Quando você ensina, transmite. Quando você educa, disciplina. Mas quando evangeliza, salva. A. R.

Um impressionante curta-metragem mostra como tiramos a criatividade das crianças

domingo, 17 de março de 2019

REFLEXÃO FAMILIAR



Quer ter saudáveis momentos de refeição?

Bem, em primeiro lugar comece a comer mais freqüentemente junto da família, e em segundo lugar desligue a tevê quando for comer.

Um recente estudo da Baylor College of Medicine descobriu que quando as crianças comem junto à sua família, comem mais vegetais, bebem menos refrigerantes e comem mais alimentos com baixos teores de gordura.

O relatório diz também que a tevê não deve ser convidada ao jantar.

Muito pais usam a tevê para entreter-se e à suas crianças durante as refeições, mas o foco deve estar no alimento e no relacionamento entre você e suas crianças - não no tubo.

Então, puxe uma cadeira. Prepare seu prato e coma direito.

Lembre-se, sua família em primeiro lugar!
Por Mark Merril / Tradução SergioBarros
(respeite a fonte, a autoria e as traduções dos textos)

domingo, 10 de março de 2019

O CRISTÃO NO LAR - O Lar e o Trabalho Doutrinário


Muitos de nós, atendendo aos impulsos idealistas do trabalho doutrinário nos diversos campos de serviço ao próximo, envolvidos no entusiasmo que os nossos corações, à semelhança do viajor que, perdido no deserto árido da ociosidade, encontra no oásis o líquido balsamizante para saciar a sede, à sombra da proteção e do aconchego dos Amigos Espirituais, somos assim inclinados a dedicar a maior parte de nosso tempo disponível, ao trabalho desinteressado que tanto nos edifica.

Absorvemo-nos, às vezes, nas nossas ocupações idealistas, afastando-nos momentaneamente dos compromissos primeiros com aqueles mais próximos, no convívio familiar, alegando para nós mesmos, as justificativas de ordem superior, pautadas no exemplo dos pioneiros da Cristandade.

Todo trabalho idealista, realizado com o coração desinteressado, é antes de tudo a sustentação sutil para o trabalho mais profundo de transformação interior, na nossa realidade presente, à qual estamos condicionados pela lei de causa e efeito. A evolução é sempre lenta e progressiva, realizada com muito trabalho e paciência. E se atendemos aos nossos melhores impulsos de servir ao Divino Mestre, a serenidade e o equilíbrio nos evidenciam que esse mesmo serviço inicia-se com aqueles que a própria Providencia Divina nos uniu sob um mesmo teto.

Quando buscamos acariciar aqueles pequeninos necessitados na nossa atividade social, observemos primeiramente se aqueles que em casa deixamos chorando, já foram supridos com  as nossos atenções orientadoras cristãs.

Quando nos deslocamos, para levar a nossa palavra às assembleias reunidas para receber os chamados evangélicos, meditemos se já transmitimos aos poucos que nos circundam no lar, o carinho e os ensinamentos do Sublime Peregrino.

Quando nos empenhamos em oferecer as nossas energias nos trabalhos de assistências espirituais, revitalizando pelos passes os que carecem do equilíbrio físico e espiritual, analisemos se já distribuímos a confiança e o ânimo aos abrigados no mesmo ninho que, nas depressões, abrem as portas às enfermidades.

Para alçar os voos mais altos, é necessário que construamos, com o nosso trabalho, as asas elevadoras, igualmente fortificadas na dedicação ao próximo, de dentro e de fora de nosso meio doméstico. Pois,na ordem de nossas obrigações, ambos não podem se esquecidos.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR - Divórcio e Lar

"Não separeis o que Deus juntou". Jesus
Tema muito discutido em nossos dias e conduzido ao sabor dos interesses e inclinações pessoais de cada um. Vejamos, no entanto, a colocação que nos cabe situar dentro da conduta compatível com os ensinamentos do Divino Pastor.

É a lei do amor que realmente une as criaturas em quaisquer relações. E o amor, no matrimônio se reveste não exclusivamente da atração física que tanto fala aos sentidos. Duas criaturas que se unem no casamento, são assim principalmente chamadas ao amparo mútuo, afetivo e material.

Dois corações que se entreguem um ao outro, desde que se fundem nas mesmas promessas e realizações recíprocas, passam a responder, de maneira profunda, aos imperativos de causa, e efeito, dos quais não podem efetivamente escapar.

Individualmente, já não nos pertencemos completamente, e a necessária reflexão interior certamente nos despertará para a renúncia, do que nos cabe, de interesses particulares, despertando a capacidade pessoal de doar-se, desprender-se, de sacrificar-se mesmo, em benefício da harmonia e do equilíbrio emocional no convívio caseiro.

O cristão, já consciente, não pode fugir aos compromissos assumidos nos Planos Espirituais, dentro da tarefa que o lar, em primazia, nos convida a desempenhar.

Diz-nos Emmanuel: "Indubitavelmente o divórcio é compreensível e humano, sempre que o casal se encontre à beira da loucura ou da delinquência.

No entanto, nos completa ele: "... é razoável se peça aos cônjuges o máximo esforço para que não venham a interromper os compromissos a que se confiaram no tempo."

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR - Vida Conjulgal


"Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher, com a si mesmo, e a mulher reverencie o seu marido". Paulo (Efésios, 5:33)

Acentuam-se nos nossos dias os desajustes conjugais atribuídos principalmente à incompatibilidade dos temperamentos, aos desencantos da vida íntima ou às aflições domésticas. Refletem todos a intolerância e a irresponsabilidade tão comuns na criatura humana.

As desarmonias e os desencontros surgem do convívio, onde, sob os impulsos espontâneos dos nossos sentimentos íntimos, mostramo-nos como realmente ainda somos. Ocorrem as decepções, resultantes da nossa própria imaturidade, e se não estivermos mais sólidos, alicerçados nos ideais cristãos, colocamos realmente em perigo a estabilidade do lar.

O cristão não pode ignorar os laços profundos dos compromissos escolhidos na Espiritualidade, que se renovam na experiencia terrena, para a instituição dos divinos fundamentos da amizade real. Abandonar a tarefa no lar é contrair pesadas dívidas que nos serão cobradas com os acrescidos juros que a nossa irresponsabilidade terá que saldar em existências próximas.

Suportemos o quanto pudermos a esposa exigente e incompreensiva, o marido árido e indiferente, os filhos irreverentes e agressivos e testemunhemos no seio familiar os ensinamentos do Cristo que já começam a nos tocar as fibras mais sutis do coração.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR

Na intimidade do templo doméstico desenvolvem-se as provas e as oportunidades de reencontro entre espíritos em reajustes. No convívio do lar, manifestamos mais nitidamente aqueles sentimentos de intolerância, de impaciência, de revolta, precisamente na intensidade em que os mesmos ainda permanecem no nosso íntimo,  em processo de transformação.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR - Familiares


"Porquanto qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe"- Jesus (Mc 3:35).

A instituição da família n nosso mundo, sem dúvida tem obediência aos planos sábios emanados da Espiritualidade. Nos pequenos agrupamentos particulares, células da sociedade, jungidas as criaturas pelos deveres consanguíneos, estabelecem-se progressivamente os laços espirituais eternos.

É a construção dos Planos Divinos, segundo as leis de amor, que identificam aqueles parentes enunciados pelo nosso Mestre.

O parentesco estende-se dos pais e filhos para os avos, tios, primos e sobrinhos, nos seus graus de ligação, ampliando-se o relacionamento familiar. Igualmente dilatamos os nossos laços afetivos, dedicando a todos a nossa atenção, emprestando o nosso cuidado, colaborando nas necessidades mais imediatas do sustento material daqueles que a sorte não favoreceu.

Nos transes difíceis da vida, em que as comoções profundas envolvem os lares mais próximos pelos laços familiares, o nosso apoio e a nossa compreensão, exaltando a oportunidade das provas no nosso aprendizado cristão e o despertamento da nossa sensibilidade e interesse pelos menos afortunados, cujas misérias, são observadas por nossos olhos, revelam quão agraciados ainda somos pela misericórdia Divina.

O perdão, a Tolerância, a paciência, o refreamento dos costumeiros falatórios, no ambiente familiar e no convívio com os parentes, devem ser mais intensamente vividos, amortecendo as nossas paixões desenfreadas e equilibrando os nossos impulsos violentos.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR - Filhos


"Vós, filhos, sedes obedientes a vossos pais, no Senhor, porque isto é justo." Paulo (Efésios, 6:1)

Os Espíritos ainda na idade adolescentes, quando nas suas necessidades de reafirmações, muitas vezes desdenham as experiências daqueles que os embalaram, ao darem os primeiros passos nos caminhos das iniciativas próprias, retomam, muitas vezes tardiamente, os rumos na atual existência, quando o sofrimento ou a madureza dos anos lhes restarem a compreensão.

Os filhos, hoje tão libertos e impulsivos, são grandemente atraídos para os prazeres da idade no incontido desejo de viver a felicidade que sempre é procurada fora de nós mesmos, iludidos desobedecem aos apelos dos pais, contrariando-os pelos caprichos venenosos que, na maior das vezes, os leva à imprudência e à insensatez.

É indispensável prestar obediência aos progenitores, dentro do espírito de Cristão, porque semelhante atitude é justa. E o jovem, amadurecido no amor e no respeito, compreende o zelo e as advertências dos mais experientes, já vividos em situações semelhantes, com acumulados resultados à disposição deles, que apenas se iniciam na caminhada.

Ouvir e ponderar, num diálogo de companheiros, sem barreiras ou distâncias, sem prevenções nem imposições, é o clima desejável em todas as situações.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

O CRISTÃO NO LAR - Pais

"E vós, pois, não provoquei a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor - Paulo (Efésios, 6:4)
Sempre que o homem e a mulher, na vida conjugal, compreendem o caráter divino e a oportunidade que a paternidade e a maternidade oferecem aos espíritos na escalada evolutiva, uma atmosfera de dedicação e sacrifício reflete-se no lar.

Lamentável observar as limitações comodistas de alguns pares, que cerceiam as chances de espíritos, muitas vezes afins, desejosos de retomarem as experiências no plano físico, evitando a gravidez.

Os filhos são as obras preciosas que o senhor confia aos casais, esperando-lhes a cooperação amorosa e eficiente no trabalho desprendido de preparação daquelas criaturinhas que, conduzidas pelas suas mãos, poderão levar aos homens de amanhã os exemplos do amor e respeito ao Mestre Jesus, transmitidos pelos seus pais.

A criação prevê admoestação, porém qual seria a admoestação do Senhor? Equilíbrio e justiça com amor, nem excessos de ternura e condescendências, nem demasia de exigências.

A disciplina e o comportamento à luz do Evangelho vão alicerçando os espíritos ainda infantis, robustecendo-os nas provas que a vida no nosso planeta lhes proporcionará.

Extraído do livro Iniciação Espírita - Ed. Aliança - Cap O CRISTÃO NO LAR

sexta-feira, 8 de março de 2019

O ENIGMA DO BERÇO - Richard Simonett



Graziela, eficiente enfermeira encarregada do berçário, em grande hospital, procurou o chefe da pedia­tria.
– Doutor Plácido, trago-lhe uma charada. Venho notando que os bebês que ficam no último berço, no canto, choram menos, dormem melhor...
– Um cantinho mágico?
– Pode parecer tolice, mas outras enfermeiras cons­tataram o mesmo.
– Não há nada que justifique tal diferença. Certa­mente trata-se de mera coincidência...
– O cúmulo da coincidência, pois muitos bebês já estiveram naquele berço e, invariavelmente, eram mais calmos.
– Então há uma fada protetora que fica ali.
– Ora, Doutor, falo sério!
– Eu também. Talvez seja um berço milagroso, fa­bricado com madeira especial.
– Continua brincando, mas, por favor, pense no as­sunto.
– Tá bom, vou contratar um detetive!
Embora aparentando não levá-la a sério, Plácido passou a observar o berço e constatou que Graziela tinha razão. Os bebês que ali ficavam eram sempre mais aco­modados.
Certamente existia uma causa. A “fada” bem pode­ria ser uma incidência luminosa adequada, um posicio­namento favorável, ventilação melhor, colchão mais confortável, menos ruídos... Checou tudo. As condições eram absolutamente iguais em todos os berços.
Pensou na alimentação. Negativo. Os bebês eram alimentados dentro de critérios e horários rigorosamen­te observados.
E se houvesse diferença de tratamento? Alguma enfermeira mais eficiente, encarregada daquele berço? Também não. Todas se revezavam no atendimento.
Intrigado, o médico passou a visitar o berçário em diferentes horários e foi no período noturno que, final­mente, encontrou a desejada solução.
Eram perto de vinte e duas horas. A enfermeira de plantão postava-se no corredor, enquanto a serviçal da limpeza passava o pano molhado no chão. Observou-a, discreto, sem que ela percebesse sua presença.
Tratava-se de senhora idosa, de fartas gorduras. Certamente a tarefa impunha-lhe penosos sacrifícios, porquanto, chegando ao canto do berçário, postou-se diante do berço privilegiado e, enquanto descansava, dando tréguas ao corpo sofrido, conversava com seu ocupante:
– Vida dura, meu anjinho! Minhas costas doem co­mo se tivessem recebido pauladas! Feliz é você que fica aí, tranquilo como um príncipe, sem precisar trabalhar! É só “sombra e água fresca”, né? Gracinha!...
Durante vários minutos ela falou com o bebê. De­pois, suspirando, tornou ao serviço.
Plácido sorria, entre perplexo e feliz. Finalmente re­solvera o enigma. Encontrara a “fada”!
No dia seguinte, as enfermeiras receberam impor­tante orientação: deveriam conversar com os bebês en­quanto cuidavam deles.
E o “milagre” daquele berço estendeu-se por todo o berçário.

* * *
Torturadores astutos sabem que o insulamento comple­to, sem nenhum contato humano, é a melhor forma de desequilibrar suas vítimas, predispondo-as ao colapso nervoso. As­sim torna-se fácil arrancar-lhes as informações desejadas.
Nesse particular, o bebê não difere dos adultos. Ele também precisa de contato com as pessoas. É fundamental que se fale com ele, em inflexão de carinho e solicitude.
Recusar-lhe semelhante benefício, por omissão ou indiferença, é submetê-lo à tortura do silêncio.

Richard Simonett

Fonte http://www.correioespirita.org.br/categorias/artigos-diversos/2426-o-enigma-do-berco

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

O que é fácil e o que é difícil



É fácil resolver os  problemas dos outros.
Difícil é encarar os nossos…

É fácil educar os filhos alheios.
Difícil é pôr os nossos na linha.

É fácil administrar o dinheiro dos demais.
Difícil é equilibrar o nosso orçamento.

É fácil dizer aos outros como proceder.
Difícil é escutar o que estamos dizendo e fazermos a mesma coisa em nós.

É difícil aceitar os erros alheios.
Fácil é justificar as nossas quedas.

É difícil tolerar as manias dos outros.
Fácil é seguirmos exercitando as nossas manias.

É difícil escutar os lamentos de nossos semelhantes.
Fácil é esperar que nossas reclamações sejam ouvidas por todos.

É fácil pagar nossas contas com o dinheiro dos outros.
Difícil é abrir o nosso bolso para amparar os semelhantes em suas necessidades.

É fácil apontar a felicidade na casa do vizinho, invejando sua posição.
Difícil é perceber a felicidade que já existe em nosso caminho, perto de nós.

É fácil entregarmos a roupa que não presta mais e dar-lhe o destino da caridade.
Difícil é doarmos a veste em boas condições que ainda nos poderia servir por mais tempo.

É fácil dizer aos que têm fome para que batam na porta do outro.
Difícil é abrir a própria porta para dar de comer ao faminto.

É fácil dizer que as pessoas estão violentas e agressivas.
Difícil é calar o palavrão e a gritaria na hora da irritação pessoal.

É fácil reclamar da malta de ladrões e usurpadores do dinheiro público.
Difícil é pagar o imposto devido ou recusar o lucro excessivo em algum negócio.

É fácil falar mal dos corruptos e desonestos.
Difícil é não oferecer o cafezinho para o guarda tentando se livrar da multa.

É fácil dizer que o mundo é egoísta, indiferente e mau.
Difícil é viver no rumo que nos pede esforço no bem para reformarmos o mundo.

Por isso é que, parafraseando o que Jesus ensina em Lucas, 6, 41, podemos repetir:

É fácil ver o cisco no olho de teu irmão.
Difícil é ver a trave que está no teu próprio olho.

(Mensagem do livro ” Jesus No Teu Caminho”, psicografado por André Luiz Ruiz, pelo Espírito Públius – Ide Editora)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Como lidar com o comportamento dos adolescentes?


Por que os adolescentes mudam de comportamento e oscilam de humor? Como lidar com essas mudanças?
Por que a adolescência é um período cheio de mudanças, sejam fisiológicas, hormonais, bioquímicas e comportamentais bem como de psicoadaptação para o enfrentamento de um espaço que deixa de ser o infantil para adentrar em uma fase de novas experiências e descobertas. Ele não é mais criança, mas também não é adulto ainda. Sendo assim, é esperado que o adolescente, em face de tantas mudanças, apresente oscilações de humor

e mudanças comportamentais.

Como lidar com os comportamentos típicos dos adolescentes?
Nesta fase da vida, o adolescente está motivado e propenso a explorar o ambiente, por este motivo é necessário que a família esteja preparada para lidar com assuntos que dizem respeito às drogas, sexo, comportamentos de risco, dentre outros. A principal ferramenta é o diálogo e por este motivo os pais devem procurar estar efetivamente e afetivamente próximos aos filhos e buscar informações sobre questões que norteiam o seu mundo e da companhia dos mesmos, pois o adolescente tem a tendência de imitar comportamentos para ser aceito no grupo, portanto existe vulnerabilidade social para comportamentos indesejáveis. Procure compreender os processos da dinâmica adolescente e do grupo em que ele frequenta.
Atualize-se e cultive o diálogo.

Soraya Rodrigues de Aragão


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