quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Ressonâncias e Reverberações


 Todos os nossos gestos, todos os nossos atos, todas as nossas palavras, todas as nossas intenções ressoam e reverberam.

...Mas se estiver sentado ou sentada, no seu quarto, na sua casa, e pensar com muita vontade uma coisa, esse pensamento também ressoa e pode atingir alguém em cheio. 


 "Ressoar" é como eu chamo quando nossos gestos, atos, palavras e intenções se espalham na naturalidade do meio sensível e plástico, invisível aos olhos da matéria, onde todos, Espíritos e encarnados, vivemos. Os mínimos pensamentos ressoam, porque este meio é muito sensível, e podem ir loooonge...


“Reverberar" é como eu chamo quando esses gestos, atos, palavras e intenções ressoam dentro dos corações e mentes das outras pessoas, que as multiplicam e fazem continuar ressoando.


Um sorriso e um xingamento ressoam e reverberam, como um bilhete pregado na porta de geladeira, como um e-mail disparado para uma lista. Você pode iniciar um grande movimento social e criar palavras de ordem, atingir muita gente. Mas se estiver sentado ou sentada, no seu quarto, na sua casa, e pensar com muita vontade uma coisa, esse pensamento também ressoa e pode atingir alguém em cheio.


Mas é preciso entender que um gesto, ato, pensamento ou intenção só vão reverberar no meio propício, porque as ondas de ressonância só se espalham onde encontram semelhança, e não vibram em meio distinto. Onde não têm ressonância, seu impacto se parece com um baque seco, que não vibra.


Então, quando você pensa, quer ou faz alguma coisa, o meio em redor pode ser mais ou menos atingido, essa ressonância poderá ir mais perto ou mais longe, durar menos tempo ou mais tempo – ou pode nem acontecer!

O mesmo ocorre com uma pessoa, ela pode ser profundamente impressionada pelo que você diz ou faz, se ela estiver extremamente receptiva a você. Ou pode passar alheia a esta impressão. Dependendo da força da impressão, de sua personalidade e valores, ela pode até ficar profundamente tocada por pensamentos e sentimentos novos que ela irá expandir se tornando um foco de reverberação.


A receptividade dela, por sua vez, tem a ver com o campo das intenções e pensamentos dela, que se reforça nos gestos e palavras dela e reverbera os seus que ela tiver acolhido.



Depois de explicar tudo isso, eu preciso falar da impressionabilidade das crianças, que é muito maior que a dos adultos. 

E elas são assim porque suas resistências emocionais e racionais estão adormecidas, sua vontade está limitada, suas intenções ainda são imaturas, seus gestos e atos ainda não provêm de um pleno arbítrio. 

Ela fica em ligação direta com as vibrações da mãe desde a barriga, uma ligação muito forte que pode se estender ao pai, se o pai também está ligado no processo, mas que reflete a ausência dele, quando ele fica distante, desinteressado.


Enquanto for criança, a sensibilidade está superdesenvolvida. Essa sensibilidade é especialmente permeável aos gestos, atos, pensamentos e intenções dos pais, ou das pessoas que ela assumiu como pai e mãe, porque a família existe para colocar os mais novos sob a autoridade dos mais velhos, os filhos no campo de atuação dos pais, e faz isto pelo bem da renovação dos propósitos espirituais, que ocorre a cada nova existência. Para as crianças, é uma oportunidade inigualável de se refazer. Para os pais, a de permitir um rumo bonito pra aquela encarnação.


Afinal, reencarnar é ganhar uma chance nova, e uma chance só é nova se você abrir mão de velhos equívocos para encarar novas possibilidades, novas relações, novas atitudes. 

A reencarnação é via de progresso porque nela você pode abrir mão de tudo o que fez sofrer no passado, pra ser uma criatura diferente e, assim, criar um novo você.

Para esta construção, os pais e o meio terão enorme influência.


O adulto que aprende isso nunca desprezará o grande poder que seus gestos, atos, palavras e intenções têm sobre as crianças.

Calunga -


sábado, 9 de outubro de 2021

Porque os Adultos se Esquecem que Já Foram Crianças

 O PERIGO DO EXEMPLO  

O comportamento dos adultos, não só em relação às crianças mas também ao redor das crianças, tem sobre elas um poder maior do que geralmente pensamos.



O EXEMPLO É UMA DIDÁTICA VIVA. 
POR ISSO MESMO É PERIGOSO.


Costumamos dizer que as crianças aprendem com facilidade as coisas más e dificilmente as boas. E é verdade. Mas a culpa é nossa e não das crianças. Nossos exemplos exercem maior influência sobre elas do que as nossas palavras. Nosso ensino oral é quase sempre falso, insincero. Ensinamos o que não fazemos e queremos que as crianças sigam as nossas palavras. Mas elas não podem fazer isso porque aprendem muito mais pela observação, pelo contágio social do que pelo nosso palavrório vazio.

Renouvier dizia que aprender é fazer e fazer é aprender.
Nós mesmos, os adultos, só aprendemos realmente alguma coisa quando a fazemos. Na criança o aprendizado está em função do seu instinto de imitação. A menina imita a mãe (e a professora), o menino imita o pai (e o professor). 

De nada vale a mãe e o pai, a professora e o professor ensinarem bom comportamento se não derem o exemplo do que ensinam. 

As palavras entram por um ouvido e saem pelo outro, mas o exemplo fica, o exemplo cala na alma infantil.
Tagore, o poeta-pedagogo da Índia, comparava a criança a uma árvore. Dizia que a criança se alimenta do solo social pelas raízes da espécie, mas também extrai da atmosfera social a clorofila do exemplo. 


O psiquismo infantil é como uma fronde aberta no lar e na escola, haurindo avidamente as influências do ambiente. Responsabilidade espiritual Dois exemplos nos mostram, no passado e no presente, a responsabilidade

J Herculano Pires

Livro Pedagogia Espírita

domingo, 3 de outubro de 2021

AUTISMO POR CHICO XAVIER - Livro À Sombra do Abacateiro - Carlos A. Bacelli

 NUM SÁBADO DE 1981 

A lição que passaremos hoje para o papel, não ocorreu propriamente à sombra do frondoso abacateiro onde, habitualmente, Chico Xavier realiza o culto evangélico, em pleno coração da Natureza. O que iremos narrar, tão fielmente quanto possível, ouvimos num sábado à noite no “Grupo Espírita da Prece”, logo após o contato fraterno com os irmãos que residem nas imediações da “Mata do Carrinho”, o novo local onde as nossas reuniões vespertinas estão sendo realizadas.

 Um casal aproximou-se do Chico; o pai sustentando uma criança de 1 ano e meio nos braços, acompanhado por distinto médico espírita de Uberaba. A mãe permaneceu a meia distância, em mutismo total, embora com alguma aflição no semblante. O médico, adiantando-se, explicou o caso ao Chico: 

a criança, desde que nasceu, sofre sucessivas convulsões, tendo que ficar sob o controle de medicamentos, permanecendo dormindo a maior parte do tempo; em consequência, mal consegue engatinhar e não fala. 

Após dialogarem durante alguns minutos, o Chico perguntou ao nosso confrade a que diagnóstico havia chegado. 

— Para mim, trata-se de um caso de “autismo” — respondeu ele. O Chico disse que o diagnóstico lhe parecia bastante acertado, mas que convinha diminuir os anticonvulsivos mesmo que tal medida, a princípio, intensificasse os ataques. 

Explicou, detalhadamente, as contra-indicações do medicamento no organismo infantil. 

Recomendou passes. 

— Vamos orar - concluiu.

 O casal saiu, visivelmente mais confortado, mas, segurando o braço do médico nosso confrade, Chico explicou a todos que estávamos ali mais próximos: 

— O “autismo” é um caso muito sério, podendo ser considerado uma verdadeira calamidade.

 Tanto envolve crianças quanto adultos...

 Os médiuns também, por vezes, principalmente os solteiros, sofrem desse mal, pois que vivem sintonizados com o Mundo Espiritual, desinteressando-se da Terra...

 “É preciso que alguma coisa nos prenda no mundo, porque, senão, perdemos a vontade de permanecer no corpo...”

 E Chico Xavier exemplificou com ele mesmo: 

- Vejam bem: o que mais me interessa na Terra? A não ser a tarefa mediúnica, nada mais. Dinheiro, eu só quero o necessário para sobreviver; casa, eu não tenho o que fazer com mais uma... Então, eu procuro me interessar pelos meus gatos e meus cachorros. Quando um adoece ou morre, eu choro muito, porque se eu não me ligar em alguma coisa eu deixo vocês. 

Ele ainda considerou que muitos casos de suicídios, têm as suas bases no “autismo”, porque a pessoa vai perdendo o interesse pela vida, inconscientemente deseja retornar a pátria Espiritual, e para se libertar do corpo, que considera uma verdadeira prisão, forçando as portas da saída.

 E o Chico falou ao médico: 

 — É preciso que os pais dessa criança conversem muito com ela, principalmente a mãe. E necessário chamar o Espírito para o corpo... Se não agirmos assim, muitos Espíritos não permanecerão na carne, porque a reencarnação para eles é muito dolorosa... 

Evidentemente que não conseguimos registrar tudo, mas a essência do assunto é o que esta exposto aqui. E ficamos a meditar na complexidade dos problemas humanos e na sabedoria de Chico Xavier.

 Quando ele falava de si, ilustrando a questão do “autismo”, sentimo-lo como um pássaro de luz encarcerado numa gaiola de ferro, renunciando à paz da grande floresta para entoar canções de imortalidade aos que caíram invigilantes, no visgo do orgulho ou no alçapão da perturbação. 

Nesta noite, sem dúvida, compreendemos melhor Chico Xavier e o admiramos ainda mais. De fato, pensando bem, o que é que pode interessar na Terra, a não ser o trabalho missionário em nome do Senhor, ao Espírito que já não pertence mais à sua faixa evolutiva?! 

O espírito daquela criança sacudia o corpo que convulsionava, na ânsia de libertar-se... Sem dúvida era preciso convencer o Espírito a ficar... Tentar dizer-lhe que a Terra não é tão cruel assim... Que precisamos trabalhar pela melhoria do homem.

Extraído do livro Livro À Sombra do Abacateiro - Carlos A. Bacelli

O QUE CHICO XAVIER FALA SOBRE O CULTO DO EVANGELHO NO LAR?

 Sempre o ouvimos recomendar a prática do culto do Evangelho no lar.

Em certa ocasião, um amigo queixou-se a ele que, na noite consagrada ao culto do Evangelho em sua casa, era um verdadeiro transtorno:

o telefone não parava de tocar;

os meninos se atritavam;

problemas elétricos provocavam princípio de incêndio nos aparelhos domésticos...

Ele pedia uma orientação.

Deveria mudar o dia do culto?

Após escutá-lo,Chico respondeu:

- "Meu filho, mantenha o dia do culto e, nos demais dias da semana, reúna informalmente a família para orar. Faça um culto informal nos outros seis dias da semana, pois não há espírito obsessor que seja tão persistente.."


Extraído do livro O Evangelho de Chico Xavier de Carlos A Bacelli

DECÁLOGO PARA ESTUDOS EVANGÉLICO

 


1. Peça a inspiração divina e escolha o tema evangélico destinado aos estudos e comentários da noite.
2. Não fuja ao espírito do texto lido.
3. Fale com naturalidade.
4. Não critique, a fim de que a sua palavra possa construir para o bem.
5. Não pronuncie palavras reprováveis ou inoportunas, suscetíveis de criar imagens mentais de tristezas, ironia, revolta ou desconfiança.
6. Não faça leitura, em voz alta, além de cinco minutos, para não cansar aos ouvintes.
7. Converse ajudando aos companheiros, usando caridade e compreensão.
8. Não faça comparações, a fim de que seu verbo não venha a ferir alguém.
9. Guarde tolerância e ponderação.
10. Não retenha indefinidamente a palavra; outros companheiros precisam falar na sementeira do bem.

André Luiz 
Psicografia de Francisco Cândido Xavier - Livro Juntos Venceremos
 
"Quando no lar são levantada paredes espirituais com substâncias sublimes do amor, dedicação e ligação com Jesus, isolando o lar da atmosfera miasmática da crosta, somente entram, nesse ambiente, Espíritos autorizados, mesmo assim, aqueles que o guardam, terão de abrir a porta"

 

Espírito André Luiz - livro Os mensageiros - Francisco Cândido Xavier

CULTO CRISTÃO NO LAR

O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte, onde o Cristianismo lança raízes de aperfeiçoamento e sublimação.

A Boa Nova seguiu da manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes.

A palavra do Senhor soou, primeiramente sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo. Quando o ensinamento do Mestre vibra entre quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.

A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio obtém compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.

E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é a inspiração de todas as horas, o sorriso é a senha de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.

Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas a circunstâncias.

Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo como próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.

Emmnauel 

Psicografia de Francisco Cândido Xavier - Livro Luz no Lar 

Por Que Fazermos o Evangelho no Lar

E por que?
Por que uma simples leitura pode fazer tanta diferença para um tratamento? 
Para uma família em crise? 
Para ajudar nos casos de obsessão? 
Depressão?

 Não existem milagres nos caminhos traçados por Deus, basta-nos aprofundar nos acontecimentos e tentar entendê-los sob a ótica espiritual para que tudo fique claro. Quando um irmão enfermo realiza um tratamento de cura em uma casa espírita, de umbanda ou qualquer outro grupo de CARIDADE, ele recebe doses de energias sutis, que são absorvidas aos poucos pelo seu corpo físico. A cura então só se dá de forma lenta e gradual. Para que esse quantum de energia seja assimilado pela contraparte física são necessárias receptividade e modificação do paciente, e é por esse motivo que alguns são curados, enquanto outros reclamam que o efeito não foi como o esperado. 

 Os espíritos do senhor, médicos e instrutores espirituais, continuam o tratamento na casa do paciente, geralmente durante o sono físico. Contudo, para que eles possam visitar o enfermo e auxiliá-lo, é necessário que encontrem sua casa com a higiene espiritual adequada.

 Assim como o médico não pode realizar uma cirurgia em cima de uma mesa de restaurante , os espíritos também não podem fazer milagres em uma casa empestada de energias negativas, onde imperam o egoísmo , a vaidade e as discussões. 

 O evangelho no lar serve então como chama de luz que ajuda na limpeza energética da casa, reunindo a família para um debate saudável e amigo sobre o código moral que deve ser seguido pelo espírito que deseja encontrar a paz. 

 Quando os familiares se reúnem para estudar o evangelho, se aproximam deles os guias, protetores, parentes desencarnados, mentores da família e outros espíritos que vibram pelo crescimento espiritual de todos que possuem laços de amor com aquele grupo. 

 Lembre-se que a reunião de estudo do evangelho não é reunião mediúnica Também devem ser evitadas conversas pessoais e sem objetivo, anedotas, criticas entre os participantes, ataques a outras religiões ou grupos que seguem uma filosofia diferente da adotada pelos participantes.

 O TEOR VIBRATÓRIO da reunião deve ser de união, paz e amor! 

 Como um clarão de luz, a reunião se torna um ponto de encontro para a família encarnada e desencarnada, onde então é criado um clima propício para ajuda espiritual. Nesse momento os irmãos do espaço levam intuições para os familiares, energias positivas para os participantes e também conversam com os obsessores que se encontram ligados a algum participante ou de passagem pela casa.

 Como a misericórdia do senhor é infinita! Uma simples reunião e logo os amigos do espaço se voltam para ajudar uma família em crise ou um irmão enfermo.

 Mas para que o evangelho no lar se torne um alento para os familiares é necessário disciplina, amor e vontade. 

A reunião deve ser sempre realizada no mesmo horário, no mesmo dia da semana e ter mais ou menos a mesma duração.

 A reunião sempre deve ser iniciada com uma oração. 
Depois, leia as passagens do evangelho (na ordem ou ao acaso), conversando e debatendo sobre os pontos mais importantes. Tentem mergulhar nos mais belos ensinamentos vividos pelo cordeiro de DEUS. 
 Ao término, deve ser feita uma prece de agradecimento. 
Aconselhamos que uma garrafa de água seja levada para o local da reunião e que na prece de fechamento seja solicitada a bênção da água, que depois será bebida por todos. (fluidoterapia). 

 Por que deve ser realizado no mesmo dia e hora? 
Por que tantas regras?
 Os amigos do espaço não são empregados e por isso precisam se organizar para levar o auxílio para os seus queridos amigos. Devemos MUDAR nosso pensamento de que ELES têm a OBRIGAÇÃO de nos ajudar, já que decidimos realizar a reunião.

 Assim Como não estamos disponíveis para ajudar os que estão necessitados durante o trabalho , pois precisamos nos dedicar para garantir o nosso sustento, os espíritos também cumprem suas obrigações no plano espiritual. 

 No início, quando se está consolidando um grupo ou reunião, podem surgir algumas dificuldades, no entanto, temos que acreditar, ter fé. Muitas vezes os espíritos obsessores estão atuando para dificultar a realização da reunião. 
 E o que fazer então? 
"Orar e Vigiar",
 acreditar que se você está fazendo o certo então o Pai te ajudará. O evangelho utilizado: "O evangelho segundo o Espiritismo". 

Se algum participante não se sentir a vontade com o espiritismo, então utilize as passagens do novo testamento da Bíblia. 

 Não existe religião nos ensinamentos do Cristo Jesus, não existe segregação ou partilha nas mensagens do divino Mestre, Ele não tinha preferências, nós é que a possuímos.
 Escolha então a obra que mais se afine com o grupo em questão. 
 Outra excelente opção de estudo são os oito volumes da obra A sabedoria do Evangelho, de Carlos Torres Pastorino 
(o livro não é mais editado, mas pode ser baixado no seguinte link http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/index.html ou em http://www.panorama espírita.com.br). 

 Muitos irmãos vão argumentar:

"Mas na minha casa somente eu desejo realizar a reunião, o que faço então?"

 É simples: faça a reunião sozinho, seguindo a disciplina do horário e dia da semana. 
Você verá que depois de algum tempo os outros familiares se interessarão por participar da reunião.
 As palavras do Cristo são verdades imutáveis, são o alimento necessário para que nós, viajantes na carne, possamos terminar sem falhas a nossa maravilhosa jornada de aprendizado. 
 Ninguém está desamparado nesse lindo planeta de Deus, ninguém! Do ladrão ao trabalhador, do homem violento ao sábio, do déspota ao santo, do pobre ao rico, do espírita ao budista, todos somos ovelhas de um Pastor que é puro amor, 
contudo, 

Ele não pode se chegar a nós se vivemos fugindo Dele. Se a ovelha é arredia, afasta-se do rebanho e se embrenha em lugares perigosos, fica longe dos olhos tenros do divino pastor, que tudo faz para salvá-la

 ... Tudo que está ao seu alcance. O mundo não é dor, o mundo não é só sofrimento. O evangelho no lar e suas palavras amorosas de carinho e esperança devem ser interpretadas pela família terrena, retirando de lá o roteiro seguro para se chegar à angelitude. 

 Ele veio, mostrou o que deveria ser feito e se tornou o caminho, a verdade e a vida. 

 Façam a reunião uma vez por semana, mas não para conseguir bens materiais, ou curas milagrosas, e sim para ganharem a paz, o amor e a solidariedade entre os que moram na mesma residência e até fora dela. 
Obtenham então os tesouros da vida maior, aqueles que não poderão ser tomados e que serão o escudo e a espada contra as adversidades da vida terrena. Jesus Cristo nos deixou sua paz, seu amor, de forma única! 
 Que hoje possamos sentir o Seu amor, de forma mais intensa do que nunca, porque Ele ama a todos, mesmo os que os que deixaram de acreditar NELE. Ele não nos chama para ser apóstolos e largar tudo em favor do evangelho, somente nos solicita um espaço para que ouça Suas palavras, sentindo então Seu infinito amor.
 Quando tiverem se modificado, transformado o ambiente da sua casa pelos divinos ensinamentos, multipliquem as bênçãos levando aos corações abandonados da fé o caminho do reencontro com o Cristo. 
Não guardem silêncio sobre o caminho, porque ele veio aqui para que todos conhecessem o seu nome, mostrando então o caminho do puro amor para se libertar dos sofrimentos e das dores do mundo. 

 Aqui fecho esse humilde artigo, orando para que todos consigam viver de forma ascendente os ensinamentos do cordeiro, porque até hoje o seu amor suaviza as dores do mundo. 

 Paz, Amor e Solidariedade para todos. 

por Gustavo Martins

ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE " O EVANGELHO NO LAR "

Escolher um dia e uma hora por semana e convidar todos da família, senão puderem ou não quiserem participar, faremos sozinhos, só fisicamente, na certeza de que Jesus se fará presente através de seus mensageiros. 

 1º - Início da reunião: Prece simples e espontânea 

 2º - Leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo: Começar desde o Prefácio, lendo um item ou dois sempre em sequência. Se houver crianças ou adolescentes, ver (Sugestões) no final do roteiro. 

 3º - Comentários sobre o texto lido: Devem ser breves, com participação de todos os presentes. 

 4º - Vibrações: 
 1. Vibrar pela fraternidade, paz e equilíbrio a toda a humanidade; 
 2. Vibrar pelos governantes e os que trabalham na elaboração das leis;
 3. Vibrar pela implantação e vivência do Evangelho em todos os lares; 
 4. Vibrar para o nosso lar, mentalizando paz, harmonia e saúde e muita luz. 
Disse Jesus: "Vós sois Luzes" 
 5. Pedidos:
 Mestre Jesus, abençoe nossa família e dá-nos o entendimento e o espírito de compreensão e cooperação; aumente o amor em nossos corações (Até aqui em voz audível) 
 6. Segundos de silêncio: Em pensamento e coração vamos conversar com Jesus, cada um de nós tem pedido a Te fazer, a fim de receber a orientação necessária e amorosa que é a iluminação do Cristo em nós
 (Depois em voz normal) 
 5º - Prece de encerramento: 
prece simples e espontânea.
 
Para maiores detalhes, consultar os livros 
"Evangelho no Lar à Luz do Espiritismo" 
 "Experiências à Luz do Evangelho no Lar". 

 SUGESTÕES 
 1º - Recomenda-se, depois do estudo de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", a leitura de livros de autores idôneos que forneçam subsídios para os comentários evangélicos. 
 2º - Fazer vibrações especiais para casos concretos que preocupem os presentes e a sociedade. 
 3º - Embora a assistência do Plano Espiritual seja indispensável para o andamento normal do Evangelho no Lar, acautelar-se para não transformar a reunião em trabalho mediúnico. 

Mediunidade e a Assistência Espiritual devem, sempre que possível, ser praticadas em Centros Espíritas. 

 4º - Evitar comentários de desdouro às religiões e às pessoas, inclusive, as conversações menos edificantes. 
 5º - Não suspender a prática do "Evangelho no Lar" em virtude de visitas, passeios adiáveis ou acontecimentos fúteis. 
 6º - A duração da reunião deverá ser de trinta minutos, aproximadamente. 
 7º ) Quanto às crianças, os pais Cristãos devem permitir e incentivar os seus filhos a participarem da reunião para que eles possam iniciar com segurança a nova experiência física. Permitir que eles façam comentários, perguntas e colaborem nas preces. 

Deve ser acrescentado livros de história infantil, despertando neles o interesse e o gosto pelo ensino de Jesus. Lembremos: 

"Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais..." (Jesus – Marcos, 10:14)

 José Antenor Gomes Filho

PRINCIPAIS FINALIDADES DO EVANGELHO NO LAR

1º - Estudar o Evangelho à Luz da Doutrina Espirita, a qual possibilita compreendê-lo em "espírito e verdade", facilitando, assim, nossas vidas segunda a vontade do Mestre. 

 2º - Criar em todos os lares o hábito salutar de reuniões evangélicas, para que despertem e acentuem o sentimento que deve existir em cada criatura.

 3º - Pelo momento de paz e de compreensão que o Evangelho no Lar oferece, unir mais as criaturas, proporcionando-lhes uma vivência mais tranquila. 

 4º - Tornar o Evangelho melhor compreendido, sentido e exemplificado, no lar e em todos os ambientes.

 5º - Higienizar o lar pelos nossos pensamentos e sentimentos elevados permitindo assim, mais fácil influência dos Mensageiros do Bem.

 6º - Ampliar o conhecimento literal e espiritual do Evangelho para oferecê-lo com maior segurança a outras criaturas. 

 7º - Facilitar no lar e fora dele o amparo necessário para enfrentar as dificuldades materiais e espirituais, mantendo, operantes, os princípios da oração e da vigilância... 

 8º - Elevar o padrão vibratório dos componentes do lar, a fim de que ajudem, com mais eficiência, o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor.

fonte descolhecida

Quando nos sentimos desolados diante de alguma situação, eis palavras de sabedoria onde a prudência nos inspira reflexão.

Conflito de Varro no livro Ave Cristo de Emmanuel nos inspira a direção, coragem e fortalecimento na fé.

(...)

- Varro, aceitaste o Evangelho para que Jesus se transforme em teu servidor ou para que te convertas em servidor de Jesus?

- Oh! Sem dúvida – suspirou o rapaz -, se a alguma coisa aspiro no mundo é o ingresso nas fileiras dos escravos do Senhor.

- Então, meu filho, cogitemos dos desígnios do Cristo e olvidemos nossos desejos.

E, fitando o céu pela janela humilde, deixando perceber que solicitava a inspiração do Alto, acrescentou:

- Antes de tudo, não condenes tua mulher. Quem somos nós para sondar o coração do próximo? Poderíamos, acaso, torcer o sentimento de outra alma, usando a maldade e a violência? Quem de nós estará irrepreensível para castigar?

- Todavia, como extinguir o mal, se não nos dispomos a combatê-lo? – ajuizou Varro, gravemente.

O ancião sorriu e considerou:

- Acreditais que possamos vencê-lo à força de palavras bem feitas? Admites, porventura, que o Mestre haja descido das Alturas, simplesmente para falar? Jesus viveu as próprias lições, guerreando as sombras com a luz que irradiava de si mesmo, até ao derradeiro sacrifício. Achamo-nos num mundo envolvido em trevas e não possuímos outras tochas para clareá-lo, senão a nossa alma, que precisamos inflamar no verdadeiro amor. O Evangelho não é somente uma propaganda de ideias libertadoras. Acima de tudo, é a construção dum mundo novo pela edificação moral do novo homem. Até agora, a civilização tem mantido a mulher, nossa mão e nossa irmã, no nível de mercadoria vulgar. Durante milênios, dela fizemos nossa escrava, vendendo=a, explorando-a, apedrejando-a ou matando-a, sem que as leis nos considerem passíveis de julgamento. Mas, não será ela igualmente um ser humano? Viverá indene de fraquezas iguais às nossas? Porque conferir-lhe tratamento inferior àquele que dispensamos aos cavalos, se dela recebemos a bênção da vida? Em todas as fases do apostolado divino, Jesus dignificou-a, santificando lhe a missão sublime. Recordando-lhe o ensinamento, será lícito repetir – quem de nós, em sã consciência, pode atirar a primeira pedra.

E, fixando significativamente os dois ouvintes, acentuou:

- O Cristianismo, para redimir as criaturas, exige uma vanguarda de espíritos decididos a executar-lhe o plano de ação.

- No entanto – ponderou o jovem romano, algo tímido -, poderemos negar que Cíntia esteja em erro?

- Meu filho, quem ateia fogo ao campo da própria vida, de certo seguirá sob as chamas do incêndio. Compadece-te dos transviados! Não serão suficientemente infelizes por si mesmos?

- E meu filho? – perguntou Varro com a voz embargada de pranto.

- Compreendo-te a aflição.

E, vagueando o olhar lúcido pela sala estreita, Corvino pareceu mostrar um fragmento do próprio coração, acrescentando:

- Noutro tempo, bebi no mesmo cálice. Afastar-me dos filhinhos foi para mim a visitação de terrível angústia. Peregrinei, dilacerado, como folha relegada ao remoinho do vento, mas acabei percebendo que os filhos são de Deus, antes de pousarem docemente em nossas mãos. Entendo-te o infortúnio. Morrer mil vezes, sob qualquer gênero de tortura, é padecimento menor que esse da separação de uma flor viva que desejaríamos reter ao tronco do nosso destino...

- Entretanto – comentou o patrício, amargurado -, não seria justo defender um inocente, reclamando para nós o direito de protegê-lo e educa-lo?

- Quem te ouviria, contudo, a voz, quando uma insignificante ordem imperial poderá sufocar-te os gritos? E além do mais - aduziu o ancião, afetuosamente -, se estamos interessados em servir ao Cristo, como impor a outrem o fel que a luta nos constrange a sorver? A esposa poderá não ter sido generosa para com o teu coração, mas provavelmente será abnegada mão do pequenino. Não será, pois, mais aconselhável aguardar as determinações do Altíssimo, na graça do tempo?

Detendo-se na dolorosa expressão fisionômica do pai desventurado, Corvino observou, depois de longa pausa:

- Não te submetas ao frio do desengano, anulando os próprios recursos. A dor pode ser comparada a volumosa corrente de um rio, suscetível de conduzir-nos à felicidade na terra firme, ou de afogar-nos, quando não sabemos sobrenadar. Ouve-nos, O Evangelho não é apenas um trilho de acesso ao júbilo celestial, depois da morte. É uma luz para a nossa existência neste mundo mesmo, que devemos transformar em Reino de Deus. Não te recordas da visita de Nicodemos ao Divino Mestre, quando o Senhor asseverou convincente: - “importa renascer de novo”?

Ante o sinal afirmativo de Quinto Varro, o ancião continuou:

- Também sofri muito, quando, ainda jovem, me decidi ao trabalho da fé. Repudiado por todos, fui compelido a distanciar-me das Gálias, onde nasci, demorando-me por dez anos consecutivos em Alexandria, onde renovei os meus conhecimentos. A igreja de lá permanece aberta às mais amplas considerações, em torno do destino e do ser. As ideias de Pitágoras são ali mantidas num grande centro de estudos, com real proveito, e, depois de ouvir atenciosamente padres ilustres e adeptos mais esclarecidos, convenci-me de que renascemos muitas vezes, na Terra. O corpo é passageira vestidura de nossa alma que nunca morre. O túmulo é ressurreição. Tornaremos à carne, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, até que tenhamos alijado todas as impurezas do íntimo, como o metal nobre que tolera o cadinho purificador, até que arroja para longe dele a escória que o desfigura.

Corvino fez ligeiro intervalo, como a dar oportunidade à reflexão dos ouvintes, e prosseguiu:

- Jesus não falava simplesmente ao homem que passa, mas, acima de tudo, ao espírito imperecível. Em certo passo dos seus sublimes ensinamentos, adverte: “melhor será entrares na vida aleijado que, tendo duas mãos, te aproveitares delas para a descida às regiões inferiores” (1) Refere-se o Cristo ao mundo, como escola em que procuramos o nosso próprio burilamento. Cada qual de nós vem à Terra, com os problemas de que necessita. A provação é remédio salutar. A dificuldade é degrau na grande subida. Nossos antepassados, os druidas, ensinavam que nos achamos num mundo de viagens ou num campo de reiteradas experiências, a fim de que possamos alcançar, mais tarde, os astros da luz divina para sermos um com Deus, nossos Pai. Criamos o sofrimento, desacatando as Leis Universais e suportamo-lo para regressar à harmoniosa comunhão com elas. A justiça é perfeita. Ninguém chora sem necessidade. A pedra suporta a pressão do instrumento que a desgasta, a fim de brilhar, soberana. A fera é conduzida à prisão para domesticar-se. O homem luta e padece para aprender a reaprender, aperfeiçoando-se cada vez mais. A Terra não é o único teatro da vida. Não disse o próprio Senhor – a quem pretendermos servir – que “existem muitas moradas na Casa de Nosso Pai”? O trabalho é a escada luminosa para outras esferas, onde nos reencontramos, como pássaros que, depois de se perderem uns dos outros, sob as rajadas do inverno, se reagrupam de novo ao sol abençoado da primavera...

Passando a mão pelos cabelos brancos, o velho acentuou:

- Tenho a cabeça tocada pela neve do desencanto... Muitas vezes, a agonia me visitou a alma cheia de sonhos... Em torno de meus pés, a terra fria me solicita o corpo alquebrado, mas dentro do meu coração a esperança é um sol que me abrasa, revelando em suas projeções resplendentes o glorioso caminho do futuro... Somos eternos, Varro! Amanhã, reunir-nos-emos, felizes, no lar da eternidade, sem o pranto da separação ou da morte...

Ouvindo aquelas palavras, repletas de convicção e de ternura, o moço patrício aquietou o espírito atormentado.

(...)

Emmanuel

Trecho do livro Ave Cristo

(1) Evangelho de Marcos, cap 9 vers 43 (nota do Autor espiritual)



quarta-feira, 18 de novembro de 2020

CARTA A JESUS – Caibar Schutel

 

 

 

 

Meu mestre e Senhor Jesus.

Louvado seja o Teu iluminado Espírito!

Nos momentos penosos da minha vida tenho-me apegado contigo e nunca deixei de merecer a Tua misericórdia.

Nos momentos de alegria e abundância da minha vida, nunca deixei de Te render graças e cantar louvores ao Teu incomparável Espírito.

Ajuda-me Senhor, nas minhas deficiências, preenche as minhas falhas, enche os meus claros com o Teu beneplácito e não permitas que pelos meus defeitos seja a Tua Doutrina escandalizada e a tua palavra maculada.

Sou Teu discípulo e Te amo como o cão fiel ama ao seu dono. Sou criança ignorante. Tem compaixão de mim!

Abençoa a todos os Espíritos, meus irmãos, que me sustentam e dá-lhes forças para que operem comigo o Teu amor.

Louvado seja Deus, o nosso Pai Celestial a quem conheço, Senhor por Teu intermédio e a quem amo e adoro, se guardo o Teu preceito.

Caibar Schutel (10hs. Da noite de 19 de março de 1936).


PRECE - Caibar Schutel

 


Pai nosso que estais nos céus, Santificado seja o vosso nome!

Venha a nós o vosso reino!

Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu!

O pão nosso de cada dia nos dai hoje!

Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos nossos ofensores!

Não nos deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal!

Assim seja!

Caibar Schutel

sábado, 13 de junho de 2020

PALAVRAS DO MESTRE DE LYON


"Os meios apropriados para educar a juventude constituem uma ciência bem distinta que se deveria estudar para ser educador, como se estuda a medicina para ser médico."
Hippolyte Léon Denizard Rivail

"A educação é a arte de formar os homens, isto é, a arte de neles fazer surgir os germes das virtude e reprimir os dos vícios.(...)"
Hippolyte Léon Denizard Rivail

Fonte: Livro Plano Proposto para a melhoria da Educação pública de Leon Denis 1 edição 2005, obra publicada na França em 1828 por  Hippolyte Léon Denizard Rivail, que anos depois utilizaria o pseudonimo de Allan Kardec

 PARA REFLEXÃO  questão 385 L.E.

De onde provém a mudança que se opera no caráter, a uma certa idade, e particularmente ao sair da adolescência? É o Espírito que se modifica?


É o Espírito que retoma sua natureza e se mostra como ele era.(...) A infância corporal senão para se aperfeiçoar, se melhorar; a fraqueza da pouca idade os torna flexíveis, acessíveis aos conselhos da experiência e daqueles que os devem fazer progredir. É, então, que se pode reformar seu caráter e lhes reprimir as más inclinações; tal é o dever que Deus confiou aos seus pais, missão sagrada pela qual deverão responder.(...) 


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