O egoísmo e o orgulho são entraves no desenvolvimento do sentimento moral.
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
Pais e Educadores, educar é propiciar meios para o desenvolvimento do sentimento moral
O egoísmo e o orgulho são entraves no desenvolvimento do sentimento moral.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Páscoa
Páscoa se aproximando, desde domingo de Ramos estamos sendo lembrados da vida de Jesus, estamos sendo chamados à razão.... - veja como o Mestre viveu!
...momento de reflexão...
Como estou? Como está minha família, meus filhos....
Estou cansado, Stressado, doente? Esses sentimentos são sinais, mensagens de nosso corpo, atenção!
A vida é cheia de obstáculos pessoais, é assim mesmo, mas o único caminho para aliviar, está aqui mesmo, dentro de nós. A essência. O amor. Mas como chegar a essência?
Somos criados por Deus, Pai amoroso, justo, sábio, perfeito que é imaterial e onipotente.
Temos todas essas qualidades em gérmen "Jesus disse - Vós sois deuses" João 10:34. Somente através das vidas, passando por experiências, com estudo e prática dos ensinos, ao poucos e devagar, iremos despertando nossos talentos. Assim aconteceu com todos grandiosos espíritos, nenhum nasceu pronto!
Devemos ser felizes, devemos aprender a lidar com o stress diário, causado por nós mesmos, por nos cobrarmos demais.
Vamos dedicar um tempo a nós mesmos, fazendo atividades que gostamos, seja ouvindo música, fazendo caminhada, ginástica, dança, bordado, aprender a tocar violão, fazendo um trabalho voluntário... As escolhas são pessoais, o importante mesmo é que vamos fazer algo que nos dê prazer, bem estar.
A criança quando está brincando, está desestressando, fazendo algo que gosta, brincando de casinha, de carrinho, pintando, desenhando, cantantando, dançando ou montando algo. Vamos brincar! É a mensagem.
Quando estava fazendo a minha reflexão, me veio a prece de São Francisco de Assis e o sentimento foi de vir ao blog e deixar essa mensagem para você que está lendo.
Desejando Feliz Páscoa.
Elaine Saes
quarta-feira, 25 de março de 2015
Apelo da criança
Chego ao mundo todos os dias, em busca de refazimento e evolução. Carrego na alma chagas do passado, amortizadas pela esperança do recomeço, esquecidas no envoltório de um novo corpo. Entretanto, quando mais conto com a tua ajuda, para me erguer à altura da tarefa que trago, da prova que planejei ou da missão a mim outorgada, eis que te vejo de mãos vazias para me amparar!
Quantas vezes, me deixas na companhia das ruas, me abandonas à míngua de tudo, sem que eu tenha boça para pedir socorro, sem que eu tenhas mãos para buscar sustento, sem que eu tenha o espírito preparado para poder vencer a mim mesmo...
Quantas outras, me empanturras de fantasias malsãs, de ambições perniciosas, criando-me em castelos de egoísmo e indiferença, em completo menosprezo pelo solo da minha alma.
Pobre ou rica , tenho sofrido a violência determinada pela lei do mais forte: punem-me antes que eu tenha plena consciência do que seja culpa; moldam-me à força do chinelo e da coação, como se a educação de que necessito fosse mera domesticacão...
Pobre ou rica, tenho sido explorada em minha inocência de espírito adormecido em sua maturidade, e sou desde cedo convocada à mentira, desde cedo. Acometida pelas doenças sociais de todas as camadas...
E, no entanto, caro adulto, que pensas do futuro, se não voltas teu olhar benevolente para mim, a criança? Que mundo transformado pretendes, se não te lanças com todo o arrojo de tua alma à minha educação?
Somos tantas neste planeta em transição! Estamos vindo em massa, em busca de uma oportunidade de ascensão, demandando o privilégio de colaborar sorridente! Peço-te, não me esqueças - pois sou teu filho, teu aluno, teu neto; sempre teu irmão, pedindo apenas a quota de amor e paciência de que preciso para me fazer homem de bem e companheiro do teu ideal!
MEIME
quarta-feira, 4 de março de 2015
Novas Sementeiras
"E falou-lhes de muitas coisas por meio de parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear" Mateus 13:3
O ser existencial é, antes de tudo, um espírito eterno, viajor das experiências em carruagem física, a quais se diferenciam entre si, de acordo com a necessidade. O homem é o construtor de seu próprio destino, de seu sucesso ou fracasso, através do comportamento ético -moral.
Não obstante o progresso do homem terrestre nas diversas áreas do conhecimento, da ciência, das artes e de qualquer natureza, a sua felicidade depende unicamente de si mesmo. Com a descoberta do ser transpassado homem se vê como viajante dos cosmos.
As contribuições da psicologia, da psicanálise e das modernas descobertas no campo do psiquismo são um incentivo para a humanidade terrestre. Abrem novos horizontes para o futuro do ser.
O ser humano passa toda a vida lutando para resolver problemas que são criados pela sua fantasia. É o maya, a grande ilusão a que se entrega. É urgente que se conscientize dos progressos realizados no mundo e acorde para a realidade.
A marcha ascensional da humanidade é lenta, mas certa. Caminhamos todos para o sentido de universalização. Não mais dogmas, nem rótulos religiosos, mas uma definição de valores transpessoais. Tudo caminha para o bem, e os avanços do ser são cada vez mais expressivos. Portanto, torna-se imprescindível que o homem se liberte e se libere de seus comportamentos castradores de personalidade.
É preciso trabalhar o ego a fim de que ele não obstrua o Eu.
Novas oportunidades está sendo dada aos homens da Terra. É tempo de semear vida, esperança e fé.
Extraído do livro Serenidade - Robson Pinheiro -espírito - Alex Zarthú.
sábado, 31 de janeiro de 2015
O Poder da Prece
"Orai sem cessar." 1 Tessalonicenses 5:17
Não só aos braços foram conferidas as oportunidades de servir. Os ouvidos trabalham quando ouvem a história de uma vida. Os pés, quando caminham em direção ao bem, trabalham a serviço do Alto. A boca exerce atividade incessante, falando quando possa, e o cérebro, a serviço da inteligência, descobre mil formas de colocar em prática as idéias.
Se nos faltam oportunidades de agir ostensivamente, amplia-se-nos a capacidade de servir na intimidade da alma.
Dessa maneira, a prece que elevas e teu coração exalta-se por benefício de extrema excelência em favor de ti mesmo e do próximo.
O mundo da Terra é uma oficina onde nós podemos aprender a consertar inúmeras coisas através da ferramenta da boa-vontade. Mas, em nós mesmos, encontraremos sempre com que começar, fazendo os pequenos reparos na aparelhagem da alma. A prece funciona como elemento lubrificador das fibras sensíveis do ser.
Não podemos desenvolver os frutos do espírito nas bênçãos da fé enquanto não asserenarmos a alma e aprendermos, no silêncio da prece, a simplicidade das coisas de Deus.
Por toda parte, a riqueza de Deus está a serviço de seus filhos. A alma em prece se serve dos recursos divinos dispersos na natureza, canalizando tudo para o bem geral.
Não nos alonguemos demasiadamente em rogativas, pois a prece sincera deve ser o trabalho constante e o esforço para a melhora íntima. Deus está sempre conosco, e a verdadeira devoção não está nas orações proferidas a todo momento, mas na sintonia incessante com o eterno bem, no esforço por melhorar, procurando extirpar os vestígios de imperfeições que ainda restam na alma.
A natureza oferece-nos, em lições de simplicidade, o atestado perene da bondade de Deus. A existência da dor e as idéias de sofrimento, de sombra ou desolação, nunca as encontramos no firmamento, na natureza em festa ou no trinar dos pássaros esvoaçantes, simplesmente porque tais coisas se encontram dentro do próprio homem.
Através da prece, que se manifesta na dedicação ao trabalho construtivo, o homem sintoniza-se com Deus e prossegue nas estradas do mundo. Semeia estrelas e, no coração do próximo, planta esperança,, na sementes de felicidade que espalha.
Extraído do livro Serenidade - Robson Pinheiro - espírito de Alex Zarthú
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
A Verdadeira humildade.....
É aquela a que se referiu Francisco de Assis, em suas palavras e em sua vida:
"Que eu diminua, para que o Cristo surja em esplendor!"
Humildade ....
Que eu cumpra minhas tarefas como cristão, para que a luz do Evangelho possa surti efeito no mundo.
Que eu aprenda a cumprir a vontade de Deus, sem questionar, por reconhecê-lo muito mais sábio do que eu.
Que eu aprenda a viver tudo o que me cabe, utilizando os talentos que já desenvolvi em favor de todos, não de mim e de minha vontade de aparecer.
Que eu aprenda a amar.
Que eu aprenda a ser caridoso, mas segundo a vontade do Pai, onde ele tiver me colocado.
Assim, quanto mais responsável, estudioso e dedicado eu for, mais o eu crístico que há dentro de mim virá também à tona.
E que eu reconheça, em meu atual estágio, tudo que já conquistei, mas também tudo que me falta conquistar.
O verdadeiro humilde se coloca a serviço do Cristo em favor de todos e, aprendendo a servir a Jesus, serve a si mesmo.
Na Terra damos valor aos cargos, as posições, sem considerar as responsabilidades. A autoridade é de muita responsabilidade.
Aconselho a leitura de o Evangelho Segundo o Espiritismo, cap XVII
Trecho do livro O Evangelho dos Animais
"Que eu diminua, para que o Cristo surja em esplendor!"
Humildade ....
Que eu cumpra minhas tarefas como cristão, para que a luz do Evangelho possa surti efeito no mundo.
Que eu aprenda a cumprir a vontade de Deus, sem questionar, por reconhecê-lo muito mais sábio do que eu.
Que eu aprenda a viver tudo o que me cabe, utilizando os talentos que já desenvolvi em favor de todos, não de mim e de minha vontade de aparecer.
Que eu aprenda a amar.
Que eu aprenda a ser caridoso, mas segundo a vontade do Pai, onde ele tiver me colocado.
Assim, quanto mais responsável, estudioso e dedicado eu for, mais o eu crístico que há dentro de mim virá também à tona.
E que eu reconheça, em meu atual estágio, tudo que já conquistei, mas também tudo que me falta conquistar.
O verdadeiro humilde se coloca a serviço do Cristo em favor de todos e, aprendendo a servir a Jesus, serve a si mesmo.
Na Terra damos valor aos cargos, as posições, sem considerar as responsabilidades. A autoridade é de muita responsabilidade.
Aconselho a leitura de o Evangelho Segundo o Espiritismo, cap XVII
Trecho do livro O Evangelho dos Animais
domingo, 17 de agosto de 2014
RESPOSTA DO ALÉM
Minha irmã: valho-me do "correio do outro mundo" para responder à sua carta, cheia da sensibilidade do seu coração de mulher.
Pede-me a senhora o concurso de Espírito desencarnado para a solução de problemas domésticos no setor de educação aos filhinhos que Deus lhe confiou. Conforma-me, sobremaneira, a sua generosidade; entretanto, minha amiga, a opinião dos mortos, esclarecidos na realidade que lhes constitui o novo ambiente, será sempre muito diversa do conceito geral.
Pede-me a senhora o concurso de Espírito desencarnado para a solução de problemas domésticos no setor de educação aos filhinhos que Deus lhe confiou. Conforma-me, sobremaneira, a sua generosidade; entretanto, minha amiga, a opinião dos mortos, esclarecidos na realidade que lhes constitui o novo ambiente, será sempre muito diversa do conceito geral.
Aí no mundo, entrajados no velho manto das fantasias, raros pais conseguem fugir à cegueira do sangue. De orientadores positivos, que deveríamos ser, passamos à condição de servidores menos dignos dos filhos que a providência nos entrega, por algum tempo, ao carinho e ao cuidado.
Na Europa, trabalhada pelo sofrimento, existem coletividades que já se acautelam contra os perigos da inconsciência na educação infantil entre mimos e caprichos satisfeitos. Conhecemos, por exemplo, um rifão inglês que recomenda: - "poupa a vara e entrega a criança". Mas, na América, geralmente, poupamos os defeitos da criança para que o jovem nos deite a vara logo que possa vestir-se sem nós. Naturalmente que os britânicos não são pais desnaturados, nem monstros que atormentem os meninos na calada da noite, mas compreenderam, antes de nós, que o amor, para educar, não prescinde da energia e que a ternura, por mais valiosa, não pode dispensar o esclarecimento.
Dentro do Novo Mundo, e principalmente em nos País, as crianças são pequeninos e detestáveis senhores do lar que, aos poucos, se transformam em perigosos verdugos. Enchemo-las de brinquedos inúteis e de carinhos prejudiciais, sem a vigilância necessária, diante do futuro incerto. Lembro-me, admirado, do tempo em que se considerava herói o genitor que roubasse um guizo para satisfazer a impertinência de algum pequerrucho traquinas e, muitas vezes, recordo, envergonhado, a veneração sincera com que via certas mães insensatas a se debulharem em pranto pela impossibilidade de adquirir uma grande boneca para a filhinha exigente. A morte, todavia, ensinou-me que tudo isso não passa de loucura do coração.
É necessário despertar a alegria e acender a luz da felicidade em torno das almas que recomeçam a luta humana, em corpos tenros e, muita vez, enfermiços. Fora tirania doméstica subtraí-las ao sol, ao jardim, à Natureza. Seria crime cerrar-lhes o sorriso gracioso, com os ralhos inoportunos, quando os seus olhos ingênuos e confiantes nos pedem compreensão. Entretanto, minha amiga, não cogitamos de proporcionar-lhes a alegria construtiva, nem nos preocupamos com a sua felicidade real. Viciamo-lhas simplesmente.
Começamos a tarefa ingrata, habituando-lhes a boca às piores palavras da gíria e incentivando-lhes as mãos pequenas à agressividade risonha. Horrorizamo-nos quando alguém nos fala em corrigenda e trabalho. A palmatória e a oficina destinam-se aos filhos alheios. Convertemos o lar, santuário edificante que a Majestade Divina nos confia na Terra, em fortaleza odiosa, dentro da qual ensinamos o menosprezo aos vizinhos e a guerra sistemática aos semelhantes. Satisfazendo-lhes os caprichos, dispomo-nos a esmagar afeições sublimes, ferindo nossos melhores amigos e descendo aos fundos abismos do ridículo e da estupidez. Fiéis às suas descabidas exigências, falhamos em setenta por cento de nossas oportunidades de realização espiritual na existência terrestre. Envelhecemo-nos prematuramente, contraímos dolorosas enfermidades da alma e, quase sempre, só reconhecem alguma coisa de nossa renúncia vazia, ;quando o matrimônio e a família direta os defrontam, no extenso caminho da vida, dilatando-lhes obrigações e trabalhos. Ainda aí, se a piedade não comparece no quadro de suas concepções renovadas, convertem-nos em avós escravos e submissos.
A morte, porém, colhe nossa alma em sua rede infalível para que nos aconselhemos, de
novo, com a verdade. Cai-nos a venda dos olhos e observamos que os nossos supostos
sacrifícios não representavam senão amargoso engano da personalidade egoística. Nossas
longas vigílias e atritos angustiosos eram, apenas, a defesa improfícua de mentiroso sistema
de proteção familiar. E humilhados, vencidos tentamos debalde o exercício tardio da
correção. Absolutamente desamparados de nossa lealdade e de nossa indesejável ternura,
os filhos do nosso amor rolam, vida afora, aprendendo na aspereza do caminho comum. É
que, antes de serem os rebentos temporários de nosso sangue, eram companheiros
espirituais do campo a vida infinita, e, se voltaram ao internato da reencarnação, é que
necessitavam atender ao resgate, junto de nós outros, adquirindo mais luz no entendimento.
Não devíamos cercá-los de mimos inúteis, mas de lições proveitosas, preparando-os, em
face das exigências da evolução e do aprimoramento para a vida eterna.
Desse modo, minha amiga, use os seus recursos educativos compatíveis com o temperamento de cada bebê, encaminhando-lhes o passo, desde cedo, na estrada do trabalho e dobem, da verdade e da compreensão, porque as escolas públicas ou particulares instruem a inteligência, mas não se podem responsabilizar pela edificação do sentimento. Em cada cidade do mundo pode haver um Pestalozzi que coopere na formação do caráter infantil, mas ninguém pode substituir os pais na esfera educativa do coração.
Se a senhora, porém, não acreditar em minhas palavras, por serem filhas da realidade indisfarçável e dura, exercite exclusivamente o carinho e espere pela lição do futuro, sem incomodar-se com os meus conselhos, porque eu também, se ainda estivesse envolvido na carne terrestre e se um amigo do "outro mundo" me viesse trazer os avisos que lhe dou, provavelmente não os aceitaria.
Irmão X
Desse modo, minha amiga, use os seus recursos educativos compatíveis com o temperamento de cada bebê, encaminhando-lhes o passo, desde cedo, na estrada do trabalho e dobem, da verdade e da compreensão, porque as escolas públicas ou particulares instruem a inteligência, mas não se podem responsabilizar pela edificação do sentimento. Em cada cidade do mundo pode haver um Pestalozzi que coopere na formação do caráter infantil, mas ninguém pode substituir os pais na esfera educativa do coração.
Se a senhora, porém, não acreditar em minhas palavras, por serem filhas da realidade indisfarçável e dura, exercite exclusivamente o carinho e espere pela lição do futuro, sem incomodar-se com os meus conselhos, porque eu também, se ainda estivesse envolvido na carne terrestre e se um amigo do "outro mundo" me viesse trazer os avisos que lhe dou, provavelmente não os aceitaria.
Irmão X
domingo, 29 de junho de 2014
Lição no Apólogo
Estamos vivendo momentos terra à terra, se assim posso me expressar, momentos intensos e ao mesmo tempo rápidos! Emoções que vem e logo se vão... E precisamos trabalhar, precisamos ganhar o pão de cada dia, precisamos estudar, precisamos ter paciência, precisamos cuidar de alguém, precisamos orientar, precisamos nos reformar intimamente, precisamos estar conectados às redes sociais, para estarmos atualizados de tudo e de todos, enfim, precisamos viver!
A nossa luta é grande! E sem o devido cuidado, diante de tantos "deveres", estamos sempre "carregados", envolvidos em vibrações pesadas que nos deixam cansados, desanimados e sem energias. Mas...Quando, pelo menos uma vez por semana, estamos dentro de uma casa de oração, seja ela qual for, não importa, o caminho à Deus é um só; sentados naquelas cadeiras, compenetrados, desligados dos problemas diários e refletindo sobre a palavra que à nós, está sendo passada; estamos sendo limpos e renovados para que, durante mais uma semana, possamos estar vigilantes a não cairmos em emboscadas...
A não nos deixarmos levar pelas maledicências...
Para podermos auxiliar aos mais endurecidos, com humildade e sem esperar recompensa.
A trabalhar nossa conduta moral, sendo inspirados à paciência, à boa palavra, à boa leitura.
E ao bom caminhar... com aquele sorriso fraterno e sincero, que quebra qualquer energia contrária; e é aí, onde a nossa luz brilha.
Trago uma narrativa de grande sabedoria, onde nosso irmão André Luz intitulou Lição no Apólogo, orientações reflexiva sobre a nossa responsabilidade diante de nossos atos AGORA.
Boa leitura, boa reflexão.
Com carinho. Elaine Saes
Lição no Apólogo
André Luiz
Na noite de 26 de janeiro de 1956, fomos agraciados com a visita de nosso amigo espiritual André Luiz, que nos ofereceu à meditação à página simples e expressiva que ele próprio intitulou "Lição no apólogo".
Diante das perturbações e das lágrimas que nos visitam cada noite o santuário de socorro espiritual, lembraremos velho apólogo, dezenas de vezes repetido na crônica de vários países do mundo e que, por pertencer à alma do povo, é também uma pérola da Filosofia a enriquecer-nos os corações.
Em meio das dificuldades de que se via objeto, procurou os seus três benfeitores, suplicando-lhes proteção e conselho.
Arrogante, replicou-lhe o primeiro:
- Mais não posso fazer por ti que obter-te uma roupa nova para que compareças dignamente diante do juiz.
Muito preocupado, disse-lhe o segundo:
- Não obstante devotar-te a mais profunda estima, posso apenas fortalecer-te e acompanhar-te ate à porta do tribunal.
O terceiro, porém, afirmou-lhe humilde:
- Irei contigo e falarei por ti.
E esse
último, estendendo-lhe os braços, amparou-o em todos os lances da luta e
falou com tanta segurança e com tanta eloquência em benefício dele,
diante da justiça, que o mísero suspeito foi absolvido com a aprovação
dos próprios acusadores que lhe observavam o processo.
Neste símbolo, temos a nossa própria história à frente da morte.
Todos nós, diante do sepulcro, somos chamados a exame na Contabilidade Divina.
E todos recorremos àqueles que nos protegem.
O primeiro amigo, o doador de trajes novos, é o dinheiro que nos garante as exéquias.(funeral)
O segundo,
aquele que nos acompanha até à porta do tribunal, é o mundo representado
na pessoa dos nossos parentes ou na presença das nossas afeições mais
queridas, que compungidamente nos seguem até à beira da sepultura.
O terceiro, contudo, é o bem que praticamos, a transformar-se em gênio tutelar de nossos destinos, e que, falando em nós, e por diante da justiça, consegue angariar-nos mais
amplas oportunidades de serviço, quando não nos conquista a plena liberação do Espírito para a Vida Eterna.
Atendamos assim ao bem, onde estivermos, agora, hoje, amanhã e sempre, na certeza
de que o bem que realizamos é a única luz do caminho infinito e que jamais se apagará.
André Luiz
André Luiz
domingo, 15 de junho de 2014
Em família
A família
consanguínea é
lavoura de luz
da alma, dentro
da qual triunfam
somente aqueles
que se revestem
de paciência,
renúncia e boa
vontade.
De quando a
quando, o amor
nos congrega, em
pleno campo da
vida,
regenerando-nos
a sementeira do
destino.
Geralmente, não
se reúnem a nós
os companheiros
que já
demandaram a
esfera superior
dignamente
aureolados por
vencedores, e
sim afeiçoados
menos estimáveis
de outras
épocas, para
restaurarmos o
tecido da
fraternidade,
indispensável ao
agasalho de
nossa alma, na
jornada para os
cimos da vida.
Muitas vezes, na
condição de pais
e filhos,
cônjuges ou
parentes, não
passamos de
devedores em
resgate de
antigos
compromissos.
Se és pai, não
abandones teu
filho aos
processos da
natureza animal,
qual se fora
menos digno de
atenção que a
hortaliça de tua
casa.
A criança é um
“trato de terra
espiritual” que
devolverá o que
aprende,
invariavelmente,
de acordo com a
sementeira
recebida.
Se és filho, não
desprezes teus
pais,
relegando-os ao
esquecimento e
subestimando-lhes
os corações,
como se
estivessem em
desacordo com os
teus ideais de
elevação e
nobreza, porque
também, um dia,
precisarás da
alheia
compreensão para
que se te
aperfeiçoe na
individualidade
a região
presentemente
menos burilada e
menos atendida.
A criatura no
ocaso da
existência é o
espelho do teu
próprio futuro
na Terra.
Aprende a usar a
bondade, em
doses
intensivas,
ajustando-a ao
entendimento e à
vigilância para
que a tua
experiência em
família não
desapareça no
tempo, sem
proveito para o
caminho a
trilhar.
Quem não auxilia
a alguns, não se
acha habilitado
ao socorro de
muitos.
Quem não tolera
o pequeno
desgosto
doméstico,
sabendo
sacrificar-se
com
espontaneidade e
alegria, a
benefício do
companheiro de
tarefa ou de
lar, debalde se
erguerá por
salvador de
criaturas e
situações que
ele mesmo
desconhece.
Cultiva o
trabalho
constante, o
silêncio
oportuno, a
generosidade
sadia e
conquistarás o
respeito dos
outros, sem o
qual ninguém
consegue
ausentar-se do
mundo em paz
consigo mesmo.
Se não praticas
no grupo
familiar ou no
esforço isolado
a comunhão com
Jesus, não te
demores a
buscar-lhe a
vizinhança, a
inspiração e a
diretriz.
Não percas o
tesouro das
horas em
reclamações
improfícuas ou
destrutivas.
Procura entender
e auxiliar a
todos em casa,
para que todos
em casa te
entendam e
auxiliem na luta
cotidiana, tanto
quanto lhes seja
possível.
O lar é o porto
de onde a alma
se retira para o
mar alto do
mundo, e quem
não transporta
no coração o
lastro da
experiência
dificilmente
escapará ao
naufrágio
parcial ou
total.
Procura a paz
com os outros ou
a sós.
Recorda que todo
dia é dia de
começar.
extraído:http://www.oconsolador.com.br/ano8/367/emmanuel.html
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) na visão espírita
por AMÉRICO CANHOTO
(...)
Qual a relação entre crianças índigo e TDAH
Esse assunto vale um longo bate papo. Dificuldade para manter a atenção e de memorizar? Quem não as tem? Resumindo: as crianças da nova geração se dão bem num mundo em franca aceleração sem precisar de camisas de força química: executam mil tarefas ao mesmo tempo com eficiência e qualidade. Já os normais acelerados, filhos de pais sem o devido preparo e retaguarda social e familiar, precisam de camisas de força como a ritalina para que se mantenham enquadrados nos parâmetros da velha geração. Ninguém que se preze como ser pensante pode ser contra remédios, mas quem não ousa pensar em se livrar deles deve ser expulso do planeta nesta nova era que se torna cada dia mais: hoje. Espíritas “adoradores” (o bezerro de ouro virou pó colorido; mas mata cada vez mais) das drogas como solução para a reforma íntima: depois da ritalina será que seus filhos ou netos vão herdar o vício das outras drogas que seus familiares usam para dormir, acordar, manter o nariz desentupido, manter o pênis ereto por obrigação frente a uma megera, livrar-se da azia, da intolerância, da impaciência, ou dos calores da sexualidade mal resolvida, dos abortos de existências anteriores ou desta? Teste para espíritas com TDAH. Responda de pronto: Qual a pergunta e a resposta número 235 de “O Livro dos Espíritos”? O que Jesus quis dizer com bem aventurados os aflitos? Qual a data de aniversário de sua sogra? Qual a data de nascimento e nome completo de seu chefe. Quem foi Bento 16. Qual o nome de sua colega de trabalho. Como não temos paciência nem ganhamos nada para fazer exercícios de revistas da moda. Deixamos apenas a questão: amigo espírita: Quem é você? O que veio fazer? O que está fazendo de útil?
A saúde das crianças índigo
A saúde e a sobrevivência das crianças da nova geração dependem mais da qualidade do meio do que da qualidade de existências passadas. Para reforçar o entendimento: dia destes recebi no consultório uma criança de excelente “pedigree” espírita de três gerações. E, durante a consulta a avó: médium de primeira, uma tarefeira exemplar de uma conceituada casa espírita, tentou usar-me para chantagear o neto a comer “carninha”. “Quero que o senhor fale pra ele, que se não comer carne vai ficar doente, anêmico, não vai crescer...” De repente a criança de dois anos e meio que parecia entretida (mesmo velhos e velhacos espíritas imaginam que as crianças são criaturas surdas – simplesmente não ouvem o que preocupa a incompetência dos adultos), aquela pequena criatura (em estatura) encosta e diz: “Mas, tio o que posso fazer se não consigo mastigar e comer qualquer coisa que tenha olhinhos”. Como Deus é Bom e Pai, essa senhora não mais deu o ar da graça para criticar a forma como a nora conduz a saúde de seu neto. Benza Deus, melhor para mim e para minha saúde psicológica que ela esteja sendo distraída e conduzida para especialistas que a tratem de suas dores pelo corpo, insônia, calores e calafrios... A evolução é inexorável: crianças da paz serão massacradas nas escolas sob o olhar complacente de mestras e mestres espíritas que estão mais preocupados em angariar valores para a aposentadoria do que a educar as crianças em bases mais reais (Evangelho). Onde encontrar as crianças da geração intermediária (índigos): com certeza nos consultórios de psiquiatria.
Como educá-las
Esse é o ponto mais crucial; e ao mesmo tempo o mais fácil de ser resolvido. Sou o caminho a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão através dos meus ensinamentos disse o Mestre Jesus. Recomendamos nossos livros já editados e os por editar (quem quiser que se habilite).
Bases científicas
As bases científicas capazes de justificar realidades e verdades cósmicas entre nós, ainda medíocres seres em evolução, sofrem a ação da lei da relatividade e da ação do tempo. O que foi a verdade da ciência ontem? E hoje? Para resumir: A cada um segundo suas obras ou capacidade de entendimento disse Jesus. Em se tratando do problema das verdades científicas a respeito dos índigos, a pergunta continua a mesma: o que são verdades científicas num mundo tão acelerado e com tantas variáveis? Exemplifiquemos: nos livros que já existem e nos próximos haverá um grande número de testes capazes de identificar índigos e portadores de TDAH. Tal e qual os de horóscopos, de tratamentos com florais e outros. Sempre, e cada vez mais fortemente, nossa similitude com os iguais nos identificará com quase tudo – e, daí precisaremos de todos os remédios para nos curar, a sós será impossível.
Bandeira índigo
Embora ainda estejamos em guerra: Jesus e os seus contra os outros, para nos trazer de volta à Confederação, nós os espíritas, na qualidade de seres mais próximos dos ideais do Mestre, portanto mais diferenciados, não precisamos de orgulhosos que carreguem estandartes nem de logotipos ou marcas para sinalizar caminhos. Eles - os índigos - de alguma forma que, os normais ainda não entendem, sabem que, o bem sempre vence. Quer tornar-se um índigo? Vibre por este planeta azul que atrai seres de outros mundos, para aprender a amar com emoção...
por
http://www.jornaldosespiritos.com/2008/amc%282%29.htm
(...)
Qual a relação entre crianças índigo e TDAH
Esse assunto vale um longo bate papo. Dificuldade para manter a atenção e de memorizar? Quem não as tem? Resumindo: as crianças da nova geração se dão bem num mundo em franca aceleração sem precisar de camisas de força química: executam mil tarefas ao mesmo tempo com eficiência e qualidade. Já os normais acelerados, filhos de pais sem o devido preparo e retaguarda social e familiar, precisam de camisas de força como a ritalina para que se mantenham enquadrados nos parâmetros da velha geração. Ninguém que se preze como ser pensante pode ser contra remédios, mas quem não ousa pensar em se livrar deles deve ser expulso do planeta nesta nova era que se torna cada dia mais: hoje. Espíritas “adoradores” (o bezerro de ouro virou pó colorido; mas mata cada vez mais) das drogas como solução para a reforma íntima: depois da ritalina será que seus filhos ou netos vão herdar o vício das outras drogas que seus familiares usam para dormir, acordar, manter o nariz desentupido, manter o pênis ereto por obrigação frente a uma megera, livrar-se da azia, da intolerância, da impaciência, ou dos calores da sexualidade mal resolvida, dos abortos de existências anteriores ou desta? Teste para espíritas com TDAH. Responda de pronto: Qual a pergunta e a resposta número 235 de “O Livro dos Espíritos”? O que Jesus quis dizer com bem aventurados os aflitos? Qual a data de aniversário de sua sogra? Qual a data de nascimento e nome completo de seu chefe. Quem foi Bento 16. Qual o nome de sua colega de trabalho. Como não temos paciência nem ganhamos nada para fazer exercícios de revistas da moda. Deixamos apenas a questão: amigo espírita: Quem é você? O que veio fazer? O que está fazendo de útil?
A saúde das crianças índigo
A saúde e a sobrevivência das crianças da nova geração dependem mais da qualidade do meio do que da qualidade de existências passadas. Para reforçar o entendimento: dia destes recebi no consultório uma criança de excelente “pedigree” espírita de três gerações. E, durante a consulta a avó: médium de primeira, uma tarefeira exemplar de uma conceituada casa espírita, tentou usar-me para chantagear o neto a comer “carninha”. “Quero que o senhor fale pra ele, que se não comer carne vai ficar doente, anêmico, não vai crescer...” De repente a criança de dois anos e meio que parecia entretida (mesmo velhos e velhacos espíritas imaginam que as crianças são criaturas surdas – simplesmente não ouvem o que preocupa a incompetência dos adultos), aquela pequena criatura (em estatura) encosta e diz: “Mas, tio o que posso fazer se não consigo mastigar e comer qualquer coisa que tenha olhinhos”. Como Deus é Bom e Pai, essa senhora não mais deu o ar da graça para criticar a forma como a nora conduz a saúde de seu neto. Benza Deus, melhor para mim e para minha saúde psicológica que ela esteja sendo distraída e conduzida para especialistas que a tratem de suas dores pelo corpo, insônia, calores e calafrios... A evolução é inexorável: crianças da paz serão massacradas nas escolas sob o olhar complacente de mestras e mestres espíritas que estão mais preocupados em angariar valores para a aposentadoria do que a educar as crianças em bases mais reais (Evangelho). Onde encontrar as crianças da geração intermediária (índigos): com certeza nos consultórios de psiquiatria.
Como educá-las
Esse é o ponto mais crucial; e ao mesmo tempo o mais fácil de ser resolvido. Sou o caminho a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão através dos meus ensinamentos disse o Mestre Jesus. Recomendamos nossos livros já editados e os por editar (quem quiser que se habilite).
Bases científicas
As bases científicas capazes de justificar realidades e verdades cósmicas entre nós, ainda medíocres seres em evolução, sofrem a ação da lei da relatividade e da ação do tempo. O que foi a verdade da ciência ontem? E hoje? Para resumir: A cada um segundo suas obras ou capacidade de entendimento disse Jesus. Em se tratando do problema das verdades científicas a respeito dos índigos, a pergunta continua a mesma: o que são verdades científicas num mundo tão acelerado e com tantas variáveis? Exemplifiquemos: nos livros que já existem e nos próximos haverá um grande número de testes capazes de identificar índigos e portadores de TDAH. Tal e qual os de horóscopos, de tratamentos com florais e outros. Sempre, e cada vez mais fortemente, nossa similitude com os iguais nos identificará com quase tudo – e, daí precisaremos de todos os remédios para nos curar, a sós será impossível.
Bandeira índigo
Embora ainda estejamos em guerra: Jesus e os seus contra os outros, para nos trazer de volta à Confederação, nós os espíritas, na qualidade de seres mais próximos dos ideais do Mestre, portanto mais diferenciados, não precisamos de orgulhosos que carreguem estandartes nem de logotipos ou marcas para sinalizar caminhos. Eles - os índigos - de alguma forma que, os normais ainda não entendem, sabem que, o bem sempre vence. Quer tornar-se um índigo? Vibre por este planeta azul que atrai seres de outros mundos, para aprender a amar com emoção...
por
Américo Canhoto
responderá as dúvidas dos leitores do Jornal dos
Espíritos encaminhadas por e-mail para
redacao@jornaldosespiritos.com com
nome completo e cidade (não serão divulgados os dados
pessoais).
Casado, pai de
quatro
filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em
Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978.
Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio
Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988.
Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro.
Depois descobriu que esse médico era um espírito. É autor
de: “Quem ama cuida” (São Paulo: Petit Editora), “Saúde ou
doença: a escolha é sua” (São Paulo: Petit Editora);
“Chegando à casa espírita“ (São Paulo: Petit Editora);
“Educar para um Mundo novo” (São José do Rio Preto: Editora
Ativa) e “A reforma íntima começa no berço” (Santo André:
Editora EBM), colunista do Jornal dos Espíritos –
www.jornaldosespiritos.com
e do Diário da Região de São José do Rio Preto. 
leia o texto completo em:http://www.jornaldosespiritos.com/2008/amc%282%29.htm
"A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes.Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, falavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não. Divaldo Pereira"
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