Os contos são capazes de responder perguntas tão instigantes que atormentam o interior das crianças e as atraem, espontaneamente, por relatarem conflitos semelhantes aos que estão presentes em seu interior. Ao demonstrarem o real de maneira indireta e simbólica, permitem a sua assimilação de forma menos traumática, auxiliando na compreensão do mundo sem comprometer o seu desenvolvimento emocional, com uma linguagem pertencente ao universo infantil.
Sendo assim, os contos favorecem a passagem do nível simbólico para o real de modo gradativo, sem transtorno ao emocional da criança, pois é internalizado por ela de forma diferente em cada faixa etária, de acordo com seu nível de conhecimento e maturação. Por esse motivo, através dos contos, é possível demonstrar com mais clareza às crianças a diferença entre o que é considerado certo e o que é considerado errado em nossa sociedade, pois apesar de alguns contos terem sido criados há séculos, eles tratam de assuntos que lidam diretamente com características e sentimentos que estão presentes no homem, como: o medo, a perda, a morte, a vida, o bem, o mal, o certo, o errado, o esperto, o tolo, o fraco, o forte, assuntos, sentimentos e características que estão e sempre estarão presentes no ser humano e, sendo assim, em todas as sociedades.
Por meio da utilização dos contos, em sala de aula, os educadores podem alcançar objetivos e obter atitudes esperadas em nível moral e ético, mesmo de crianças tão pequenas, pois eles podem ser utilizados como auxílio para resolver conflitos, que surgem na sala de aula, como a violência, a mentira, a agressividade, a indisciplina, a repulsa pelas regras, atitudes tão presentes em crianças da educação infantil que se encontram na fase egocêntrica.
Percebe-se que, por meio do contato com os contos, as crianças conseguem compreender as questões sociais relacionadas à ética e à moral, bem como assuntos complexos, que podem ser abordados pelo professor por meio dos mesmos, de maneira fácil e lúdica.
Através dos contos, a criança pequena é capaz de perceber o mal e o bem, assimilando, assim, o que é socialmente aceito e o que é socialmente desprezado, pois ela se encontra na fase de incorporação das regras sociais. Dessa forma, ao trabalhar com os contos de forma didática, o professor não apresenta apenas a literatura infantil como algo prazeroso, que de fato é, mas a apresenta como uma forma de aprendizagem, podendo levá-la até mesmo a ser utilizada como forma de ensino aprendizagem, servindo para alfabetização e para despertar, no aluno, o prazer pela leitura e escrita.
A utilização dos contos na educação infantil vem possibilitar, assim, uma educação voltada para a valorização do raciocínio, para a análise, a reflexão, o respeito às diversas interpretações e ideias, para o estímulo ao ato de ler, a exaltação aos valores morais e éticos.
Por mais que o objetivo da literatura infantil seja o de permitir o imaginário, proporcionando prazer ao leitor ou ouvinte, ela pode e deve ser utilizada pelos pais e educadores para instruir e educar, pois uma aprendizagem divertida e prazerosa obtém, sempre, mais resultados por ser significativa, principalmente, quando se refere à aprendizagem de crianças.
Destaca-se, portanto, nesse artigo, as contribuições dos contos à formação da criança, tanto ética e moral, quanto intelectual e social, por meio da valorização do universo infantil e da ludicidade, destacando ainda a sua função didática e sua abordagem psicológica. E para efetivação deste trabalho, realizou-se pesquisas bibliográficas sobre a psicologia infantil, a ética e a moral, a literatura infantil, fazendo possível a correlação desses assuntos a partir dos contos populares.
Leia mais
Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/os-contos-na-formacao-etica-e-moral-de-criancas-da-educacao-infantil © Psicologado.com
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sábado, 26 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
PAI NOSSO
“Pai Nosso...” Jesus (Mateus, 6:9)
A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas.
Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz. De início, o Mestre Divino lança -lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.
É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.
O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer.
Em seguida, com um simples pronome possessivo, o Mestre exalta a comunidade.
Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas.
Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista.
Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo.
Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.
A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa.
O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro.
Quando entendemos semelhante realidade o "império do eu" passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante.
Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração.
“Pai nosso...” — disse Jesus para começar.
Pai do Universo... Nosso mundo...
Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do “eu quero”, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.
Emmanuel
livro Fonte Viva psicografia de Francisco Cândico Xavier
Veja mais em:
Discípulos do Cristo - livro O Espírito da Verdade - Espíritos Diversos - F.C.X. Waldo Vieira
Veja mais em:
Discípulos do Cristo - livro O Espírito da Verdade - Espíritos Diversos - F.C.X. Waldo Vieira
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Francisco de Assis
O Menestrel de Deus
Refletir sobre a vida de Francisco de Assis é uma oportunidade de relembrar a época do Cristo, os momentos difíceis da idade média e o surgimento do Espiritismo na Terra, bem como nos permite avaliar o significado da paz e do amor.
Na obra “Dias Venturosos”, o espírito Amélia Rodrigues, através da mediunidade de Divaldo Franco, informa-nos que Francisco de Assis é a reencarnação de João Evangelista, que foi um dos maiores apóstolos de Jesus.
João escreveu um dos evangelhos que compõem o Novo Testamento e foi o único dos discípulos que desencarnou de forma natural, sem que tenha sido morto cruelmente. Escreveu, também, o apocalipse, que trata do período de transição planetária que estamos vivendo, não obstante esteja revestido de muita simbologia.
João conheceu Jesus quando era muito novo, por volta dos 15 anos de idade, e dedicou toda a sua vida ao evangelho. Após a crucificação do Cristo foi viver em Éfeso, onde passou a pregar a Boa Nova, tendo convidado Maria de Nazaré para morar consigo.
É bom lembrar que João foi o único narrador do evangelho a registrar a conversa entre Jesus e Nicodemos, quando o Mestre enfatiza que é necessário nascer de novo para ver o Reino dos Céus, falando, portanto, sobre a reencarnação e sua importância na evolução espiritual da criatura humana.
De personalidade gentil e amorosa, João regressa ao cenário do mundo físico no século XII, em Assis, numa época de profunda miséria moral do ser humano, que estava distante de Deus e das propostas libertadoras do Cristo.
A Igreja Católica estava contaminada pelo luxo e pela indiferença em relação à miséria e ao sofrimento do povo, por isso Jesus o convidou a reconstruir a Igreja. Posteriormente, Francisco de Assis entenderia que o convite não era para reerguer fisicamente a igrejinha de São Damião, mas para chamar a atenção das autoridades eclesiásticas de que o amor ao próximo é a grande mensagem do Cristo para o mundo.
Dessa forma, Francisco de Assis, que renunciou a toda riqueza da família, vai com um grupo de amigos até o Palácio de Latrão, em Roma, onde viu o Papa Inocêncio III mergulhado em luxo e diplomacia, conseguindo apenas uma benção e algumas palavras de encorajamento.
Francisco de Assis prosseguiu amando e servindo a todos, inclusive os hansenianos e os desprezados do mundo. Tinha um carinho especial com a natureza, pois amava os animais e os vegetais, sendo que, em algumas situações, aqueles obedeciam as suas ordens.
A prece de Francisco de Assis é uma das mais belas e profundas, tanto que o espírito Camilo, no livro “A Carta Magna da Paz”, de psicografia do médium Raul Teixeira, além de tratar de outros assuntos, faz uma incomparável abordagem sobre a citada prece.
Num dos capítulos do livro, Camilo destaca o trecho “Senhor, faze de mim um instrumento da tua paz”.
Diz o benfeitor que o trecho “faze de mim” reflete o nosso desejo de ofertar o melhor para o próximo e para a vida, tratando-se, dessa forma, de uma decisão íntima, uma vez que não há como impor tal forma de agir a ninguém.
Camilo ainda assevera que ao usar o termo “um instrumento”, Francisco de Assis desejava somar e não ser o único a trabalhar em favor da paz, senão teria dito que ansiava por ser o instrumento da paz.
Assim sendo, a rogativa de Francisco de Assis mostra-se atual e pertinente, porque nestes dias difíceis necessitamos converter nossa vida num evangelho de feitos com o escopo de conquistar a verdadeira felicidade e aliviar o sofrimento alheio, e, para isso, temos que despertar para o convite do Cristo e decidirmos lucidamente em sermos um instrumento da paz, no lar, no ambiente profissional e na vida social.
Na obra “A Carta Magna da Paz”, Camilo também traz à baila uma observação significativa, ao mencionar o método da contestação franciscana.
Diz ele que Francisco de Assis discordava de muitas coisas, mas nunca adotou posições violentas, críticas verbais dissolventes, acidez no trato com seus irmãos de caminho, nenhum anátema, mas contestava com a criação de alguma coisa nova. Dessa maneira, não maldiz, não pragueja os ricos: vive com pobre. Não promove ruptura com a igreja, cheia de equívocos: trata de viver no seu bojo toda a luz e todo o vigor aprendido no Evangelho de Jesus. Não instiga uma classe contra outra: propõe condições de vida em que qualquer luta de classes deixa de ter sentido.
Deveremos adotar essa postura pacífica (contestar agindo no bem), de forma que ao discordarmos de algo, não precisamos ser violentos, rudes, maledicentes, basta dar o exemplo pessoal, agindo de forma correta, elevada e pautada pelo amor, sem a presunção de mudar o próximo, mas para a edificação da plenitude interior.
Nesse período de transição planetária, o vigor do exemplo pessoal, da fidelidade ao evangelho terá mais efeito do que discursos e palavras.
Francisco de Assis tinha o corpo frágil, contraiu malária e hanseníase, ficou cego, experimentou a fome por conta dos jejuns e da falta de alimentos, mas, como registra o espírito Joanna de Ângelis, no livro “Liberta-te do Mal”, suportou tudo com paz, cantando louvores a Deus e aos Irmãos da Natureza, certamente para nos ensinar a conduta ideal perante o sofrimento.
Seu espírito iluminou a grande noite da idade média, convidando-nos a uma vida simples e com pureza no coração.
Ao desencarnar em 4 de outubro de 1226, Francisco de Assis murmurou: Fiz o que me cabia. E após suave pausa entrecortada pela respiração débil, concluiu: Que Cristo vos ensine o que vos cabe. As Irmãs cotovias, algumas das quais ouviram-no cantar a Palavra um dia no passado, fizeram-se presentes com outras, alegres com a libertação de Francisco, voando em círculos sobre a choupana modesta em que ele se encontrava na amada Porciúncula. (Narrativa de Joanna de Angelis na obra “Liberta-te do Mal”).
Com o objetivo de minimizar o sofrimento da criatura humana, Francisco de Assis opta por participar de um grande momento da Terra, qual seja, a vinda da religião espírita.
Ao compulsar o item “prolegômenos” do Livro dos Espíritos, vemos os nomes de alguns notáveis espíritos que participaram da codificação da doutrina espírita, dentre eles, São João Evangelista.
Nas recentes obras de Divaldo Franco, o espírito Philomeno de Miranda descreve algumas admoestações de Francisco de Assis proferidos no mundo espiritual, que, dentre as inúmeras atribuições, tem auxiliado na expansão da doutrina espírita.
Cabe-nos refletir sobre a vida desse notável espírito, trabalhador incansável do evangelho.
Por essa razão, Joanna de Ângelis, na citada obra, homenageia-o com o título “Menestrel de Deus”, que significa poeta medieval de Deus, haja vista que depois de Jesus, Francisco de Assis foi quem mais conseguiu viver o sentimento do amor, sendo para nós a expressão da simplicidade e da paz.
ALESSANDRO VIANA VIEIRA DE PAULA
Humberto de Campos: o homem, o escritor, o amigo
Em cada alma pulsa uma predileção; em Humberto de Campos, a sabedoria com as palavras.
Os
acontecimentos
lhe
renderam
muita
história
a ser
escrita
começando
pela do
cajueiro
de
quando
era
menino.
E como
todo
menino
um dia
se
transforma
em
homem,
surgiu o
grande
escritor,
o grande
cronista.
Humberto
também
criou
pseudônimos;
o
primeiro
foi o
Conselheiro
XX e,
por
força de
uma
circunstância,
surgiu o
Irmão X.
Como
cada
alma
possui
fases,
Humberto
de
Campos
também
as
viveu.
Teve a
fase de
escrever
sem
quase
conseguir
manter
nem a
comida;
depois,
com
certa
mudança
de
estratégia,
iniciou
nova
fase,
com uma
maneira
de expor
negativamente
sem
muito
pensar.
Para
tudo
existe
apoio,
tanto
para o
progresso,
como
para o
atraso,
mas
quando a
evolução
não é a
tônica,
tende a
ficar
demasiado
desgastante.
E foi o
que
ocorreu
com essa
fase: o
dinheiro
e o
reconhecimento
vieram,
mas, se
este é
ilusório,
não
preenche
a
essência
da alma.
Ele
voltou-se
então
para si;
buscou
algo que
lhe
trouxesse
o
propósito
para o
coração.
Começou
pela
forma de
mensagens
mais
amorosas
e, a
partir
disso,
levou
alento a
tantas
pessoas
por meio
de suas
crônicas
e
respostas
às
cartas
dos
leitores.
E quando
nos
sentimos
assim é
porque,
de
alguma
forma,
estreitamos
os laços
com o
Criador,
pois
Deus é
amor e
representa
o mais
nobre
sentimento
que um
ser é
capaz de
experienciar.
Humberto,
que
ficara
parcialmente
cego,
sem que
nenhum
dos
recursos
por ele
tentados
fosse
capaz de
lhe
restaurar
a luz na
vida
terrena,
depois
de sua
desencarnação
compreendeu
a
verdadeira
realidade
e,
então, a
luz lhe
surgiu
como a
janela
que se
abre num
vasto
campo
numa
manhã de
primavera.
Quando a
verdade
visita o
coração,
a vida
passa a
ter
sentido,
pois se
a alma
não é
deste
plano, o
sentido
absoluto
só pode
vir da
verdade
do
ensinamento
de Jesus
que
dizia:
“O meu
reino
não é
deste
mundo”.
E
Humberto,
após
breves
três
meses de
seu
passamento,
voltou
ao
cenário
do mundo
literário
por meio
do
médium
Francisco
Cândido
Xavier,
trazendo-nos
suas
crônicas
de
além-túmulo
que
muito
sacudiram
as
opiniões,
conquanto
seu
definido
objetivo
fosse
trazer
luz para
caminhos
melhores
aos
ainda
encarnados.
O
espírito
Humberto
de
Campos,
com
palavras
fraternas
e
instrutivas,
renovou
aos
brasileiros
e aos
leitores
interessados
que a
bondade
é força
preponderante
para a
evolução,
que a
humildade
e a
honestidade
dignificam
a pátria
terrena
e a
espiritual,
que a fé
e a
determinação
na nova
vida
devem
estar
presentes
tanto em
tempos
felizes
quanto
nos
difíceis
dias,
que o
desânimo
e a
descrença
jamais
devem
ser
capítulos
cinza
nas
páginas
do livro
de nossa
história,
que a
luz do
Mestre
Jesus
ilumina
a
estrada
do
progresso
e que o
“Brasil,
coração
do
mundo,
pátria
do
evangelho”
possa
quanto
antes
ser a
estrela
abençoada
a guiar
os que
aqui se
encontram
e
abrigar
com
amor,
doçura e
sabedoria
os
vindouros
irmãos
necessitados
de
amparo e
luz.
Recolhendo-se
ao
anonimato,
por
razões
de força
maior,
continuou,
sob o
pseudônimo
de Irmão
X, o
nobre
trabalho
com suas
palavras
esclarecedoras
e
amorosas,
presentes
nas
crônicas
de
louvor
pela
vida, a
ecoar
nos
corações
que
ainda
pouco
conhecem
a
mensagem
bondosa
e
fortalecendo
os que
já
encontraram
o início
do
aprazível
brilho
do céu.
Influenciar para o bem
“Enche-te, pois,
de calma e bom
ânimo, em todas
as situações.”
Emmanuel, no
livro “Fonte
Viva”, item 61 - Francisco C. Xavier
Dentro do contexto social em que vivemos, seguidamente influenciamos o meio onde atuamos e somos também influenciados por ele.
Dentro do contexto social em que vivemos, seguidamente influenciamos o meio onde atuamos e somos também influenciados por ele.
Desde o nosso
despertar,
estamos
recebendo uma
gama infinita de
informações e
apelos que vão,
paulatinamente,
determinando as
nossas ações
durante as horas
do dia.
Geralmente no
café da manhã já
estamos de posse
dos jornais,
cujas notícias
exercem notável
influência sobre
o pensamento que
estamos
elaborando.
Assim também
atua o rádio e a
televisão com o
noticiário que
divulgam.
Dessa forma, ao
sairmos para o
trabalho, ou
mesmo ao
iniciarmos
nossas
atividades
domésticas, já
recebemos uma
grande
quantidade de
fatores de
influência e,
quando vacila a
criatura, não
tendo firmeza
quanto aos seus
pontos de vista,
opiniões etc., a
partir deste
instante poderá
permitir que
suas ideias e
mentalizações
tomem rumos
ignorados e
imprevistos.
A notícia de uma
tragédia ou de
um acontecimento
mais triste
poderá,
dependendo do
indivíduo,
determinar qual
será sua conduta
pelas horas do
dia, geralmente
contribuindo
para que seus
momentos sejam
de desequilíbrio
e infelicidades,
bem como também
as informações
otimistas,
alegres poderão
ajudá-lo a
desfrutar de
momentos num
clima de
festividade e
equilíbrio
emocional.
Diante,
portanto, dessa
insofismável
realidade é
imprescindível
que cada um de
nós, dentro dos
recursos de que
dispomos,
venhamos a
censurar as
informações e
noticiários que
iremos absorver,
pois que eles,
sem dúvida,
exercerão
sensíveis
influências
sobre o nosso
comportamento.
Aconselhável
então, pela
manhã, a feitura
de uma prece,
pois através
dela manteremos
ligações mentais
com as forças do
bem; a leitura
de páginas
edificantes e
confortadoras; a
absorção de
noticiário
equilibrado,
despido de
sensacionalismos
e vibrações de
baixo teor, pois
agindo com
cuidado na
seleção de
nossos fatores
de influência,
estaremos mais
seguros para
caminhar com
acerto e
determinação.
Idêntico cuidado
deveremos
observar,
também, quando
vamos dormir,
pois o corpo
necessita de
descanso para a
necessária
reposição de
forças; já nós,
Espíritos,
deixamos a
vestimenta
carnal e
prosseguimos as
nossas
atividades fora
da matéria, e,
também,
carregaremos
conosco as
últimas
impressões do
dia, que poderão
ser boas ou más,
o que,
obviamente,
determinará a
qualidade da
nossa noite.
Mas se somos
influenciáveis,
é muito natural
que, de nossa
parte, também
exerçamos
influências nos
outros.
Também nesse
caso, devemos
tomar muito
cuidado para
verificar o que
estamos
ofertando aos
nossos irmãos do
caminho.
Estaremos dando
a eles otimismo
e esperança?
Dardejando
mensagens de
trabalho e
perseverança?
Grassando
exemplos de
honestidade e
honradez?
Disse-nos Jesus
que não devemos
oferecer ao
próximo aquilo
que não queremos
para nós mesmos.
Assim sendo, se
não queremos
receber más
influências, por
parte dos nossos
irmãos, também é
obvio que não
devemos exercer
influências
infelizes sobre
eles.
Aconselhável
será sempre que,
ao passarmos
pelas estradas
da vida,
possamos deixar
nela os rastros
da esperança, da
alegria, do
amor, da
fraternidade, da
solidariedade,
do perdão e do
idealismo.
Já que queremos
colher boas
influências,
convém que aos
outros ofertemos
influências
edificantes.
WALDENIR
APARECIDO CUIN
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Um Minuto com Chico Xavier
Em programa de televisão preparado em homenagem ao Chico Xavier com a presença de vários artistas da emissora, destacamos uma questão elaborada por Carlos Eduardo Dolabella acerca do humor no mundo espiritual.
Carlos: Chico, e os seus amigos lá de cima, será que tem momentos de humor?
Chico: Os nossos amigos espirituais possuem os momentos de humor onde a gente observa com muito interesse e com muita alegria. O Dr Bezerra de Menezes foi médico na Terra, um grande chefe político e um espírita de grande dignidade. Eu vou contar uma historinha que aconteceu comigo mesmo, há tempos.
Ele é sempre muito atento às suas responsabilidades, médico sempre interessado em ajudar os enfermos e sempre utilizou a prece e o otimismo para o socorro aos semelhantes em determinadas orientações às pessoas necessitadas. Achava-me numa série crise de labirintite quando, ao vê-lo junto de mim, pedi quase desesperado: Dr Bezerra, rogo ao senhor que auxilie; eu estou passando muito mal, com muita dor, mas vou dizer ao senhor, como gente eu não estou pedindo, porque como gente o senhor sabe que estou sofrendo, agora peço ao senhor na condição de besta.
Façamos de conta que eu estou fazendo parte de uma carroça de trabalho, para mim preciosa, que é a mediunidade. Eu preciso voltar para minha carroça, doutor. Tem dó desta besta, que sou eu, como pessoa humana eu não mereço, mas como besta eu quero trabalhar.
Tenha paciência, me ajude. Ele sorrindo disse: - "Como besta? O que é então que eu sou?"
Eu falei: O senhor é um veterinário de Deus.
Então, ele deu uma gargalhada! Hahaha...
Extraído do programa "sexta-super"da TV Globo, Rio de Janeiro, RJ, levado ao ar na noite de 23/5/1980, sob a direção de Augusto César Vannucci e com o nome de "Chico Xavier Especial". Transcrito do Anuário Espírita 1981, Ec IDE, Araras, SP, pp, 143/150.
Do livro "Entender conversando", de Emmanuel e Francisco Cândico Xavier.
Carlos: Chico, e os seus amigos lá de cima, será que tem momentos de humor?
Chico: Os nossos amigos espirituais possuem os momentos de humor onde a gente observa com muito interesse e com muita alegria. O Dr Bezerra de Menezes foi médico na Terra, um grande chefe político e um espírita de grande dignidade. Eu vou contar uma historinha que aconteceu comigo mesmo, há tempos.
Ele é sempre muito atento às suas responsabilidades, médico sempre interessado em ajudar os enfermos e sempre utilizou a prece e o otimismo para o socorro aos semelhantes em determinadas orientações às pessoas necessitadas. Achava-me numa série crise de labirintite quando, ao vê-lo junto de mim, pedi quase desesperado: Dr Bezerra, rogo ao senhor que auxilie; eu estou passando muito mal, com muita dor, mas vou dizer ao senhor, como gente eu não estou pedindo, porque como gente o senhor sabe que estou sofrendo, agora peço ao senhor na condição de besta.
Façamos de conta que eu estou fazendo parte de uma carroça de trabalho, para mim preciosa, que é a mediunidade. Eu preciso voltar para minha carroça, doutor. Tem dó desta besta, que sou eu, como pessoa humana eu não mereço, mas como besta eu quero trabalhar.
Tenha paciência, me ajude. Ele sorrindo disse: - "Como besta? O que é então que eu sou?"
Eu falei: O senhor é um veterinário de Deus.
Então, ele deu uma gargalhada! Hahaha...
Extraído do programa "sexta-super"da TV Globo, Rio de Janeiro, RJ, levado ao ar na noite de 23/5/1980, sob a direção de Augusto César Vannucci e com o nome de "Chico Xavier Especial". Transcrito do Anuário Espírita 1981, Ec IDE, Araras, SP, pp, 143/150.
Do livro "Entender conversando", de Emmanuel e Francisco Cândico Xavier.
A bênção de um lanche
Com tímido sorriso, José aceitou contente:
— Obrigado, Olívio. Deve estar uma delícia! Deus lhe pague!
E, agarrando o seu pedaço de sanduíche, José comeu-o rapidamente, depois agradecendo de novo, satisfeito foi lavar as mãos no bebedouro.
Carlos, que viu a atitude de Olívio com espanto, aproveitou que José se afastara, para repreender o colega:
— Olívio, por que repartiu seu lanche com aquele moleque? Afinal, ele não trouxe lanche e ainda comeu metade do seu! Não gosto de gente que se aproveita dos outros! Se ele estava com fome, por que não trouxe lanche?!...
Mas Olívio, ouvindo as palavras duras de Carlos, respirou fundo e respondeu:
— Carlos, eu conheço José. Ele é de família pobre, mas muito boa. Não traz lanche porque não tem nada em casa, entende? Então, quando isso acontece, não me incomodo de repartir meu lanche com ele. Antes de sair de casa, tomei um bom café da manhã e a metade de um sanduíche não me fará falta, pode acreditar.
Ao ouvir a explicação de Olívio, Carlos abaixou a cabeça, envergonhado por ter sido tão duro com um colega que era mais pobre do que ele. Logo tocou o sinal e eles voltaram para a classe, porém Carlos não conseguia esquecer o que Olívio tinha dito; as palavras do amigo ficaram martelando em sua cabeça.
Ao retornar para casa, Carlos continuava sem esquecer o que ouvira do colega. Não sabia que José fosse tão pobre e sentiu-se mal diante de sua própria conduta.
Ao deitar-se, fechou os olhos e a imagem de José apareceu à sua frente, fazendo-o lembrar-se de um dia, quando levara dois carrinhos de ferro à escola, destes que são importados, imitação de modelos idênticos aos verdadeiros. Notou que José não tirava os olhos dos carrinhos, encantado. Porém, não o deixou nem tocar nos brinquedos.
Agora, ali deitado, sentia-se envergonhado de sua atitude. Chorou por ter agido daquela maneira com José. E após resolver mudar de atitude com o colega, finalmente adormeceu.
No dia seguinte, Carlos levantou-se animado. Não precisou nem sua mãe vir chamá-lo. Tomou banho, vestiu-se e sentou-se para fazer a primeira refeição. Pediu para a mãe fazer um sanduíche a mais, bem gostoso, e dois sucos. Ela fez como ele pedira e disse:
— Nossa, meu filho! Pelo jeito, você amanheceu com fome!
— Não, mamãe. É para reparar um erro meu. Depois eu lhe conto. Tchau!...
— Vá com Deus, meu filho!...
Chegando à escola, Carlos estava radiante. Todos notaram a diferença nele sem saber a razão. Até a mestra viu-lhe a boa disposição, pois em geral ele era mal-humorado.
Na hora do recreio, ele correu para fora com seu amigo Olívio, e chamou José para ir junto. Encontraram um lugar bem tranquilo debaixo de uma árvore. Carlos pegou um dos sanduíches e entregou-o a José, que estranhou a atitude do colega.
— Não se preocupe, Carlos. Não estou com fome, acredite.
— Trouxe este sanduíche para você, José. Foi mamãe quem fez e deve estar muito bom. Prove-o! Ah! E tem também um suco para você! – Carlos respondeu com um sorriso.
Carlos engoliu em seco, com vontade de chorar ao ouvir José falar do irmãozinho, e respondeu:
— Faça o que quiser com seu lanche.
Depois, lembrando-se dos carrinhos que trouxera e estavam no seu bolso, Carlos sorriu e lhe disse:
— Eu estava triste porque hoje é aniversário de meu irmãozinho e nada poderia lhe dar. Agora, tenho o lanche e ainda levarei os carrinhos para ele, como presente seu, Carlos!...
Naquele momento, Carlos entendeu por que Jesus nos convida em suas lições para fazermos o bem ao próximo. Não há alegria maior do que sentir-se útil a alguém e receber sua gratidão, que atinge no coração quem faz o bem.
Olívio, que observava Carlos, espantado pela mudança que se operara nele, sorriu satisfeito, e Carlos notou. Então, ele disse ao colega:
— Graças a você, Olívio, neste dia, eu recebi minha maior lição sobre o Evangelho de Jesus. Obrigado, amigo!...
MEIMEI
(Recebida por Célia X. de Camargo, em 26/10/2015.)
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Culto Individual do Evangelho
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Crianças Muito Exigentes
Sempre fazemos o nosso melhor na educação de nossas crianças. E muitas vezes não entendemos porque não conseguimos ajuda-las com certas atitudes, certa manias e sentimentos que a fazem "sofrer", e não só a ela, mas a todos com quem convive.
Daniela Freixo de Faria, psicóloga infantil possui vários vídeos gravados sobre como ver essa situação, como lidar e como falar com a criança, auxiliando-a no viver a vida, com entendimento e com o uso da razão.
Elaine Saes
Daniela Freixo de Faria, psicóloga infantil possui vários vídeos gravados sobre como ver essa situação, como lidar e como falar com a criança, auxiliando-a no viver a vida, com entendimento e com o uso da razão.
Elaine Saes
domingo, 31 de janeiro de 2016
ORAÇÃO
Mais que atitude de adoração a Deus, orar é indispensável ato de introspecção.Portanto, quanto menos formalidade adotar no momento da prece, mais sincero você estará sendo consigo mesmo.
Converse com Deus e abra o seu coração.
Não tenha receio de se expor a Ele como você é.
É sempre através da prece que a criatura dispõe de seu instante de maior intimidade com o Criador.
Ore por você e ore pelos outros.
Peça que Deus lhe conceda um pouco mais de humildade e, sobretudo, de luz ao entendimento.
Feliz daquele que, no conhecimento de sua própria ignorância, finca os alicerces de seu real saber.
O hábito de orar com transparência possibilita que você estabeleça vínculos de sintonia com os Bons Espíritos, arejando a sua vida mental.
Infelizmente, muitos são os que se camuflam na prece. Então, não seja você mais um deles!
livro - A fé Transporta Montanhas - Carlos A. Baccelli - Maria Máximo
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