentam sem coordenação, é vital oferecer nos primeiros anos um caminho pedagógico movido por um intuito de alimentar o físico, o emocional, o intelectual e o social da criança, respeitando os ritmos de seu desenvolvimento.
Todavia, para a saúde futura do indivíduo, o processo educacional não deve antecipar desafios cognitivos desnecessários ou propor uma aprendizagem estimulada por condutas antissociais, ciente o educador (e os responsáveis pela criança) de que a própria Natureza age para que possamos aprender e, desse modo, é seguro observar a natureza de cada criança para errar menos no (seu) processo de educar.

As crianças são nosso futuro. Mas o que estamos a oferecer às crianças?

Nesta época de vazio e desespero, de escassa coragem, é preciso assegurar à infância uma vivência ativa das percepções, elemento importante para as futuras escolhas e decisões e, por isso, dentro de casa e na escola, os dois universos de referência nos primeiros anos de vida, pais e professores, precisam perceber que a competitividade, o sucesso e a fama não servem como referenciais educativos para o prelúdio da existência.




 http://www.oconsolador.com.br/ano9/418/eugenia_pickina.html

sábado, 2 de maio de 2015

10 coisas que não devemos dizer as crianças

Pediatra lista 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Vale a pena ler, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.


(Fonte: http://www.mulher.com.br/mae/o-que-nao-se-deve-falar-para-as-criancas)

Extraido http://www.passatempoespirita.com.br/products/a10-coisas-que-n%c3%a3o-devemos-dizer-para-as-crian%c3%a7as/

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dia das Crianças!!!

Dia de festa...
Dia de alegria...
Dia de colorido...
Dia de risada...
Dia de doces...
Dia de brincar!
Vamos deixar nossa criança interior se manifestar...
Vamos ser criança... Vamos ser simples...
Vamos nos perdoar...
Vamos Sorrir...
Vamos nos acarinhar!
Elaine Saes


Criança Feliz,
Feliz a cantar...
Alegre a embalar,
Seu sonho infantil.

Oh! meu bom Jesus,
Que a todos conduz,
Olhai as crianças 
Do nosso Brasil!

Crianças com alegria,
Qual um bando de andorinhas,
Viram Jesus que dizia,
"Vinde a mim as criancinhas".

Hoje no céu um aceno,
Os anjos dizem amém,
Porque Jesus Nazareno,
foi criancinha Também!

Composição de Francisco Alves/ Rene Bittencourt


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Educando nossos filhos...


Aquele que experimenta a ventura da maternidade ou da paternidade, que tem a alegria incontida de um filho, vindo pelos caminhos biológicos ou pelos caminhos do coração, nunca mais será o mesmo.
Não nos referimos àqueles que simplesmente possibilitam o nascimento, oferecendo seu material genético ou o corpo para o desenvolvimento do feto. Esses não são os que chamamos de pai ou de mãe.
Falamos daqueles que se envolvem até as entranhas da alma, em nome da vida daquele a quem têm a responsabilidade de criar. E não é tarefa fácil.
São as preocupações iniciais da saúde, do corpo ainda frágil se desenvolvendo, começando sua jornada na Terra. O leite materno, a comida balanceada, as vacinas, as noites insones.
Logo mais se sucedem outras preocupações. São os primeiros tombos, as mordidas e brigas na escola, as aulas, tarefas. E, rapidamente vão crescendo. E junto surgem outras e novas necessidades e preocupações.
Depressa chega a adolescência com seus desafios. As dores das primeiras desilusões sentimentais, a decisão do futuro profissional, a inserção no mercado de trabalho, a independência financeira, enfim, tantas preocupações...
Porém, no meio de tantos desafios, há que se perguntar: O que é mais importante para educar um filho?
Alguns talvez respondam que o mais importante é oferecer a ele uma excelente instrução, os melhores colégios, permitir-lhe bons desafios intelectuais.
Outros possivelmente digam ser importante mostrar-lhe as coisas da vida. Dar-lhe noção do mundo, suas armadilhas, a vida de relação, as responsabilidades.
Talvez ainda haja os que digam ser o mais importante dar-lhe noções de religiosidade, fazê-lo entender Deus, não importando como esse Deus se denomine.
Mas infundir-lhe o entendimento do Pai, da nossa relação com Ele e com nosso próximo.
É verdade que nada disso está errado. Todas essas ferramentas estão corretas, e devemos dedicar esforços para oferecê-las aos nossos filhos.
Porém, ao educá-los, haverá uma ferramenta muito mais importante e que deve acompanhar todas as outras: o amor.
Educar um filho é tarefa que, para ser bem sucedida, não dispensa a companhia do amor.
Não desse amor que se fala, mas do amor que age. Do amor paciência, do amor abnegação, do amor companheirismo, amor amizade... Indispensável.
Educar um filho somente oferecendo o que o mundo tem de melhor é instruí-lo, é dar-lhe a formação do cidadão.
Porém, se desejarmos educar nosso filho formando-lhe o caráter, alimentando-lhe a alma que está escondida além da forma física, é indispensável e insubstituível o amor.
Desta forma, procuremos amar nosso filho e externemos nosso amor de forma que ele o possa perceber.
Digamos-lhe o quanto o amamos. Olhemos nos seus olhos para buscar sua alma e entendê-lo. Compreendamos que ele também é um Espírito imortal, cheio de dificuldades e dúvidas, e que conta conosco.
Assim, ele será alimentado, não só pela excelente formação intelectual que lhe oportunizemos mas, muito melhor que isso, terá alimentado o coração, tornando-se forte para enfrentar a existência e seus desafios.
Todo aquele que se sente amado em profundidade, supera os dramas, erros e tropeços com os quais, porventura, venha a se envolver nos caminhos da vida, buscando com mais facilidade o caminho do bem e da felicidade.
Redação do Momento Espírita.
Em 08.04.2011.
Agradecimento a querida Andrea Cinachi Torres
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