imprimir

Mostrando postagens com marcador Datas comemorativas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Datas comemorativas. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de maio de 2018

Mães extraordinárias


Ajudar ao semelhante é a primeira lição de Jesus.
Quando lemos um texto que retrata essa atitude, aflora a emoção... Achamos lindo! Isso mostra o quanto o Mundo em que vivemos, está com os valores invertidos.
Trago mais um texto (verídico) como exemplo de conduta, que nos levará à reflexão ... Em como estamos pensando... Ao que estamos dando mais valor... Como estamos agindo...E também nos mostra, como será a postura dos habitantes  no futuro "próximo" desse Planeta Terra. 

Que essa leitura traga fluidos de paz e fortaleça seus princípios do Amor ao Próximo.

Boa leitura. Elaine Saes



 Mães Extraordinárias

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico, de imediato, diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – Perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta do meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.
*   *   *
Toda mãe é uma educadora.

 Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o casulo carnal.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.

 Redação do Momento Espírita, com base em fato,
ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 18 e no
livro Momento Espírita, v. 6, ed. FEP.
Em 22.7.2013.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Canção do Natal


Casimiro Cunha

 

Mestre Amado, agradecemos,

em teu Natal de alegria,

a paz que nos anuncia

a vida superior...

 

Por nossa esperança em festa,

pelo pão, pelo agasalho,

pelo suor do trabalho,

louvado sejas, Senhor!...

 

Envoltos na luz da prece,

louvamos-te os dons supremos,

nas flores que te trazemos,

cantando de gratidão!...

 

Felizes e reverentes,

rogamos-te, Doce Amigo,

a bênção de estar contigo

no templo do coração.
 

 

Do livro Antologia Mediúnica do Natal, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Família ideal


Enquanto ia para a Evangelização Infantil no Grupo Espírita, Jô lembrou que, em sua Escola, a próxima semana seria a Semana da Família. Ela não gostava dessa data porque seus pais não moravam juntos e, no ano anterior, seu pai trouxe a namorada para a Festa da Escola.

         Quando a aula de Evangelização iniciou, Jô descobriu que o assunto era Família. Ela se escondeu atrás de um livro, pois não queria falar sobre isso.

         Mas logo se interessou pelas fotos e gravuras de várias famílias: algumas com a figura do pai, da mãe, dos filhos e avós; em outras, o pai desencarnou e na foto estavam apenas a mãe e os filhos; havia uma em que os pais se separaram e moram em casas diferentes, e outra em que o filho mora com a mãe e há muito tempo não vê o pai porque ele mora em outro Estado.

         Logo as crianças começaram a contar sobre suas famílias: Fábio mora com os pais e os avós; a mãe de Edu desencarnou e ele mora com o pai; José mora com a mãe e o pai, e seu irmão mais velho mora em outra casa com a esposa e os filhos; Gil mora com a mãe, seu pai mora em outra casa, e seus avós vivem em outra cidade. Jô contou que seus pais se separaram, e que ela mora com a mãe e os irmãos.

         A evangelizadora explicou, então, que família não são apenas as pessoas que moram na mesma casa, mas as que estão unidas por laços de afeto. E que os pais que desencarnaram não deixam de fazer parte da família, apenas estão morando no Mundo Espiritual, e que de lá amam seus filhos e zelam por eles.

         - Então, qual a melhor família? - perguntou Adriana, a evangelizadora.

         Ninguém respondeu. Jô pensou em uma família com pai, mãe e filhos, todos morando na mesma casa.

         A evangelizadora olhou para um aluno e apontou dizendo: - A sua! Apontou para outro e disse a mesma coisa. E assim fez com todas as crianças.

         E concluiu:

         - Não existe uma família ideal. Cada um tem a família certa para si. Existem apenas diferentes tipos de família, cada uma com suas características, mas cada família é especial!

         Aos poucos, as crianças compreenderam que cada um escolhe reencarnar na família que é a mais indicada para o que precisam aprender nesta vida. E que família é um grupo de pessoas que se reúnem para se ajudarem e evoluírem juntas.

         No final da aula, Jô desenhou sua família: a mãe, o pai, os irmãos, e os avós que já desencarnaram; afinal, aquela não era uma família diferente, mas uma família especial, a sua família.


Claudia Schmidt
Seara Espírita nº 84 - novembro de 2005 e Parte do livro Universo Infantil



sábado, 16 de maio de 2015

Pais e Filhos - Companheiros de Jornada

Ser perfeito não é se encaixar num molde de pessoa ideal.
 Calunga.













Boa parte de nossas vidas vivemos de imaginar papéis e de tentar vivê-los, de atribuir papéis aos que nos cercam, e esperar que os vivam. Isto é ainda mais evidente quando se fala de pais e filhos.

A maioria dos pais e mães tem uma imagem de paternidade e de maternidade construída ao longo dos milênios e do processo educativo e social, das influências da mídia e dos pais que teve, e projeta para si um ideal de conduta perante os filhos. Mesmo quando discordamos dos pais que tivemos e decidimos adotar outras maneiras de agir, ainda assim não podemos negar que o que fazemos tem relação com o que fizeram.

Muito do que projetamos para nós também tem a ver com o modo como queremos ser vistos no nosso círculo de relações (família, colegas, amigos): cuidadosos, previdentes, interessados no bem-estar e no futuro dos filhos. 

Mas se pararmos para pensar no papel de pai que decidimos viver, encontraremos nele certas características: é afetuoso ou distante, preocupado ou laissez-faire, flexível ou autoritário, exigente ou liberal... 

E este papel assumido, além de não ser garantia de que nos tornamos bons pais, nem sempre tem a ver com o modo como realmente sentimos, dentro de nós. 

Bem nos lembrava J.A. Gaiarsa, em Minha Querida Mamãe (Ed. Gente), de que as famílias funcionam muito mais a partir das expectativas e imposições entre seus membros que da percepção de si mesmo e do outro. Definimos deveres recíprocos e isto nos poupa de olhar olho no olho, de prestar atenção na criatura que vive conosco, de observar se ela é feliz e se nós mesmos estamos felizes com o modo de vida que adotamos. 

Pensamos, por exemplo, em proporcionar cultura, diplomas, bens, como sendo grande parte da função dos pais. E imaginamos que os bens e os diplomas que vamos deixar para ele vão substituir as inúmeras horas de convivência que passamos tensos ou indiferentes às suas necessidades. 

Contudo, pensando melhor, vemos que a posse de coisas e o saber acadêmico não substituem a realização interior que deve acompanhá-los, e que eles podem descobri-la conosco, observando nosso modo de lidar com nossos bens e conhecimentos. No entanto, como fazemos isto?... 

E no relacionamento familiar? Será que interiorizamos clichês do tipo: mãe de verdade faz assim, pai que é pai jamais permitiria tal coisa? E economizamos nossa sensibilidade, tantas vezes embotada por falta de uso, aplicando jargões num terreno que é dos mais importantes de nossas vidas: na educação de nossas crianças. E ainda usamos tais frases, freqüentemente, acompanhadas de: que diriam nossos amigos ou vizinhos, se agíssemos diferente?... 

Talvez seja hora de nos preocuparmos menos com o que pensam os outros e de tentar compreender o que pensam os nossos filhos. 

De entrar em contato com o que realmente sentimos ser bom para nós e para nossa família. De checar nossas crenças arraigadas e antigas, se todas continuam valendo.

De verificar que temos inseguranças e incertezas como qualquer ser humano e não precisamos ter vergonha de assumi-las abertamente. 

Pais nem sempre tem razão. Pais podem eventualmente não saber que atitude tomar. Pais sempre podem pensar melhor sobre o que foi dito. Pais podem aprender algo com seus filhos. Podem reconsiderar sem perder a autoridade e o respeito. 

Que neste 2002, se posso desejar isto, desejo que todos estes pais que vêm sofrendo para caberem num ideal de pai e de mãe onisciente e previdente, sempre seguro e dono da verdade, despertem para a verdade. 

O preço mínimo desta ilusão é a hipocrisia e o distanciamento, e certamente não desejamos pagá-lo. Afinal, nossos filhos até podem encontrar ombros e ouvidos em muitos lugares, felizmente. Mas se lhes perguntássemos, saberíamos que eles prefeririam ter os ombros e ouvidos, a atenção, a compreensão e o carinho de seus pais. 

Rita Foelker
*Em Pensamentos que Resolvem, Ed. GIL.
Extraído http://www.espirito.org.br/portal/artigos/rita-foelker/pais-e-filhos.html



domingo, 10 de maio de 2015

Mãe

Jesus perguntou aos discípulos: 

- “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”

Essa pergunta de Jesus cala fundo dentro de nós até hoje porque, pelas reencarnações, todos nós, já tivemos diversas mães, diversos pais, diversos irmãos, diversos parentes, confundidos que são pela voragem do tempo e pela dinâmica da vida.

A mãe de ontem pode ser nossa irmã na presente encarnação. Por isso, Jesus perguntou aos discípulos quem era a Sua mãe e os Seus irmãos.

As afinidades nos aproximam e nos colocam em lugares análogos, pois o caso espiritual de termos afinidades, nos levam a andar com os mesmos Espíritos em uma mesma estrada por longos séculos.

Somos Espíritos em busca da redenção e o aprimoramento espiritual para alcançarmos uma relativa perfeição e essa jornada nos leva a andarmos ao lado daqueles que nos querem bem.

As mães são os seres iluminados que clareiam a nossa estrada. Somos Espíritos em busca de luz e Deus permite que tenhamos a mãe, durante certo período da vida, para que possamos seguir a marcha dos justos e crescer em espírito.

Felizes daqueles que podem ter uma mãe. Feliz é a mãe que honra esse nome, que seja mãe de verdade, que ensine, ajude, proteja, eduque, mostre o caminho do bem, alicerçado nos ensinamentos do Cristo Jesus.

Bendigo essas mães maravilhosas que ensinam os filhos a seguir no caminho da caridade, da justiça, da fraternidade e do bem. Elas são dignas de serem chamadas de mãe.

Todos nós tivemos diversas mães, pela pluralidade das encarnações e elas se confundem em nosso pensamento, em nosso coração. A multiplicidade de encarnações expande nossas relações com os Espíritos muito mais do que possamos imaginar.

Muitas delas foram nossas mães em vidas anteriores e hoje são nossas irmãs. Muitas retornaram conosco em encarnações múltiplas na figura de nossa mãe.

Esse sentimento de amor que une mães e filhos fica incrustado nos corações dos seres que acabam por repetir a experiência ocorrida em vidas anteriores.

Nós, que estamos no mundo dos espíritos, trabalhando com mães diversas como a avó Maria, Maria Rosa, Senhora Maria, descobrimos que as mães são seres que nos recebem em seu aprisco, nos confortam, iluminam e nos ajudam em nossas dificuldades. São os seres que nos amam incondicionalmente para que possamos desfrutar de seu amor em qualquer tempo.

Temos a misericórdia divina de contar com Mãe Santíssima, a mãe de todas as mães, a nos proteger em todos os momentos. Ela acalma nosso coração e nos guia em todos os momentos.

A mãe é o ser que protege e ajuda sem pensar em receber qualquer retribuição.

- “Quem é minha mãe, quem são meus irmãos?”

A pergunta de Jesus ainda cala fundo em nosso coração, pois todos aqueles que seguem o Seu ensino são nossa mãe e nossos irmãos.


Luisinho/Luiz Marini 06-05-2015

extraido: www.cebezerrademenezes.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=317:maes&catid=2:mensagens-recebidas&Itemid=8

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Uma Mensagem Maravilhosa para todas as Mães

Um Presente para todas as Mães



Eu ainda quase nem existia, mas já sabia o que era ser amado.

Sentia-me protegido, tocado, abraçado.

E, a cada dia, todos esses sentimentos pareciam aumentar ainda mais.

Com o tempo eu fui crescendo, crescendo, até chegar o dia de conhecer quem cuidava de mim com tanto carinho.

Mamãe, a primeira palavra que eu aprendi a falar. E, sem dúvida, a mais bonita de todas.

Nunca vou esquecer aquele seu sorriso quando eu cheguei ao mundo.

Você era tão jovem e tão bela, que logo me encantei. Ali, eu já sabia, eu tenho a melhor mãe do mundo.

Hoje, eu quero sentir de novo aquela proteção, aquele colo e aquele carinho que só você é capaz de demostrar.

Eu sei, em todos esses anos, fui responsável por mudar sua rotina, seu humor, criei algumas preocupações e talvez até algumas rugas. Mas nada que tenha tirado a sua beleza. Aliás, ela parece ser infinita.

Cheguei assim, meio de repente, do nada, sem pedir licença. E, por isso, peço que me desculpe.

Mas você era guerreira, lutou para me dar sempre o melhor. Arregaçou as mangas para não deixar faltar nada. Era Incansável, Corajosa, forte e, acima de tudo, mãe.

Quantas vezes eu já desapontei você? Quantas vezes fiz manha, birra? Ou tentei vencer pelo choro? Lembro-me de uma época onde nada era o suficiente para me agradar, queria sempre mais, Coisa de aborrecente.

Mas você nunca desistiu de mim.

Pelo contrário, sempre estava lá... Dando-me conselhos, orientando é, às vezes, até brigando. Claro, tudo pelo meu bem.

Por isso, mais do que homenagear eu gostaria de pedir desculpa.

Desculpa por não ter lhe ouvido, desculpa por ser arrogante, desculpa por ter sido imprudente e desculpa por nem sempre conseguir expressar esse grande amor que sinto por você.

Hoje e Por toda minha vida eu vou rezar, vou lutar e vou pedir para que você possa sempre ter o melhor que a vida oferece. Assim, da mesma forma e com a mesma garra que você fez por mim a vida toda.

E não porque mãe só existe uma e sim porque amor de mãe é único.



(Deivison Pedroza)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Homenagem às Mães.

HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES

Introdução Neste dia tão bonito vamos homenagear todas as mães. Vamos exaltar nesta manhã os valores, os sentimentos que vem de dentro do coração de uma Mãe.


 Início :  Versos (ditados por alunos):

                                           
 I
Mãe
É o calor que sentimos
É a voz que ouvimos
Antes de nascer
II
Mãe
 a pura amizade
É a maior saudade
Que alguém pode ter
III
Mãe
É o amor sem medida
É a mão estendida
A nos abençoar
IV
Mãe
É o remédio que cura
Com a doce ternura
De um simples olhar
V
Mãe
É o coração que sente
O que está dentro da gente
VI
Mãe
É a alma que não peca
É o rio que não seca
É a fonte do amor.
VII
Mãe
É a palmada de amor
É o Anjo da Guarda
É o lar, é o ninho
É a luz que ilumina
O nosso caminho.
VIII
Mãe
É a discussão
Que sempre acaba em perdão
É a briga sem mágoa
É o sabão, é a água
Que lava e consola
 nosso coração

IX
Mãe
 minha mãe, minha amiga
Tua voz me consola, Teu colo me abriga
Mãe, minha mãe, minha amiga
A gente se liga desde a sua barriga


Mensagem 1                       Minha Mãe (de Maria Dolores)

       Desejava Mãezinha, para testemunhar-te afeto e gratidão, escrever-te um poema que me fotografasse o coração.
E, ao servir-me do verbo, quisera misturar a beleza das flores e das fontes, o azul do céu, o ouro do sol e os lírios do luar!...
Anseio enaltecer-te!... A palavra, no entanto, Mãe querida, não consegue mostrar as bênçãos incessantes que nos trazes à Vida.
Em vão consulto dicionários! Não encontro a expressão lúcida e bela que nos define claramente a luz que o teu sorriso nos revela...
Ofereço-te, assim, ao carinho perfeito o doce pranto de agradecimento que verte do peito.
As lágrimas que choro de alegria refletem, uma a uma, as estrelas de amor que te engrandecem – a tua glória em suma!...
És tudo de mais lindo que há no mundo – o agasalho, a ternura calma e boa, o refúgio de santo entendimento, a presença que abençoa...
Desculpa meu tesouro de esperança, se não te sei nobilitar o reino de bondade e sacrifício, no sustento do lar!
E não sabendo, Mãe, como louvar-te a celeste afeição, rogando a Deus te glorifique a vida, trago-te o coração.

proxima introdução:  -    Mães pedimos as nossas crianças da salinha de evangelização que pensassem em qualidades de sua mãe... Vejam o que elas nos responderam...

- Minha mãe é...
(as crianças levantam as placas com a palavra e ficam sustentando-as.)

Amorosa/ Bonita/ Carinhosa/ D+/ Divertida/ Educada/ Especial / Fabulosa/ Humilde/ Inteligente/  Meiga/ Paz/ Vida e Coração.

 Mães revigorem-se com essas palavras.  Tens uma missão muito valorosa.

Prece

Senhora. Nossa Mãe do Céu.
 Mãe da humanidade.
Pedimos por todas as mães.
Ajude-as senhora nessa caminhada de renuncia e amor. 
Fortaleça-as na tarefa de criar e encaminhar
Espíritos irmãos. No caminho do bem.
Proteja seus corações. Mantendo-os limpos e puros de toda animosidade.
Para que possam praticar a cada instante de sua vida.
O amor e a humildade exemplificados por vós.
Que assim seja.
ElaineSaes.

Encerramento:  Queridas mamães temos algo para lhe dizer...(todos em uma só voz repetem).

                                        As Senhoras têm o mais belo coração que se pode ver.

Feliz dia das Mães.


Homenagem às mães realizada na Casa da Prece Jesus nos Guie em 2010

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dia das Crianças!!!

Dia de festa...
Dia de alegria...
Dia de colorido...
Dia de risada...
Dia de doces...
Dia de brincar!
Vamos deixar nossa criança interior se manifestar...
Vamos ser criança... Vamos ser simples...
Vamos nos perdoar...
Vamos Sorrir...
Vamos nos acarinhar!
Elaine Saes


Criança Feliz,
Feliz a cantar...
Alegre a embalar,
Seu sonho infantil.

Oh! meu bom Jesus,
Que a todos conduz,
Olhai as crianças 
Do nosso Brasil!

Crianças com alegria,
Qual um bando de andorinhas,
Viram Jesus que dizia,
"Vinde a mim as criancinhas".

Hoje no céu um aceno,
Os anjos dizem amém,
Porque Jesus Nazareno,
foi criancinha Também!

Composição de Francisco Alves/ Rene Bittencourt


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aprendendo a ser mãe






Vitória era uma menina boa, inteligente e criativa. Todavia era arteira e não aceitava quando a impediam de fazer alguma coisa.  

A mãe, preocupada com sua segurança e bem-estar, alertava: 
— Vitória, não mexa com fósforos. Você pode se queimar.  
E a garota, respondia: 
— Não vou me queimar, mamãe. Tenho seis anos e já sou grande! 

A mãe achava graça, abraçava a filha com amor, e guardava a caixa de fósforos no alto do armário, onde a pequena não poderia alcançar. 
E assim acontecia sempre. Quando Vitória brincava de casinha com as amigas, a mãe tinha que estar sempre atenta para que não se machucassem. Ora era uma faca, que a menina pegava para fazer comidinha, ora era o ferro elétrico que ela ligava para passar roupa; de outras vezes, subia numa grande mangueira que havia no quintal para apanhar mangas e assim por diante. A mãe não podia “descansar” um minuto.      
E Vitória reclamava, batendo o pé, indignada: 
— Mamãe! Sei o que estou fazendo. Já sou grande!  
A mãe a colocava no colo e explicava, com carinho: 
— Minha filha, você ainda tem muito que aprender. Quando você nasceu em nosso lar, Deus me fez responsável por sua vida. Minha tarefa é cuidar, educar e proteger você, de modo que nada de mal lhe aconteça. Como as mães de suas amiguinhas permitiram que elas viessem brincar aqui em casa, tenho que cuidar delas também. Entendeu?   
— Entendi, mamãe.  
— Ótimo. Mamãe não faz por mal e nem quer ser desmancha prazeres. Quando você crescer e tiver filhos vai entender melhor. Agora, vá brincar! 
No entanto, tudo continuava como antes.  

Certo dia, Vitória foi com sua mãe fazer compras. Na volta, um cãozinho de rua as seguiu. Tinha o pelo curto, branco com manchas marrons. Parecia abandonado.    
Vitória ficou encantada. Adorava cachorros. E aquele era tão pequeno e desprotegido!  
— Mamãe, podemos levá-lo para casa? 
— Não, Vitória. Ele tem dono.  
— Foi abandonado, mamãe. Tenho certeza. Vamos levá-lo.
   
A mãe recusava e a menina insistia. Conversavam paradas em frente a uma padaria. O dono, um simpático português, entrou no meio da conversa: 
— Queira desculpar-me, senhora, mas realmente esse cãozinho não tem dono. Vem sempre aqui porque costumo lhe dar um prato de leite.   
Vitória, com os olhos brilhando e um sorriso radiante, de mãos postas, suplicou: 
— Viu, mamãe, não lhe disse? Por favor! Vamos levá-lo para nossa casa. Ele terá um lar!  
Diante de tanta insistência, a mãe acabou concordando. 
— Está bem, Vitória. Com uma condição. Que você se responsabilize por cuidar dele: dar ração, água, banho e tudo o mais.  
A garota concordou, feliz. Pegando o filhote no colo, acariciou-o e disse: 
— Vamos, Bilu. Serei sua mãe e cuidarei de você. 
Desse dia em diante, Vitória só pensava no animalzinho. Cuidava dele com muito amor. Quando ela ia para a escola, ele queria acompanhá-la; quando ela voltava, ele a esperava no portão, e a primeira coisa que a menina fazia era abraçá-lo. Mas ela reconhecia que Bilu dava trabalho e estava sempre cuidando dele, vigiando:  
— Bilu, não suba no muro! Não coma porcaria do chão! Não vá para a rua, um carro pode pegar você! — E assim por diante.  
Quando acabava o dia, ela estava cansada, mas feliz, por tê-lo a seu lado. 
Na véspera do Dia das Mães, mãe e filha estavam sentadas no quintal observando Bilu que corria, latindo feliz, atrás de uma borboleta. Vitória olhou para a mãe e disse: 
— Mamãe! A senhora me disse que eu só entenderia o trabalho que dou quando crescesse e tivesse um filho. Não precisei crescer para isso. Bilu já me dá muito trabalho e preocupação. É como se ele fosse meu filho!  
A mãe sorriu achando graça do jeito sério da filha. Vitória sorriu também e trocaram um grande e carinhoso abraço, enquanto a menina exclamava: 
— FELIZ DIA DAS MÃES, mamãe! Ainda não comprei seu presente.  
A mãe suspirou, satisfeita, entendendo que Deus sabe o que faz e que dá a cada um, na vida, as experiências que precisa para aprender e amadurecer. Sua filhinha estava crescendo e tornando-se melhor. 
— Não precisa comprar nada, minha filha. Você já me deu o melhor presente que eu poderia desejar: Você!  



                                                       Tia Célia   


 Fonte: O Consolador

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

NATAL



"O NATAL EXPRIME RENOVAÇÃO DA ALMA E DO MUNDO, NA BASES DO AMOR, DA SABEDORIA E DO TRABALHO"

Bilhete de Natal
Meu amigo, não te esqueça,
pelo Natal de Jesus,
de cultivar na lembrança
a paz, a verdade e a luz.
Não olvides a oração
cheia de fé e de amor,
por quem passa, sobre a Terra,
encarcerado na dor. 
Vai buscar o pobrezinho
e o triste que nada tem...
o infeliz que passa ao longe
sem o afeto de ninguém.
Consola as mães sofredoras
e alegra o órfão que vai
pelas estradas do mundo
sem os carinhos de um pai.
Mas escuta: Não te esqueças,
na doce revelação,
que Jesus deve nascer
no altar do teu coração.
Autor: Casimiro Cunha
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Antologia Mediúnica do Natal

PRECE  DE  NATAL
Senhor, desses caminhos cor de neve
De onde desceste um dia para o mundo,
Numa visão radiosa, linda e breve
De amor terno e profundo,
Das amplidões augustas dos Espaços,
No teu Natal de eternos esplendores,
Abriga nos teus braços
A multidão dos seres sofredores!...

Que em teu Nome
Receba um pão o pobre que tem fome,
Um trapo o nu, o aflito uma esperança.
Que em teu Natal a Terra se transforme
Num caminho sublime, santo e enorme
Se alegria e bonança!

Apesar dos exemplos da humanidade
Do teu amor a toda a Humanidade,
A Terra é o mundo amargo dos gemidos,
De tortura, de treva e impenitência,
Que a luz do amor de tua Providência
Ampare os seres tristes e abatidos.
.....................................................................

E em teu Natal, reunidos nós queremos,
Mesmo no mundo dos desencarnados,
Esquecer nossas dores e pecados,
Nos afetos mais doces, mais extremos,
Reviver a efeméride bendita
Da tua aparição na Terra aflita,
Unir a nossa voz à dos pastores,
Lembrando os milagrosos esplendores
Da estrela de Belém,
Pensando em ti, reunindo-nos no Bem
Na mais pura e divina vibração,
Fazendo da humildade
Nosso caminho de felicidade,
Estrada de ouro para a Perfeição!

Carmen Cinira


Psicografia Chico Xavier Livro:Antologia Mediúnica do Natal





ORAÇÃO ANTE A MANJEDOURA
Veja lindo power point


Senhor, quando iniciaste o Divino Apostolado, na manjedoura singela, preocupava-se o Império Romano por um mundo só, em que se garantisse a paz pela centralização administrativa. Augusto, o glorioso Imperador, ostentava a coroa do supremo poder humano, cercado de legisladores e filósofos que pugnavam pela unidade política da Terra... No entanto, Senhor, sabias que além da superfície brilhante das palavras, formavam-se legiões consagradas ao aniquilamento e à morte.

Enquanto se erguiam as vozes do senado, proclamando o direito, a concórdia e a dignidade humana, a Espanha pagava dolorosos tributos de sangue à pacificação; a Germânia experimentava a miséria; a Grécia conhecia incêndios e devastações da conquista; a Arábia tremia sob o terror; a Armênia pranteava os seus filhos; a África dobrava-se sob atrozes humilhações. Em Roma, os poetas teciam madrigais à beleza e os literatos homenageavam a justiça; mas, nas margens do Danúbio e do Reno, soluçavam crianças e mães desamparadas.

Sabemos, hoje, que a atmosfera de júbilo reinante no mundo de então, representava fruto de Tua presença santificante e reconhecemos que os homens se embriagavam de alegria por fora, continuando, porém, por dentro, os mesmos enigmas de luz e treva, ignorância e conhecimento, impulsividade e razão. Sabias, por Tua Vez, que eles glorificavam o respeito à dignidade pessoal e matavam-se nos circos, sob o aplauso quente da multidão; reverenciavam os deuses nos templos de pedra e partiam, em seguida, integrando expedições dedicadas à rapinagem; declaravam-se livres perante a Lei e escravizavam-se, cada vez mais, ao Império do egoísmo e da morte.

Não consideras Senhor, que o quadro atual continua quase o mesmo? Desde a Renascença, ouvimos lições de concórdia mundial, ensinamentos alusivos à liberdade, cânticos religiosos exaltando a fraternidade, discursos filosóficos definindo conceitos de solidariedade humana, argumentos científicos em favor da renovação social para um mundo só, onde a existência seja digna de ser vivida, mais elevada, mais feliz. Todavia, enquanto os peritos diplomáticos se reúnem solenes mobilizando rotativas e microfones, o espírito de hegemonia domina os povos e o ódio calcina os corações.

Entoam-se hosanas à paz nos templos calmos e prepara-se a guerra nas fábricas febris. A discórdia doméstica e coletiva nunca foi tão complexa, agora que a Sociologia é mais pródiga em conceituação de harmonia. Os homens, não contentes com o poder de matar pelo canhão e pela metralhadora, pelo gás e pela fome, descobriram a desintegração atômica, a fim de que não somente os irmãos na espécie sejam exterminados, mas também os animais e as árvores, os ninhos e os vermes, os elementos vitalizantes do ar, da água e do solo... E invocam-Te a presença, antes da batalha, abençoam armas em Teu Nome, declaram-se Teus protegidos, acionando maquinarias de arrasamento.

Relacionando, porém, estas verdades, não desconhecemos que o Teu amor infinito prossegue vigilante e que, se nenhum serviço do bem permanece despercebido diante de Tua misericórdia, nenhuma interferência do mal se perpetua sem a corrigenda de Tua justiça! Acompanhas Teu rebanho com a mesma esperança do primeiro dia e, quando as ovelhas tresmalhadas se precipitam no despenhadeiro, ainda é a Tua bondade que intervém, carinhosa, salvando-as da queda fatal. Teu devotamento cresce com as nossas transgressões, e se permites que a ventania do sofrimento nos fustigue o rosto, que os golpes da guerra nos abalem as entranhas do ser, é que, Artista Divino, concedes poder ao martelo da dor, a fim de que, vibrando sobre nós, desfaça a crosta de endurecimento que nos deforma a vida, entregando-nos a temporário infortúnio estabelecido por nós mesmos, como se fôramos pedras valiosas, confiadas ao zelo de um lapidário prudente e benigno!...

É por este motivo, Mestre, que inclinados sobre a recordação de Teu Natal, agradecemos a luta benfeitora que nos deste, a experiência que nos persiste, as bênçãos que renovas sobre a nossa fronte todos os dias! Pastor benevolente e sábio, revela-nos o aprisco do bem! Conheces os caminhos que ignoramos; acendes a tocha da verdade quando as trevas da mentira se espalham em torno; sabes onde se ocultam as armadilhas perigosas das margens; identificas de longe a presença da tempestade; tens o verbo que desperta o estímulo sadio; ensinas onde se localizam os raios do farol que conduz e as chamas do incêndio que destrói; curas nossas chagas sem panacéias de fantasia; repreendes amando; esclareces sem ferir; não desprezas as ovelhas quebrantadas, nem abandonas as que ouviram o convite sedutor dos lobos escondidos na sombra!... Sê abençoado, Senhor, nos séculos, pela eternidade de Teu amor, pela grandeza de Teu trabalho, pela serenidade de Tua sublime esperança.

E permita que nós, prosternados em espírito, ante a lembrança de Tua manjedoura desprotegida, possamos regressar às bases simples e humildes da vida, continuando nosso trabalho redentor, após repetir com o velho Simeão, encanecido nas inquietantes experiências do mundo: “Agora, Senhor, despede em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra, pois já os nossos olhos viram a salvação”

Texto extraído do livro: “À Luz da Oração”. Psicografia de Chico Xavier pelo espírito de Irmão X. Imagem: Internet Formatação: Annapon Música: Caixinha de dormir - Noite feliz -


NATAL DE MARIA. 
Noite... Natal!... Na hora derradeira, 
Sozinha num brejão, com sede e fome, 
Morre jogada à febre que a consome 
A velhinha Maria Cozinheira... 
Lembra o Natal dos tempos de solteira, 
Olha a esteira enrolada e o chão sem nome, 
Mas, de repente, vê que tudo some, 
Está livre do corpo e da canseira!... 
Ouve cantos no céu que se descerra: 
- “Glória a Deus nas Alturas!... Paz na Terra...”. 
Maria, sem querer, sobre espantada... 
Nisso, irrompe do Azul divina estrela... 
Alguém surge!... É Jesus a recebe-la 
No sublime clarão da madrugada. 


Espírito: CONÉRLIO PIRES.
Fonte: Livro Antologia mediúnica do Natal
Psicografia: Francisco Cândido Xavier. 
Digitado por: Lúcia Aydir – SP/08/2005


CANÇÃO DO NATAL. 
 Mestre Amado agradecemos, 
 em teu Natal de alegria, 
 a paz que nos anuncia 
 a vida superior... 
 Por nossa esperança em festa, 
 pelo pão, pelo agasalho, 
 pelo suor do trabalho, 
 louvado seja, Senhor!... 
   
 Envoltos na luz da prece, 
 louvamos-te os dons supremos, 
 nas flores que te trazemos, 
 cantando de gratidão!... 
 Felizes e reverentes, 
 rogamos-te, Doce Amigo, 
 a bênção de estar contigo 
 no templo do coração. 
Casimiro Cunha F.C.X. 



 CARTÃO DE NATAL.
Espírito: MEIMEI. 
Ao clarão do Natal, que em ti acorda a música da esperança, escuta a voz de alguém que te busca o ninho da própria alma!... Alguém que te acende a estrela da generosidade nos olhos e te adoça o sentimento, quais se trouxessem uma harpa de ternura esconda no peito.
Sim, é Jesus, o amigo fiel, que volta.
Ainda que não quisesse, lembar-lhe-ias hoje os dons inefáveis, ao recordares as canções maternas que te embalaram o berço, o carinho de teu pai, ao recolher-te nos braços enternecidos, a paciência dos mestres que te guiaram na escola e o amor puro de velhas afeições que te parecem distantes.
Contemplas a rua, onde luminárias e cânticos lhe reverenciam a glória;
entretanto, vergas-te ao peso das lágrimas que te desafogam o coração... É que ele te fala no íntimo, rogando perdão para os erram, socorro aos que sofrem, agasalho aos que tremem na vastidão da noite, consolação aos que gemem desanimados e luz para os que jazem nas trevas.
Não hesites! Ouve-lhe a petição e faze algo!... Sorri de novo para os que te ofenderam; abençoa os que feriram; divide o farnel com os irmãos em necessidade;
entrega um minuto de reconforto ao doente; oferece numa fatia de bolo aos que oram, sozinhos, sob ruínas e pontes abandonadas; estende um lençol macio aos que esperam a morte, sem aconchego do lar; cede pequenina parte de tua bolsa no auxílio às mães fatigadas, que se afligem ao pé dos filhinhos que enlanguescem de fome, ou improvisa a felicidade de uma criança esquecida.
Não importa se diga que cultivas a bondade somente hoje quando o Natal te deslumbra!... Comecemos a viver com Jesus, ainda que seja por algumas horas, de quando em quando, e aprenderemos, pouco a pouco, a estar com ele, com todos os instantes, tanto quanto ele permanece conosco, tornando diariamente ao nosso convívio e sustentando-nos para sempre.

FONTE: LIVRO ANTOLOGIA MEDIÙNICA DO NATAL –
Psicografia: Francisco Cândido Xavier.




terça-feira, 1 de novembro de 2011

A Morte não é Nada " Santo Agostinho "

"A morte não é nada. 
Eu somente passei 
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, 
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome 
que vocês sempre me deram, 
falem comigo 
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo 
no mundo das criaturas, 
eu estou vivendo 
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene 
ou triste, continuem a rir 
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi, 
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo 
o que ela sempre significou, 
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora 
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora 
de suas vistas?

Eu não estou longe, 
apenas estou 
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."
O texto 'A morte não é nada' não é de Santo Agostinho. É uma tradução com adaptações de 'Death is nothing at all' de Henry Scott Holland
Fonte:www.asemente.prosaeverso.net

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...