imprimir

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Jesus Contigo

>>> Dedica uma das sete noites da semana ao Culto Evangelho no Lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa.

 

Prepare a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, destende a mensagem da fé, enlaça a família e ora, Jesus virá em visita.

 

Quando o Lar se converte em santuário, o crime se recolhe ao museu.

 

Quando a família ora, Jesus se demora em casa.

 

Quando os corações se unem nos liames da fé, o equilíbrio oferta bênçãos de consolo e a saúde derrama vinho de paz para todos.

 

Jesus no Lar é vida para o Lar.

 

Não aguardes que o mundo te leve a certeza do bem invariável. Distende, da tua casa cristã,  a luz do Evangelho para o mundo atormentado.

 

Se Alguém num edifício de apartamentos, alça aos Céus a prece da comunhão em família, todo o edifício se beneficia, qual lâmpada ignorada, acesa na ventania.

 

Não te afastes da linha direcional do Evangelho entre os teus familiares. Continue orando fiel, estudando com seus filhos e com aqueles a quem amas, as diretrizes do Mestre e quando possível, debate os problemas que te afligem à luz clara da mensagem da Boa Nova e examina as dificuldades que te perturbam ante a inspiração de Cristo.

 

Não demandes à rua, nessa noite, senão para os inevitáveis deveres que não possa adiar.

 

Demora-te no Lar para que o Divino Hóspede aí também se possa demorar.

 

E quando as luzes se apagarem, à hora do repouso, ora mais uma vez, comungando com Ele, como Ele procura fazer, afim de que, ligado  a ti, possas em casa, uma vez por semana em sete noites, ter Jesus contigo.

Joanna de Ângelis

 psicograf/ Divaldo Pereira Franco

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Teste para o nosso Orgulho

A recomendação é do Cristo que diante da disputa dos apóstolos para saber quem era o maior, enunciou a desafiante proposta educativa narrada em Mateus, capítulo 18, versículo 4:
"Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus!"
Jesus utilizou-se da criança para criar um modelo de exemplo cristão.
— Com que palavra a  - Simplicidade.
O maior teste para nosso orgulho consiste em estar diante da superioridade alheia. A luz dos outros revela-nos a sombra interior.
Os alegres assustam os mal-humorados.
 Os bons perturbam os mal intencionados. 
Os destemidos são lembretes vivos para os acomodados nas teias do medo.
 Os empreendedores atiçam a impotência dos despreparados.
Os inteligentes insultam os ignorantes. 
O virtuoso, sem desejar, desnuda as mazelas de quem pretendia mantê-las ocultas de si mesmo. As conquistas espirituais manifestadas na boa vontade e na capacidade de servir são um estorvo para almas como nós, ainda inseguras e vacilantes na caminhada de melhoria moral. Por essa razão diz um velho ditado do tempo de meus avós, "mourão junto não faz cerca". Dois mourões juntos entram em tamanha disputa para saber quem é o maior, que terminam esquecendo sua função essencial, que é arrimar uma cerca. Assim, atazanados pelos êxitos alheios, perdemos a autenticidade procurando parecer o que não somos para diminuir a luz que nos ofusca; sentindo-nos impotentes diante da agilidade e destreza de outrem, não conseguimos conter os ímpetos da maledicência, com a qual procuramos empanar o brilho do próximo. E, em muitas ocasiões, não sabendo como reduzir a superioridade de outrem, adotamos a indiferença como único recurso de proteção contra nossa própria fragilidade.

Trecho extraído do cap. 11 - livro Os dragões pelo espírito de Maria Modesto Cravo, psicograf/ Wanderley Oliveira

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Vida depois da Vida

"A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.
Na morte o homem acaba, e a alma começa.
Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.
O homem é um prisioneiro. O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra.
Aí, olha, distingue ao longe a campina. Aspira o ar livre, vê a luz.
Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?
Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo.
De que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo
É por demais pesado para esta terra.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo do luminoso é o que não vemos.
Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
A morte é uma mudança de vestimenta.
A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.
As almas passam de uma esfera para outra, tomam-se cada vez mais luz.
aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.
O ponto de reunião é o infinito.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito".
Victor Marie Hugo

- Foi um novelista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.
26/02/1802 - Besançon, França
22/05/1885 - Paris, França

domingo, 30 de junho de 2013

Oração pelo Amor

Senhor;
Estamos exaustos pelos descaminhos por que optamos.
Escolhemos o desamor e tombamos na decepção e na revolta.
Assegura-nos rumos novos.
Ante o convite da ilusão, fortifica-nos para fugirmos dos atalhos e aderirmos à Verdade.
Falta-nos força e coragem para amar com deveríamos. Por isso Te rogamos que supra nossas inibições.
Encoraja-nos a zelar com carinho por aqueles que deliberadamente não nos querem bem.
Amplia-nos o discernimento no uso do equilíbrio com quantos fortalecem com amor Tua participação em nossos passos.
Jesus, ensina-nos o amor para que vivamos no coração os sublimes sentimentos que há muito louvamos na palavra e esquecemos ou não sabemos como aplicar:
Permita-nos aprender a gostar da vida e amar a nós mesmos, enaltecendo o mundo com a cooperação na Obra Excelsa do Pai e celebrando a dádiva da vida em nossos caminhos de cada dia.
Pela súplica sincera que brota de nossa alma nesta hora, de  nós receba, hoje e sempre, a gratidão de quantos te devem tanto por receber mais que merecemos do Teu inesgotável amor.
Obrigada, Senhor!
 Ermance Dufaux        

domingo, 26 de maio de 2013

Mãe


Quando Jesus ressurgiu do túmulo, a negação e a dúvida imperavam no círculo dos companheiros.
Voltaria Ele? Perguntavam, perplexos. Que, se impossível. Seria Senhor da Vida Eterna quem se entregara na cruz expirando entre malfeitores?
Maria Madalena, porém, a renovada, vai ao sepulcro de manhãzinha. E, maravilhosamente surpreendida, vê o Mestre, ajoelhando-se-lhe aos pés. Ouve-lhe a voz repassada de ternura, fixa-lhe o olhar sereno e magnânimo. Entretanto, para que a visão se lhe fizesse mais nítida, foi necessário organizar o quadro exterior. O jardim reacendia perfumes para a sua sensibilidade feminina, a sepultura estava aberta, compelindo-a a raciocinar. Para que a gravação das imagens se tornasse bem clara, lavando-lhe todas as dúvidas da imaginação, Maria julgou a princípio que o jardineiro. Antes da certeza, a perquirição da mente precedendo a consolidação da fé. Embriagada de júbilo, a convertida de Magdala transmite a boa-nova aos discípulos confundidos. Os olhos sombrios de quase todos se enchem de novo brilho.
Outras mulheres, como Joana de Cusa e Maria, mãe de Tiago, dirigem-se, ansiosas, para o mesmo local, conduzindo perfumes e preces gratulatórias. Não enxergam o Messias, mas entidades resplandecentes lhe falam do Mestre que partiu.
Pedro e João acorrem, pressurosos, e ainda veem a pedra removida, o sepulcro vazio e apalpam os. Lenções abandonados.
No colégio dos seguidores, travam-se polêmicas discretas. Seria? Não seria? Contudo, Jesus o Amigo Fiel, mostra-se aos aprendizes no camonho de Emaús, que lhe reconhecem a presença ao partir do pão e, depois, aparece aos onze cooperadores, num salão de Jesrusalem. As portas permanecem fechadas e, no entanto, o Senhor demora-se, junto deles, plenamente materializados. Os discípulos estão deslumbrados, mas o olhar do Messias é melancólico. Diz-nos João Marcos que o Mestre lançou-lhes em rosto a incredulidade e a dureza de coração. Exort-os a que o vejam, que apalpem. Tomé chega a, consultar-lhe a chagas para adquirir a certeza do que observa. O Celeste Mensageiro faz-se ouvir para todos. E, mais tarde, para que se convençam os companheiros de sua, presença e da continuidade de seu amor, segue-os, em espírito, no labor da pesca. Simão Pedro registra-lhe carinhosas remendações, ao lançar as redes, e encontra-o nas preces solitárias da noite. Em seguida, para que os velhos amigos se certifiquem da ressurreição, materializa-se num monte, aparecendo a quinhentas pessoas da Galiléia.
No Pentecostes, a fim de que os homens lhe recebam o Evangelho do Reino, organiza fenômenos luminosos e linguísticos, valendo-se da colaboração dos companheiros, ante Judeus e Romanos, Paros e Medas, Gregos e Elamitas, Cretenses e Árabes. Maravilha o povo. Habitantes da Pantília e da Líbia, do Egito e da Capadócia ouvem a Boa-Nova no idioma que lhes é familiar.
Decorrido algum tempo, Jesus resolve modificar o ambiente farisaico e busca Saulo de Tarso para o seu ministério; entretanto, para isso, é compelido a materializar-se no caminho de Damasco, a plena luz do dia. O perseguidor implacável, para convencer-se, precisa experimentar a cegueira temporária, após a claridade sublime; e para que Ananias, o servo leal, dissipe o temor e vá socorrer o ex-verdugo, é imprescindível Jesus o visite, em pessoa, lembrando-lhe o obséquio fraternal.
Todos os companheiros, aprendizes, seguidores e beneficiários solicitam a cooperação dos sentidos físicos para sentir a presença do Divino Ressuscitado. Utilizaram-se dos olhos mortais, manejaram o tato, aguçaram os ouvidos...
Houve contudo, alguém que dispensou todas as toques e associações mentais, vozes e visões. Foi Maria, sua Divina Mãe. O Filho Bem-Amado vivia eternamente, no infinito mundo de seu coração. Seu olhar contemplava-o, através de todas as estrelas do Céu e encontrava-lhe o hálito perfumado de todas as flores da Terra. A voz d’Ele vibrava em sua alma e para compreender-lhe a sobrevivência bastava penetrar o iluminado santuário de ao mesma. Seu Filho – seu amor e sua vida – poderia, acaso, morrer? E embora a saudade angustiosa, consagrou-se à fé no reencontro espiritual, no plano divino, sem lágrimas, sem sombras e sem morte!...
Homens e mulheres do mundo, que haveis de afrontar, um dia, a esfinge do sepulcro, é possível que estejais esquecidos plenamente, no dia imediato ao de vossa partida, a caminho do Mais Além. Familiares a amigos, chamados ao imediatismo da luta humana, passarão a desconhecer-vos, talvez, por completo. Mas, se tiverdes um coração de mãe pulsando na Terra, regozijar-vos-eis, além da escura fronteira de cinzas, porque aí vivereis amados e felizes para sempre!
Irmão X

Extraído Luz no Lar – Emmanuel – F.C.Xavier

sábado, 25 de maio de 2013

A MORTE DE DIMAS - O PROCESSO DE DESENCARNAÇÃO - Caso de André Luiz - Cu...

Maria. Visão Espírita da Mãe de Jesus

As Escrituras Sagradas pouco retratam a vida de Maria Mãe de Jesus, trago algumas citações extraídas de obras como L. E. de Allan Kardec e Espíritos de Humberto de Campos e Camilo Cândido Botelho.
Boa Leitura.
Elaine Saes
As religiões cristãs têm diferentes visões de Maria.
Algumas a idolatram e a veem como uma santa. Outras colocam em um lugar de coadjuvante na história de Jesus, porém sem perder a admiração e carinho pela mãe do Cristo na sua jornada terrestre.
O espiritismo, como uma doutrina cristã, também destaca a importância de Maria, como um espírito elevado que recebeu a missão importantíssima de ser a mãe do emissário maior dos ensinamentos de Deus na Terra. Ela foi um elo imprescindível para que Jesus vivesse como homem para se tornar “o modelo de perfeição moral que a Humanidade pode pretender sobre a Terra” (trecho Livro dos Espíritos - Allan Kardec)
A biografia espírita traz informações sobre o trabalho realizado por Maria ainda na Terra, que ressaltam sua importância como um espírito elevado. Assim como os apóstolos de Jesus, ela teve papel fundamental na difusão e fortalecimento dos ensinamentos Dele.
O livro Bom Novo – Humberto de Campos – F.C.X., traz narrativas de vida de Maria após a morte de Jesus, que confirmam essa visão.
Em uma delas, Maria recebe a visita de João Batista durante sua curta estadia em Batanéia, onde se instalou após a morte de seu filho. Ela convida para morar em Éfeso, onde “estabeleceriam um pouco o refúgio aos desamparados, ensinariam as verdades do Evangelho a todos os espíritos de boa vontade e, como mãe e filho, iniciariam uma nova era de amor, na comunidade universal”.
A mesma obra narra o desencarne de Maria, assistido por Jesus. Acostumada a receber pessoas de todo tipo na casa humilde, que ficou conhecida como a “Casa Santíssima’, em que morava em Éfeso, Maria recebe a visita de um pedinte”. Como muitos faziam, ele a chama de “Minha Mãe”, no entanto, durante a conversa Maria o reconhece como o filho que viu ser crucificado, como mostra o trecho “o hóspede anônimo lhe estendeu as mãos generosas e lhe falou com profundo acento de amor – “Minha Mãe vem aos meus braços”“.
Na mesma passagem, o espírito de Humberto de Campos destaca a fala de Jesus que evidencia o progresso de Maria na Terra que ela cumpriu sua missão, mas, como espírito evoluído que se tornara continuaria seu trabalho no mundo espiritual: “Vim buscar-te, porque meu Pai quer que seja em meu Reino a Rainha dos Anjos”.
Já o livro Memórias de um Suicida – espírito, Camilo Cândido Botelho – Médium, Yvonne Amaral Pereira, aborda este trabalho de Maria nas esferas espirituais. No capítulo dedicado ao Hospital Maria de Nazaré, há várias indicações das atividades da Mãe de Jesus na espiritualidade. O trecho narra à trajetória de um comboio de espíritos que havia deixado o Vale dos Suicidas e é recebido neste hospital, que fica em uma colônia espiritual. Logo na chegada, o espírito de Camilo descreve a entrada da majestosa obra que traz, em português, os dizeres: “Legião dos Servos de Maria”.
Em outra parte do cap., o grupo é recebido no hospital, também denominado que fica em uma colônia espiritual. Logo na chegada, o espírito de Camilo descreve a entrada da majestosa obra que traz, em português, os dizeres “Legião dos Servos de Maria”.
Em outra parte do cap., o grupo é recebido no hospital, também denominado “Hospital Matriz” e um dos enfermeiros que os recebeu afirma: “Necessitais de repouso... Repousai sem receio meus amigos... Sois todos hóspedes de Maria de Nazaré, a doce Mãe de Jesus... Esta casa é dela...”.
Mariana machado
Transcrito do jornal Momento Espírita – n° 41 maio/2013 – Bauru- SP

domingo, 12 de maio de 2013

Mediunidade em Crianças

Mediunidade Infantil
A principal obra espírita que trata o tema mediunidade em crianças é "O Livro dos Médiuns", de Allan Kardec.
Kardec formulou aos Espíritos que participaram da obra de codificação da Doutrina Espírita três questões relativamente à mediunidade em crianças, como o leitor pode conferir lendo o item 221, parágrago 6 a 8, da obra citada.

CAPÍTULO XVIIIDos inconvenientes e perigos da mediunidade• Influência do exercício da mediunidade sobre a saúde• Idem sobre o cérebro• Idem sobre as crianças221. 1ª Será a faculdade mediúnica indício de um estado patológico qualquer, ou de um estado simplesmente anômalo?“Anômalo, às vezes, porém, não patológico; há médiuns de saúde robusta; os doentes o são por outras causas.”2ª O exercício da faculdade mediúnica pode causar fadiga?“O exercício muito prolongado de qualquer faculdade acarreta fadiga; a mediunidade está no mesmo caso, principalmente a que se aplica aos efeitos físicos, ela necessariamente ocasiona um dispêndio de fluido, que traz a fadiga, mas que se repara pelo repouso.”3ª Pode o exercício da mediunidade ter, de si mesmo, inconveniente, do ponto de vista higiênico, abstração feitado abuso?“Há casos em que é prudente, necessária mesmo, a abstenção, ou, pelo menos, o exercício moderado, tudo
dependendo do estado físico e moral do médium. Aliás, em geral, o médium o sente e, desde que experimente fadiga, deve abster-se.”4ª Haverá pessoas para quem esse exercício seja mais inconveniente do que para outras?“Já eu disse que isso depende do estado físico e moral do médium. Há pessoas relativamente às quais se devemevitar todas as causas de sobreexcitação e o exercício da mediunidade é uma delas.” (Nos 188 e 194.)5ª Poderia a mediunidade produzir a loucura?“Não mais do que qualquer outra coisa, desde que não haja predisposição para isso, em virtude de fraqueza cerebral. A mediunidade não produzirá a loucura, quando esta já não exista em gérmen; porém, existindo este, o bom-senso está a dizer que se deve usar de cautelas, sob todos os pontos de vista, porquanto qualquer abalo pode ser prejudicial.”6ª Haverá inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianças?“Certamente e sustento mesmo que é muito perigoso, pois que esses organismos débeis e delicados sofreriam poressa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobreexcitação. Assim, os pais prudentes devemafastá-las dessas idéias, ou, quando nada, não lhes falar do assunto, senão do ponto de vista das conseqüênciasmorais.”7ª Há, no entanto, crianças que são médiuns naturalmente, quer de efeitos físicos, quer de escrita e de visões.Apresenta isto o mesmo inconveniente?“Não; quando numa criança a faculdade se mostra espontânea, é que está na sua natureza e que a sua constituição se presta a isso. O mesmo não acontece, quando é provocada e sobreexcitada. Nota que a criança, que temvisões, geralmente não se impressiona com estas, que lhe parecem coisa naturalíssima, a que dá muito pouca aten-ção e quase sempre esquece. Mais tarde, o fato lhe volta à memória e ela o explica facilmente, se conhece o Espiritismo.8ª Em que idade se pode ocupar, sem inconvenientes, de mediunidade?“Não há idade precisa, tudo dependendo inteiramente do desenvolvimento físico e, ainda mais, do desenvolvimentomoral. Há crianças de doze anos a quem tal coisa afetará menos do que a algumas pessoas já feitas. Falo da mediunidade, em geral; porém, a de efeitos físicos é mais fatigante para o corpo; a da escrita tem outro inconveniente, derivado da inexperiência da criança, dado o caso de ela querer entregar-se a sós ao exercício da sua faculdade e fazer disso um brinquedo.

Em resumo, ensinam os Espíritos Superiores:


  1. Não existe uma idade precisa para que uma pessoa passe a ocupar-se da mediunidade. Isso depende fundamentalmente do desenvolvimento físico e, mais ainda, do desenvolvimento moral. Há crianças de 12 anos que são menos afetadas que certos adultos.
  2. Quando a faculdade mediúnica é espontânea na criança, é sinal de que se acha em sua natureza e que sua constituição a isso se presta. Já o mesmo não se dá quando é provocada e superexcitada.
  3. É muito perigoso desenvolver a mediunidade nas crianças, porque sua organização franzina e delicada ficaria abalada e sua imaginação superexcitada com a prática mediúncia. Desse modo, os pais prudentes devem afastá-las dessas ideias ou, pelo menos, só tratar do assundo do ponto de vista de suas consequências morais.
Os autores espíritas, quando tratam do assunto, repetem essas mesmas observações, às quais é bom adicionar uma explicação importante.
Certas faculdades mediúnicas, como a vidência, são muito comuns durante a primeira infância.
O próprio Codificador escreveu que a mediunidade de vidência parece se frequente,  e mesmo geral, nas criancinhas. (veja Revista Espírita de 1865 p. 262.)
O fato decorre de que não existe ainda, até os 7 anos de idade, um total integramento entre a alma e o corpo da criança, o que favorece o desprendimento parcial da alma e, por causa disso, a possibilidade de certas percepções, como a visão de pessoas falecidas ou Espíritos. Essa fase, no entanto, é passageira e pode ser que, ao tornar-se adulta, jamais a pessoas experimente situações semelhantes.

Extraído de O Consolador
http://www.oconsolador.com.br/27/oespiritismoresponde.html

O que se leva Desta Vida

historinha...
Henrique, de sete anos, tinha viajado com seus pais no final de semana e, na segunda-feira, chegou à escola e viu que seus colegas estavam tristes. Procurou por Olavo, seu melhor amigo, mas ele não estava na escola. Então, perguntou à professora:
- O que estava acontecendo por aqui? Todos estão diferentes, com cara de choro!
Com delicadeza, a professora informou:
- No sábado, Henrique, seu amigo Olavo faleceu. Ele subiu em uma mangueira para apanhar mangas e caiu, batendo a cabeça em uma pedra e não resistiu. Tentamos avisar seus pais, sabende da amizade que existe entre vocês, mas estavam viajando e não conseguimos.
Henrique ficou muito triste. Olavo era seu melhor amigo. Como seria agora a vida sem Olavo? Com quem ele ia brincar? Jogar bola, passear? Pôs-se a chorar sentindo a falta do amigo. A professora, vendo que ele não conseguiria estudar naquele dia, mandou-o de volta para casa.
No caminho Henrique ia pensando no amigo. Lembrava-se do tempo que passavam juntos, das brincadeiras, dos jogos, dos passeios de bicicleta pelo bairro e tantas outras coisas. Lembrou-se até que gostavam dos mesmos brinquedos.
Então, Henrique pensou: Se Olavo estava agora morando em outro lugar, no Mundo Espiritual, que sabe se ele, Henrique, também não iria para lá?
Então teve uma ideia! Resolveu se preparar devidamente para esse dia. Chegando a sua casa, contou à mãe o que tinha acontecido com Olavo. A mãe consolou-o"
- Você sabe, meu filho, que a morte não existe e que todos continuaremos vivendo em outro plano! Então, faça preces por seu amigo e, um dia, vocês poderão se reencontrar.
Henrique balanóu a cabeá, concordando com a mãe, e foi para seu quarto.
Abriu o armário e pegou uma caixa vazia de papelão que achara ão bonita que até guardara para usar quando precisasse. A hora tinha chegado.
Então, Henrique separou tudo que mais gostava e foi colocando dentro da caixa: um pião com o cordão, alguns carrinhos especiais, uma pedra verde e transparente que achara numa praia, algumas conchinhas de formato diferente, dois ou três livros de histórias que ele gostava de reler de vez em quando e uma caneta azul linda que ganhara da vovó Bina. Ah! E a roupa de que ele mais gostava e que ganhara da sua mãe.
Considerando-se satisfeito, fechou a caixa, amarrou com uma fita e puxando uma cadeira guardou-a bem no alto do armário.
Duas semanas depois, estava fazendo tarefas na sala quando a mão disse:
- Henrique, senti falta da roupa nova que comprei para você e fui procurar no seu armário. Comoestivesse todo desarrumado, aproveitei para fazer uma limpeza nele e encontrei esta caixa lá em cima! Sua roupa nova - a bermuda e a camisa que lhe dei - estão dentro desta caixa! o que significa isso, meu filho?
Então o menino explicou:
- Mamãe, como o Olavo foi embora de repente para o Mundo Espiritiual, resolvi me preparar devidamente, preparando tudo que eu gostaria de levar, caso acontecesse o mesmo comigo.
Naquele instante a mãe se comoveu, entendendo como a partida do amigo havia mexido com o filho, ainda tão pequeno.
Aproximou-se dele, pegou-o no colo e abraçou-o com imenso amor, depois explicou:
- Meu filho, entendo seu desejo de querer guardar as coisas que mais gosta para levar junto com você para o Mundo Espiritual, caso precise voltar para lá. No entanto, Henrique, nada disso poderá ir junto com você. Tudo o que for da Terra fica aqui mesmo. Somente poderão nos acompanhar as qualidades que desenvolvermos, o bem que fizemos. Enfim, tudo o que for do Espírito; nada que for de uso do corpo material. Entendeu?
- Ah! Eu pensei que tudo que fosse meu eu poderia levar, mamãe!
- Não, meu filho. Só seguirão conosco as coisas da alma. Por isso, é necessário aprender a ser bom, fraterno, a perdoar as ofensas, desenvolver a paciência, a tolerância e muito mais.
Henrique pensou um pouco e comentou sorrindo:
- Então, Olavo deve estar muito bem. Nunca ficou magoado com as artes dos colegas, ajudou a todos, vivia sorrindo. Pensei que ele estivesse agora sentindo falta de "suas coisas", mas acho que não. Olavo levou realmente o que precisava! Os bens do espíritos!
- Não se preocupe tanto com seu amigo, Henrique. Certamente ele sentirá falta dos pais, dos irmãos e dos amigos, mas terá ocasião de reencontrá-los. Quanto às coisas materiais, não podemos levar junto conosco, mas podemos usar o pensamento para criar o brinquedo ou a roupa de que gostamos muito.
Mais aliviado pelas explicações da mãe, Henrique fez uma prece, com muita emoção, pelo amigo que partira, e que, sem que ele soubesse, estava presente, sorrindo feliz ao ver que não fora esquecido por Henrique.
Os laços espirituais existentes entre os dois com certeza se fortaleceriam com o passar do tempo, e Olavo, agora habitante da Verdadeira Vida, aprendendo e progredindo, poderia transformar-se em Espírito Protetor de Henrique.

MEIMEI
(Recebida por Célia X. de Camargo em Rolândia- PR em 15/04/2013

sábado, 11 de maio de 2013

Pequeno Espírita




Droga! É mesmo uma DROGA!











Família Dinossauro contra as drogas - Vídeo

 

Meus agradecimentos à http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com.br/
Vídeo do You Tube - Família Dinossauro contra as drogas
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...